Edição 100 http://www.batebyte.pr.gov.br/ pt-br Proposta de um Roteiro http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Proposta-de-um-Roteiro <span>Proposta de um Roteiro</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em> para Projetar um Data Warehouse<br />&#13; Autor:</em> <em>Henrique Salatino Miorelli - GPS</em>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>RESUMO</strong></em></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">O "data warehouse", literalmente, é um <em>armazém de dados</em>. É uma base de dados carregada de forma incremental em um período de tempo. O "data warehouse" organiza e armazena os dados necessários para processamento informatizado e analítico sobre perspectivas históricas ao longo do tempo, tendo como principal objetivo transformar o dado em informação. É uma arquitetura que utiliza banco de dados desenvolvido para análise e tomada de decisões em bases sumarizadas e também detalhadas, com o intuito de contemplar os segmentos da empresa ou organização. O "data warehouse" pode revolucionar os negócios da empresa. Ao ser bem elaborado e implementado, e caso seja cuidadosamente direcionado para a chamada "inteligência de negócio", ele pode tornar-se uma vantagem competitiva. Essa ferramenta está fazendo surgir novos conceitos de gestão da informação, tipos de consultas e análises dos negócios. </p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>OBJETIVO</strong></p>&#13; </em> &#13; <p class="text-align-left">O enfoque principal é propor um roteiro que especifique as etapas necessárias no desenvolvimento de um projeto de "data warehouse" visando amenizar o grau de dificuldade encontrado por profissionais da Tecnologia da Informação quando iniciam um projeto deste nível, bem como prover o conhecimento mínimo necessário àqueles profissionais que não têm referência alguma sobre esse assunto.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>DESENVOLVIMENTO</strong></p>&#13; </em> &#13; <p class="text-align-left">As etapas para a construção do roteiro estão em uma ordem seqüencial, algumas delas podem ser realizadas paralelamente a outras ou a ordem pode ser alterada, de acordo com a necessidade; isso será definido pela equipe que está elaborando o projeto. Sugere-se essa seqüência pois facilita o entendimento do objetivo do projeto e descreve etapas interligadas e fundamentais para o sucesso do mesmo.</p>&#13; <p class="text-align-left">Abaixo o roteiro é apresentado em uma forma esquemática e resumida:</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>1. Fatores críticos de sucesso</strong></p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Primeiramente, é de extrema importância elencar os principais itens que determinarão o sucesso do projeto. Abaixo estão alguns itens importantes:</p>&#13; &#13; <ol>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É fundamental planejar o projeto.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É importante ter o orçamento aprovado para desenvolver o projeto de acordo com o plano de investimento da empresa.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É importante que a empresa esteja disposta a modernizar-se para garantir o crescimento e a competitividade.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É importante ter o apoio e o empenho dos usuários responsáveis e suas respectivas gerências através de atitudes participativas e cooperativas.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É fundamental ressaltar a importância das informações para a empresa e, em especial, o compartilhamento das mesmas, evitando duplicidade de dados e informações proprietárias.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É necessário negociar um acordo com a alta administração referente à proposta de implementação do projeto.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É importante primeiro analisar as áreas de atuação mais lucrativas da empresa.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É importante analisar a contenção de custos.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É imprescindível que as informações sejam precisas, consistentes e rápidas de se obter.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É importante ter a capacidade de adaptação às necessidades de negócio.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É necessário apresentar resultados entre as etapas do desenvolvimento do projeto.</p>&#13; </li>&#13; </ol>&#13; <p class="text-align-left">Após estarem definidos os fatores críticos de sucesso do projeto, deve-se iniciar a análise de qual técnica de desenvolvimento de sistemas mais se integra à construção de um projeto de "data warehouse".</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left"><em><strong>2. Definição da técnica para desenvolvimento de sistemas a ser utilizada</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">É de extrema importância utilizar uma técnica para desenvolvimento de sistemas para auxiliar no projeto do "data warehouse". Indica-se a técnica da Engenharia da Informação em virtude de os dados serem o enfoque principal desta técnica e em um "data warehouse" o objetivo principal é a transformação dos dados em informações. Ao utilizar a técnica da Engenharia da Informação, torna-se mais fácil a forma de visualização dos relacionamentos entre os requisitos básicos que estruturam o negócio objeto de análise. Como produto principal desta técnica temos o modelo de entidades e relacionamentos (MER). Um MER é válido e confiável quando consegue responder às perguntas dos processos que serão por ele atendidos. Portanto, é um modelo obrigatório em qualquer desenvolvimento de sistemas até porque é requisito básico para a implementação física das bases de dados. Tendo definida e assimilada a técnica de desenvolvimento de sistemas a ser utilizada no projeto, é importante entender quais são as necessidades do usuário, diferenciando-as entre o ambiente analítico e o operacional. </p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>3. Visualizar as necessidades do usuário</strong></p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">O usuário é o fator chave para o sucesso do projeto. Sua participação efetiva durante todo o projeto é o requisito mais importante pois ele é quem domina a área a ser analisada e irá dirimir as dúvidas do analista da informação que implementará o projeto. Há a necessidade de entender a diferença entre os sistemas de processamento operacional e o analítico.</p>&#13; <p class="text-align-left">Sistemas de processamento operacional são sistemas que suportam as operações do dia-a-dia da empresa. São sistemas de processamento on-line atualizados ao longo do dia.</p>&#13; <p class="text-align-left">Sistemas de processamento analítico disponibilizam informações usadas para analisar um problema ou uma situação. É feito por meio de comparações ou através da análise de padrões ou tendências. As informações refletem um instante específico no tempo.</p>&#13; <p class="text-align-left">Tendo definidas e assimiladas quais são as necessidades do usuário, é importante entender a mudança de enfoque em um projeto de "data warehouse" no que se refere às informações para a tomada de decisões. Durante este processo, é fundamental a participação do usuário e o pleno entendimento dele nesse novo processo de análise da informação.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>4. Nova visão da informação para a tomada de decisões</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left"><strong></strong>O que buscamos quando estamos modelando sistemas de informação é o entendimento operacional do negócio que está sendo modelado, sem pensar na aplicação em si, sem pensar na tecnologia envolvida, mas com a visão relacional de dados. Quando vamos executar uma modelagem multidimensional, estamos desenhando soluções de gestão de negócios, buscando entender como os executivos e gestores de uma organização avaliam as informações para adoção de estratégias e avaliação de desempenho. A análise multidimensional requer um modelo de dados que permita que os dados sejam facilmente visualizados através de diversas perspectivas.</p>&#13; <p class="text-align-left">O passo seguinte é como analisar a área do negócio a ser modelado.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left"><em><strong>5. Análise do negócio a ser modelado</strong></em></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Primeiramente, definir os objetivos do projeto que podem ser, resumidamente, descritos nos dois itens abaixo:</p>&#13; <ol><li>&#13; <p class="text-align-left">Disponibilizar as bases de dados do ambiente operacional (OLTP) para um ambiente analítico (OLAP).</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Permitir aos usuários a extração dos dados através de análise exploratória no ambiente OLAP.</p>&#13; </li>&#13; </ol><p class="text-align-left">Definir o escopo do projeto, observando:</p>&#13; &#13; <ul>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Caracterizar o problema: o dado deve ser representado como informação para que a empresa possa tomar decisões.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Definir quais processos são mais críticos para o negócio e que precisam de decisões sobre ele.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Assimilar o conhecimento e definição da área de atuação (negócio) do cliente específico e tomada de decisão. É importante representar este conhecimento em um modelo de entidades e relacionamentos pois será muito útil na modelagem dimensional.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Definir grupo gestor da informação que irá participar durante todo o processo de desenvolvimento do projeto. O grupo gestor pode ser considerado como os usuários que dominam a área de negócio e que tomam decisões, juntamente com o pessoal de informática.</p>&#13; </li>&#13; </ul>&#13; <p class="text-align-left">É extremamente importante a definição do escopo do projeto pois é a base do mesmo. No escopo deve ser descrito se a implementação será em um "data warehouse" (base corporativa que atenderá toda a organização) ou em um ou vários "data mart’s" (base de informação por linha de negócio que contém um subconjunto dos dados corporativos da organização). Recomenda-se iniciar com "data mart’s" integrando-os a um "data warehouse" ao longo do tempo. Isto justifica-se pelos seguintes aspectos:</p>&#13; &#13; <ul>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">O custo é bem inferior a implantar um "data warehouse" de toda a empresa;</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">O tempo de implementação é reduzido;</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Mais fácil assimilar a atuação de uma área de negócio específica a entender todo o processo da empresa.</p>&#13; </li>&#13; </ul>&#13; <p class="text-align-left">Optando-se por implementar em "data mart’s", deve-se ter o cuidado de não esquecer a integração entre os "data mart’s", caso contrário o projeto é inviabilizado.</p>&#13; <p class="text-align-left">Tendo definida a área de negócio da empresa a ser implementada no projeto, deve-se analisar onde estão as informações que alimentarão o "data warehouse"/"data mart(s)". A origem destas informações é comumente chamada de <em>legado</em>.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left"><em><strong>6. Análise do ambiente legado</strong></em></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Partindo das necessidades de informação por área de negócio já estarem definidas, nesta análise deve-se observar o seguinte:</p>&#13; &#13; <ul>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Analisar o ambiente computacional da empresa como, por exemplo: "mainframe" IBM, ambiente DOS, ambiente "windows", ambiente UNIX, etc. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Se as informações necessárias estão armazenadas nos aplicativos operacionais ou, caso contrário, manter os aplicativos operacionais para que obtenham os dados que faltam. Verificar viabilidade deste tipo de manutenção para gerar a informação que falta no sistema analítico.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Definir como integrar as várias fontes de informação, se houver. </p>&#13; </li>&#13; </ul>&#13; <p class="text-align-left">Um fator importante é como analisar as fontes de informação do ambiente legado como, por exemplo: tipos de bancos de dados (relacionais, em rede, hierárquicos), arquivos seqüenciais, planilhas, etc. Também é importante verificar os modelos de dados, dicionários de dados dos sistemas do ambiente operacional, relatórios gerenciais dos aplicativos, etc. Estas informações auxiliam muito a construção do modelo dimensional. </p>&#13; <p class="text-align-left">A próxima etapa do roteiro é a construção da modelagem dimensional.</p>&#13; <p class="text-align-left"><strong>7. Modelagem dimensional dos dados</strong></p>&#13; <p class="text-align-left">Sugere-se utilizar, como técnica principal para a modelagem de dados dimensional, o "star schema" que é a técnica mais indicada para projetos de "data warehouse". A modelagem dimensional compõe-se de tabelas dimensões e fatos:</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Dimensões: </p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Representam as possíveis formas de visualizar os dados. São as entradas para as consultas (tempo, região, cliente, etc). A base para entendimento de qualquer negócio é responder às quatro perguntas fundamentais abaixo:</p>&#13; &#13; <ol>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">QUANDO? (Período de tempo a que se refere a análise)</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">O QUÊ? (O principal objeto de análise)</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">ONDE? (Localização física ou geográfica para análise)</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">QUEM? (Um objeto específico e detalhado para análise: opcional)</p>&#13; </li>&#13; </ol><em>&#13; <p class="text-align-left">Fatos: </p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">É a tabela central que interliga as dimensões e tem os indicadores de análise ou métricas (quantidade, valores,etc.). A tabela fato deverá possuir, no mínimo, as três primeiras dimensões. A pergunta "QUEM?" refere-se a um nível de análise mais detalhado. </p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Agregações: </p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Fator importante a analisar durante a modelagem já que o principal objetivo de uma agregação é prever um aumento de performance no acesso aos dados e reduzir o volume de dados na tabela.</p>&#13; <p class="text-align-left">Resumo das etapas importantes para a modelagem dimensional:</p>&#13; <ol><li>&#13; <p class="text-align-left">Obter a necessidade executiva: qual o negócio objeto de gestão.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Entender quais são os indicadores de valor do negócio definindo as métricas de controle.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Descrever em um modelo de dados conceitual o negócio.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Se houver modelos de relatórios do ambiente operacional: simular.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Definir o que descreve o negócio: dimensões.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Definir a organização da dimensão tempo: qual a menor unidade de tempo.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Trabalhar com o conceito de hierarquia nas dimensões de consulta: Por exemplo, uma hierarquia na dimensão tempo: Dia -&gt; Mês -&gt; Trimestre -&gt; Semestre -&gt; Ano</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Definir a tabela fatos.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Montar o "star schema".</p>&#13; </li>&#13; </ol><p class="text-align-left">A modelagem dimensional é aplicada para visualizarmos os dados referentes às necessidades do usuário para obtenção da informação em um sistema analítico. O modelo de dados dimensional independe de qual banco de dados será implementado (ROLAP ou MOLAP). </p>&#13; <p class="text-align-left">Muito importante é documentar o modelo de dados em uma ferramenta CASE onde definem-se as tabelas, atributos, domínios, enfim, todas as informações necessárias para garantir a plena documentação do modelo e facilitar a geração dos esquemas físicos no banco de dados, principalmente em bancos de dados relacionais. Outro fator importante são os metadados que podem ser entendidos como verdadeiros documentadores dos dados que compõem um "data warehouse". Estas informações são armazenadas em um repositório que tem como objetivo principal documentar e administrar os metadados. Os metadados englobam o "data warehouse" e mantêm informações sobre a estrutura dos dados, as fontes de dados, a transformação dos dados, as rotinas de extração de dados, o modelo de dados, relacionamentos e demais informações pertinentes a dar significado ao dado.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left"><strong>8. Aspectos da implementação física</strong></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Um "data warehouse" exige grande capacidade de armazenamento e processamento dos dados, pois armazena dados analíticos, destinados às necessidades de tomada de decisão. Estes dados podem ser armazenados tanto em um banco de dados relacional (ROLAP) quanto em um multidimensional (MOLAP). A diferença básica é que em uma estrutura ROLAP devem-se criar vários índices atrelados às tabelas fatos e dimensões para um acesso mais rápido e eficiente ao banco de dados enquanto que, em um banco multidimensional, somente precisamos informar quais são as dimensões e os fatos e o próprio banco encarrega-se de gerar os cubos. </p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Levantamento de volumes de dados:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">É necessário analisar a necessidade de sumarizar os dados (agregações). Um fator importante é que as agregações reduzem o volume de dados considerando que um sistema para tomada de decisões geralmente não analisa o dado em nível detalhado pois esta informação já se encontra no ambiente operacional (OLTP). O volume de dados a ser carregado e a previsão de crescimento é fator importante ao decidir qual tipo de banco de dados será utilizado (MOLAP ou ROLAP). Um banco MOLAP não suporta eficientemente um volume muito grande de dados. Ao analisar o volume de dados na tabela fatos, há de considerar o crescimento no número de linhas na tabela, número de dimensões associadas e qual o nível de detalhe desejado. Muitas vezes, é importante analisar a necessidade de separar a tabela, fatos em outras tabelas menores ou em agregações em nível mais alto.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Periodicidade de Carga:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">As rotinas de extração dos dados do ambiente operacional devem ser executadas de acordo com um esquema de processamento pré-definido. A periodicidade de execução pode ser diária (inviável quando a extração necessita de muitas fontes externas), semanal, quinzenal, mensal, etc., sempre levando em consideração o volume de processamento.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Tempo de Armazenagem dos Dados:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">De acordo com o volume de dados carregados de forma incremental no "data warehouse", é importante estimar por quanto tempo estes dados deverão estar disponíveis na base de dados. O principal objetivo do "data warehouse" é manter o histórico dos dados por um período de tempo necessário para a análise. Tudo depende do tipo de negócio do cliente. Geralmente a carga inicial do "data warehouse" corresponde a um volume histórico de 3 anos (no mínimo) para dar um respaldo necessário ao processo analítico. De acordo com o crescimento do banco de dados, é necessário gerenciar o expurgo das informações não mais utilizadas em um determinado período de tempo. Caso o usuário queira manter as informações por um período de tempo longo, deve-se deixar claro que o custo de manutenção de "hardware" e "software" aumentará. </p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Controle de "Backup’s":</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">O administrador do "data warehouse" deve controlar como o "backup" das bases de dados será efetuado (periodicidade, volume, dispositivos de armazenamento, etc.). É importante verificar se há necessidade de copiar todo o banco de dados (visto que, em projetos de "data warehouse" muito grandes, o custo desta atividade é alto e torna-se inviável) ou apenas um determinado período de tempo. Obviamente o "backup" é importante e deve ser analisado. Vale a pena verificar se as informações originárias dos sistemas transacionais para carga do "data warehouse" são facilmente recuperáveis pelas rotinas de extração, aproveitando o "backup" das bases operacionais (bancos de dados, arquivos seqüenciais, etc.) em caso de problemas. Neste caso pode-se utilizar como "backup" os próprios arquivos oriundos do sistema transacional com os movimentos (diários, semanais, mensais, etc.) carregados no "data warehouse". Tudo depende de como gerenciar este processo e analisar por quanto tempo o "data warehouse" pode ficar indisponível em caso de recuperação do banco de dados e estimar quanto tempo levará a recarga a partir dos "backup’s" operacionais. Este gerenciamento envolve os administradores do "data warehouse" diretamente.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Análise de Performance:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Indica-se a técnica "star schema" pelos principais motivos na implementação física em um servidor ROLAP:</p>&#13; &#13; <ul>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">As tabelas fato contêm a maioria das linhas de dados.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">As tabelas dimensão tendem a ter um número menor de linhas.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Os "joins" (junções, relacionamentos) em um "star schema" tipicamente envolvem uma tabela fato grande e uma ou mais tabelas dimensão pequenas, o que torna a operação de consulta mais rápida.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Sempre consultar as tabelas fatos pelas entradas que são as dimensões. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Esquema altamente desnormalizado para melhorar performance.</p>&#13; </li>&#13; </ul>&#13; <p class="text-align-left">A desnormalização provoca redundância e duplicação de dados, o que privilegia a performance em detrimento do consumo de espaço.</p>&#13; <p class="text-align-left">Uma análise importante refere-se aos índices a serem criados nas tabelas fatos e dimensões quando da implementação em uma estrutura ROLAP. Os índices são extremamente importantes pois permitem o acesso às informações de uma maneira rápida, visto que o processo de tomada de decisão pode envolver consultas complexas que necessitem acessar um grande número de registros. Geralmente, criam-se índices das chaves primárias nas tabelas dimensão e fatos, mais outros atributos das dimensões necessários às consultas e também à combinação de dimensões na tabela fatos. Ao criarmos índices em bancos de dados relacionais devemos considerar a granularidade das informações, seletividade e outros fatores pertinentes à estrutura do banco, pois os bancos relacionais analisam seu próprio plano de acesso antes de decidir acessar a estrutura de índices ou se é mais eficiente dar um scan table (pesquisa em toda a tabela). Geralmente, definem-se índices clustered para cada chave primária. Este tipo de suporte é fornecido pelo administrador do banco de dados (DBA). Ao utilizarmos um servidor MOLAP (com um banco multidimensional), não é necessário criar índices, visto que a própria estrutura deste tipo de banco de dados cria os cubos com todas as combinações possíveis das dimensões. Devemos informar ao banco de dados quais são as dimensões e quais são os fatos. Esta tecnologia multidimensional tem alta performance porém ocupa um alto espaço de armazenamento, dependendo do volume de dados da tabela fatos. A tendência dos bancos de dados é reunir funcionalidades ROLAP e MOLAP.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Segurança:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Além de utilizar o esquema de segurança de "logins" do próprio banco de dados (chaves autorizadas e o nível de acesso de cada uma), é importante que o administrador do "data warehouse" tenha um controle do perfil de usuários com autorização de acesso. Muitas ferramentas OLAP possuem um controle de segurança próprios. Outra alternativa é o desenvolvimento de um aplicativo específico de controle de usuários autorizados, antes de executarem uma consulta ao banco de dados onde reside o "data warehouse"/"data mart".</p>&#13; <p class="text-align-left"><em></em><strong>9. Aspectos da visualização das informações</strong></p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Queries Simples:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">São comandos SQL simples desenvolvidos pelo usuário fazendo o acesso diretamente ao SGBDR e retornando as linhas acessadas em uma forma tabular. Este usuário deve possuir um perfil técnico avançado na criação de consultas SQL</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Stored Procedures (sp):</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Uma "stored procedure" fica armazenada no banco de dados relacional e o acesso é mais rápido. Recomenda-se desenvolver "stored procedures" quando as consultas são pré-definidas pelo usuário.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Ferramentas OLAP:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">As ferramentas OLAP de visualização dos dados transformam números enfadonhos em excitantes apresentações visuais e são ferramentas facilmente operadas pelo usuário final.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left">Aplicativos de Consulta:</p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Muitas vezes o usuário solicita "queries" pré-definidas que podem ser armazenadas no banco de dados na forma de "stored procedures" ou gravadas de acordo com o tipo de ferramenta OLAP. A viabilidade de construir um aplicativo de consulta é diretamente relacionada às necessidades de informação do alto escalão da empresa (presidência, diretoria, gerências). Obviamente estes funcionários não irão desenvolver "queries" e sim desejam somente clicar em um ícone para obter a informação. Nestes casos, um aplicativo de consulta que integra as "queries" pré-definidas deve ser implementado prevendo a integração de novas consultas que são executadas freqüentemente. Consultas esporádicas não se justificam implementar em um aplicativo pois o usuário pode desenvolvê-las de acordo com sua necessidade. Depende da análise do usuário se quer ou não implementar determinada consulta em um aplicativo.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></p>&#13; </em> &#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">"Data warehouse" não é modismo, tornou-se uma necessidade para a organização.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">"Data warehouse" não resolve os problemas da organização se não houver o fator humano para analisar os resultados e tomar as decisões.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É fundamental o envolvimento do usuário em todo o processo (usuário que atua na análise de informações para a tomada de decisão). São poucos os usuários com este perfil.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Evitar trabalhar em nível operacional (detalhe) e sim em nível estratégico (dados consolidados/agregados), a não ser que seja muito necessária a análise detalhada.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">A técnica mais adequada para a modelagem dimensional é a "star schema". Evitar utilizar a técnica "snow flake" visto que é uma técnica onde as dimensões são normalizadas, degradando a performance de acesso à tabela fatos.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Utilizar a modelagem dimensional. A utilização do MER, somente para visualizar a área de negócio para, então, analisar como obter as informações fontes para o "data warehouse".</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">O analista de Tecnologia da Informação deve possuir o conhecimento da tecnologia utilizada no projeto principalmente em: SGBD, Modelagem de Dados Tradicional e Multidimensional.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">A estação cliente deve ter alto desempenho.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">As consultas demandam um alto consumo de recursos (tanto do servidor quanto da rede de comunicação de dados).</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">A avaliação da necessidade de implantar tal sistema deve levar em conta:</p>&#13; </li>&#13; </ul><ul><li>&#13; <p class="text-align-left">A necessidade da empresa de responder continuamente às mudanças de mercado.</p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">A existência ou não de uma base consistente de informações oriundas dos bancos de dados operacionais.</p>&#13; </li>&#13; </ul><ul><li>&#13; <p class="text-align-left">A inviabilidade de obter as informações de suporte à decisão diretamente dos bancos de dados operacionais da empresa.</p>&#13; </li>&#13; </ul>&#13; <ul>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">À medida que a infra-estrutura de informações das empresas amadurece, aumenta a necessidade de qualidade dos dados e de sistemas eficientes e eficazes de suporte à decisão. Esse tipo de sistema e o uso corporativo que se faz dele alavancam o conhecimento de negócio ou sua inteligência, resultando em vantagem competitiva.</p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left">No cenário atual, onde os administradores das empresas precisam tomar decisões rápidas e certeiras em resposta aos diversos eventos que ocorrem a todo instante em suas empresas, faz-se necessário construir todo um mecanismo de suporte rápido e eficiente aos processos decisórios. O "data warehouse" é uma ferramenta apropriada para este tipo se situação. Se bem projetado, permite aos gerentes obter informações rápidas e confiáveis que lhe servirão de suporte para a solução de seus problemas e para atingir os objetivos propostos para os negócios.</p>&#13; <p class="text-align-left">OBS: Resumo da monografia apresentada à FAE para o curso de especialização Tecnologia da Informação e Comunicação. Ano 1999. Trabalho disponível na biblioteca da CELEPAR. </p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Proposta-de-um-Roteiro" data-a2a-title="Proposta de um Roteiro"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3529" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3529 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Proposta-de-um-Roteiro#comments Java Management Extension http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Java-Management-Extension <span>Java Management Extension</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor:</em> <em>José Luís Vieira Carvilhe - GSO</em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>&#13; <p class="text-align-left">Dando continuidade ao tema <em>gerência corporativa</em> via <em>WEB</em>, neste artigo será apresentada a iniciativa JMX da Sun Microsystems para a <em>gerência corporativa</em> via <em>WEB</em>. </p>&#13; <p class="text-align-left">Conforme detalhado em [1][4] a JMX (Java Management Extension), conhecida anteriormente por JMAPI, define uma arquitetura de gerência, APIs, e serviços de gerência, todos sobre uma única especificação. A especificação para JMX foi desenvolvida pela SUN junto com os principais líderes da indústria de gerência, seguindo a Comunidade Java. </p>&#13; <p class="text-align-left">A JMX [1][4] fornece uma maneira simples para instrumentação de objetos Java. A instrumentação JMX tem muito poucas limitações porque é totalmente independente da infra-estrutura de gerência. Isto significa que um recurso pode ser gerenciado sem a preocupação de como seu gerente é implementado, se é implementado, por exemplo, sobre TMN ou SNMP. </p>&#13; <p class="text-align-left">A JMX permite que os desenvolvedores de aplicações baseadas em tecnologia Java criem os agentes inteligentes e gerentes na linguagem Java. Estas aplicações podem ser integradas às soluções em sistemas de gerência existentes. A arquitetura JMX é dividida em três níveis, nível de instrumentação, nível de agente e nível de gerente. </p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">A JMX fornece ainda vários APIs Java para os protocolos padrões existentes. São as APIs de protocolos de gerência adicionais. Estas APIs foram especificadas de forma independente do modelo da arquitetura de três níveis, contudo elas são essenciais porque elas permitem que as aplicações JMX escritas em Java se integrem com as tecnologias de gerência existentes. </p>&#13; <p class="text-align-left"><strong><em>ARQUITETURA JMX</em></strong></p>&#13; <p class="text-align-left">A arquitetura JMX [1][4] é construída de acordo com uma modelo de três níveis. O nível de instrumentação, agente e gerente. Conforme detalhado na figura 1, esta divisão traz flexibilidade, permitindo que subconjuntos da especificação sejam utilizados individualmente por diferentes comunidades de desenvolvedores que utilizam a tecnologia Java. </p>&#13; <p class="text-align-left">O nível de instrumentação fornece a gerência imediata de qualquer objeto baseado em tecnologia Java. Este nível é direcionado a toda a comunidade de desenvolvedores que utiliza tecnologia Java. </p>&#13; <p class="text-align-left">O nível agente fornece os agentes de gerência. Os agentes JMX são recipientes que contêm a base dos serviços de gerência. Esta base pode ser facilmente estendida adicionando-se recursos JMX. Este nível é direcionado para a comunidade de desenvolvedores de soluções de gerência e fornece o gerenciamento através da tecnologia Java.</p>&#13; <p class="text-align-left">O nível gerente fornece os componentes de gerência que podem operar como gerente ou agente para distribuição e consolidação dos serviços de gerência. Este nível é direcionado para a comunidade de desenvolvedores de soluções de gerência e complementa a gerência através da tecnologia Java provida pelo nível agente. As APIs de protocolos de gerência adicionais são direcionadas para comunidade de desenvolvedores de soluções de gerência e proporcionam a integração com as soluções de gerência existentes. </p>&#13; &#13; <p class="text-align-left"><em><strong>COMPONENTES JMX</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>1. Recurso Gerenciável</strong></em></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Um recurso gerenciável [1][4] é um recurso que foi instrumentado conforme o nível de especificação de instrumentação. Um recurso gerenciável pode ser uma aplicação de negócio, um dispositivo, ou uma implementação de "software" de um serviço ou política. Para ser instrumentado, um recurso pode ser escrito na linguagem de programação Java ou somente oferecer uma capa de tecnologia baseada em Java. </p>&#13; <p class="text-align-left">Qualquer coisa que precisa ser gerenciada, de forma imediata ou no futuro, pode ser instrumentada e pode ser considerado como um recurso potencial. </p>&#13; <p class="text-align-left">Um Objeto Mbean é um objeto Java que representa um recurso JMX gerenciável. Os objetos MBeans seguem o modelo JavaBeans e permitem o mapeamento entre os componentes JavaBeans e o seu gerenciamento. Os objetos Mbeans podem ser adaptados a qualquer agente JMX, pois permitem a instrumentação de forma padrão dos recursos gerenciados.</p>&#13; &#13; <p><img height="637" src="imagens/java.gif" alt="" /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="edb26a9c-074b-4a82-ba74-69d3237b1790" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/java.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; <p>Figura 1 - Arquitetura JMX </p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>2. Agente JMX</strong></em></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Um agente JMX é uma entidade de gerência implementada conforme a especificação de agente JMX. Um Agente JMX é composto de um servidor de MBean, um Kit MBeans que representa os recursos gerenciados e por, pelo menos, um adaptador de protocolo. Um Agente JMX pode conter serviços de gerência, que são representados como MBeans. </p>&#13; <p class="text-align-left">O servidor de MBean corresponde a um registro para MBeans no agente. O servidor de MBean é o componente que fornece os serviços que permitem a manipulação de objetos MBeans. Todas as operações de gerência executadas no MBeans são realizadas por interfaces baseadas em tecnologia Java no servidor de MBean. </p>&#13; <p class="text-align-left">Os adaptadores de protocolos e conectores permitem que as aplicações de gerência tenham acesso a um agente JMX e manipulem os seus objetos MBeans. Os adaptadores de protocolo permitem a representação dos objetos MBeans de forma direta sobre os protocolos HTML ou SNMP. Os conectores incluem um componente remoto que permite as comunicações com o agente sobre uma variedade de protocolos, entre eles HTTP, HTTPS, IIOP. Como todos os conectores possuem a mesma interface baseada em tecnologia Java, as aplicações de gerência utilizam o conector mais apropriado ao ambiente de rede e mudam de forma transparente os conectores quando necessário.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>3. Gerente JMX</strong></em></p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Um gerente JMX é uma entidade de gerência implementada conforme a especificação de gerência JMX. Um gerente JMX fornece uma interface para que as aplicações de gerência possam interagir com o agente, distribuir ou consolidar informação de gerência, e prover segurança. Os gerentes JMX podem controlar qualquer número de agentes, simplificando a estrutura de <em>gerência de sistemas</em> complexos e sistemas distribuídos.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"> <strong>4. Serviços de Gerência</strong></p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Os Agentes e gerentes JMX integram serviços que lhes dão autonomia e inteligência. Estes serviços permitem que os agentes manipulem os seus recursos e transfiram informações entre os agentes e a aplicação de gerência. Os agentes são mais autônomos porque podem incorporar certas tarefas de gerência como "polling". </p>&#13; <p class="text-align-left">A inteligência é incorporada em lógicas simples que podem impedir que os gerentes manipulem alarmes sem importância. Isto permite a redução do tráfego na rede e melhoria da resistência das aplicações às paradas. Na arquitetura JMX os serviços são objetos MBeans que podem ser adicionados ou removidos conforme a necessidade. Isto dá escalabilidade aos agentes e gerentes, o que é crítico quando estes são implementados em clientes magros. </p>&#13; <p class="text-align-left">A especificação JMX define atualmente a interface para tais serviços básicos como: um registro para MBeans, "queries" destes registros, operações sobre os recursos e transmissão de eventos de volta aos gerentes, carga dinâmica de um novo MBean, criação de relações e dependências entre MBeans, funções de tempo e monitoração de atributos. Outros serviços de administração que serão integrados na especificação incluem "bootstrapping" e persistência, gerência de políticas de redes, descoberta de agentes e gerentes na rede e segurança. </p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>5. APIs para outros Protocolos de Gerência</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">O objetivo das APIs para outros protocolos é fornecer uma forma padrão para que a <em>gerência de aplicações</em> Java possa interagir com tecnologias de gerência existentes. Desta forma a aplicação usará uma destas APIs para ter acesso a um sistema legado e expor seus atributos como um recurso gerenciável JMX. Este recurso permitirá a qualquer aplicação de gerência padrão JMX administrar os sistemas legados através de um agente JMX. Estas APIs criam uma ponte entre as tecnologias existentes e as tecnologias futuras. A especificação JMX incluirá uma API para um gerente SNMP, APIs para gerentes e provedores WBEM, Gerente TMN, APIs para Alarmes e topologias. </p>&#13; <em><strong>&#13; <p class="text-align-left">CONCLUSÃO</p>&#13; </strong></em> &#13; <p class="text-align-left">Neste artigo foi descrita a iniciativa Java Management Extension, sua arquitetura e componentes. A Java Management Extension (JMX) [1][4] define uma arquitetura de gerência, APIs e serviços de gerência, todos sobre uma única especificação. Para isto, a arquitetura de JMX utiliza um modelo de três níveis, instrumentação, agente e gerente.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">No próximo artigo será apresentada a iniciativa Web-Based Enterprise Management (WEBEM) [1][2][3], para a construção de frameworks de <em>gerência corporativa</em> via WEB.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left"> REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>&#13; </em></strong> &#13; <p class="text-align-left">[1] CARVILHE, J. L. V. <strong>A utilização de tecnologias web em sistemas de gerência corporativa</strong>. Curitiba: PUC-PR, 2000. (Monografia apresentada no Curso de Especialização em Sistemas Distribuídos).</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">[2] DISTRIBUTED management task force. Disponível na Internet. <a href="http://www.dmtf.org/wbem/index.htmlll">http://www.dmtf.org/wbem/index.htmlll</a>. Dez. 1999 .</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">[3] HARNEDY, S. <strong>Web-based management for the enterprise</strong>. New Jersey: Prentice Hall, 1999.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">[4] JAVA management extension. Disponível na Internet. <a href="http://www.javasoft.com/products/JavaManagement/wp/">http://www.javasoft.com/ products/JavaManagement/wp/</a>. Dez. 1999.</p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Java-Management-Extension" data-a2a-title="Java Management Extension"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3533" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3533 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Java-Management-Extension#comments A Bela e A Fera: Aplicando Interface Gráfica em Sistemas Legado http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Bela-e-Fera-Aplicando-Interface-Grafica-em-Sistemas-Legado <span>A Bela e A Fera: Aplicando Interface Gráfica em Sistemas Legado</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p class="text-align-left"> <em>Autora: </em>Luciane Neves - GPS</p>&#13; <em></em>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>RESUMO</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">Em vez de perder tempo discutindo no que o mainframe supera as tecnologias WIN32 e vice-versa, por que não utilizar o que há de melhor em cada tecnologia e criar uma solução híbrida?</p>&#13; <p class="text-align-left">Que tal se o seu cliente pudesse dispor da performance e da segurança do mainframe - a fera, enquanto aproveita as facilidades de uma interface gráfica - a bela?</p>&#13; <p class="text-align-left">Este artigo apresenta uma visão geral desta solução híbrida e faz um breve estudo de caso de uso, apresentando as principais características para implementação da mesma.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>INTRODUÇÃO</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">Os sistemas com interface caractere foram largamente construídos e utilizados na administração pública do Paraná, tanto pelo volume de dados, quanto por ser esta a tecnologia disponível anos atrás. Conseqüentemente, a maior parte dos dados se encontra hoje em bases mainframe, utilizando a tecnologia ADABAS/Natural.</p>&#13; <p class="text-align-left">Com a introdução de linguagens de quarta geração o mercado foi percebendo as facilidades em relação ao quesito usabilidade que os aplicativos gráficos traziam. Aplicações WIN32 foram então sendo disponibilizadas aos clientes. O interessante foi notar que muitas vezes a interface mais amigável não compensava, na visão do cliente, os problemas introduzidos por esta nova tecnologia. Questões como tempo de resposta a requisições, travamento de máquina, segurança de acesso, entre outras, eram argumentos contra a utilização de tecnologias WIN32.</p>&#13; <p class="text-align-left">Os defensores do mainframe devem se arrepiar ao imaginar a diferença entre a performance de um sistema com aproximadamente 3.000.000 de registros, como é o caso da base de condutores do Paraná, rodando em um servidor NT. Já desenvolvedores de aplicação WIN32 devem achar as famosas telinhas verdes da interface caractere jurássicas e muito pouco amigáveis.</p>&#13; <p class="text-align-left">Cada um dos lados tem um bom ponto a defender e, sendo que em informática a lei é aproveitar o que há de melhor em cada tecnologia, um casamento entre interfaces gráficas das linguagens WIN32 e da rapidez de processamento e segurança de um mainframe pode ser uma boa idéia.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>APROVEITANDO O MELHOR DE CADA TECNOLOGIA</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">Se existem pontos positivos tão fortes em relação a estas tecnologias, usar o melhor de cada uma passou a ser logicamente o próximo passo no processo.</p>&#13; <p class="text-align-left">Podemos destacar em cada tecnologia os seguintes aspectos:</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>Aplicações gráficas</strong></em></p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">Interface amigável - a navegação é mais intuitiva; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Acompanhamento da evolução tecnológica - disponibilizar aos clientes aplicações compatíveis com as oferecidas pelo mercado; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Condensar várias funcionalidades em uma única tela - no mainframe, para se ter controle de acesso em nível de função, cada funcionalidade é mapeada para um programa, exigindo que o usuário conheça e execute vários comandos, por vezes mnemônicos, para processar uma operação. Na interface gráfica fica mais fácil aglutinar várias operações em uma única tela. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left"><strong><em>Aplicações mainframe</em></strong></p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">Manter as bases de dados de grande volume no ADABAS - não é necessário fazer a migração das bases de dados para outra plataforma; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Manter a estrutura de segurança do mainframe - existem estruturas de validação de chave/senha com controle do número de tentativas de acesso, de controle de acesso em nível de função por usuário, entre outros que podem ser mantidos; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Melhor performance com bases de dados de grande volume; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">A lógica de negócio, de controle de transação e o acesso aos dados fica implementado em programas Natural, podendo-se, em vários casos, reaproveitar integralmente o código já existente. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left"><strong><em>INTEGRAÇÃO ENTRE AS TECNOLOGIAS</em></strong></p>&#13; <p class="text-align-left">A ponte entre a plataforma WIN32 e a plataforma mainframe pode ser feita de duas formas:</p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">DBCon - Esta ferramenta foi desenvolvida pela Celepar e é uma solução para integração de ambientes heterogêneos. O objetivo principal do DBCon é permitir que aplicações Cliente/Servidor ou WEB executem subprogramas Natural no mainframe, trocando parâmetros como se estivesse sendo executada uma Remote Stored Procedure, através do Microsoft Transaction Server (MTS). </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">DBGateway - Produto SYBASE, o DBGateway funciona da mesma forma que o DBCon, possibilitando a troca de dados entre as duas plataformas. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left">Na escolha das soluções entra em consideração, entre outros fatores, o servidor que se tem disponível e as características das aplicações que utilizarão o gateway. O DBCon roda em servidores NT enquanto o DBGateway pode rodar em servidores NT e Unix. Em aplicações corporativas, muitas vezes é recomendado um servidor UNIX de maior porte para atender o volume de dados e transações.</p>&#13; <p class="text-align-left"><strong><em>ESTUDO DE CASO</em></strong></p>&#13; <p class="text-align-left">Para exemplificar a utilização desta solução híbrida podemos citar o caso de uma aplicação criada para atender demandas da área de habilitação do DETRAN/PR.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>Contexto</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">Na parte operacional, os usuários do sistema de habilitação já contavam com uma aplicação com interface gráfica (SQL Windows). No entanto, funções diferenciadas de cunho administrativo se encontravam em sistemas de interface caractere e com diferentes formas de operacionalização.</p>&#13; <p class="text-align-left">A demanda era, portanto, padronizar as funcionalidades e mantê-las em um único sistema. Em um segundo momento, foi decidido manter também o padrão de interface já utilizado pelo cliente.</p>&#13; <p class="text-align-left">Partiu-se então para o desenvolvimento de uma solução de interface gráfica em Delphi acessando as bases de dados ADABAS e executando a lógica negocial e transacional através de programas Natural.</p>&#13; <p class="text-align-left"><strong><em>Arquitetura da solução</em></strong></p>&#13; <p class="text-align-left">Os próximos itens dão uma visão geral das etapas do projeto:</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Segurança de acesso:</em></p>&#13; <p class="text-align-left">Para conseguir se conectar ao sistema o usuário precisa ter uma chave válida no mainframe com acesso ao sistema em questão. Através de uma rotina a chave/senha é validada no mainframe. Mais de três tentativas sem sucesso bloqueiam a chave do usuário por questões de segurança. Ao obter permissão para acessar o sistema, uma outra rotina busca em base mainframe uma relação de quais funções aquela chave está habilitada a acessar. Os componentes da tela, como por exemplo, menus, botões, submenus, entre outros, são automaticamente desativados ou ocultados se o usuário não tiver permissão para as funcionalidades que eles implementam;</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Integração entre as plataformas:</em></p>&#13; <p class="text-align-left">Foi utilizada a solução DBGateway como ferramenta de integração entre os ambientes. É necessária instalação do Sybase Open Client (32 bits);</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Visão Natural/ADABAS:</em></p>&#13; <p class="text-align-left">Grande parte do código Natural foi reaproveitado, sendo que em alguns casos foi necessário converter a estrutura de programas para subprogramas. Os parâmetros são recebidos pelo subprograma Natural através de uma subrotina específica de gerenciamento de transações que chegam via DBGateway. O subprograma executa o processamento, podendo retornar dados, códigos de erro ou acerto através do gerenciador de transações do DBGateway;</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Visão DELPHI:</em></p>&#13; <p class="text-align-justify">Os programas Delphi ficam responsáveis, basicamente, pelas validações iniciais, pela montagem dos parâmetros de envio e posterior movimentação dos campos de retorno para as telas de saída e/ou exibição de mensagens.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Esquema Geral:</em></p>&#13; <p class="text-align-left"> </p>&#13; <p class="text-align-left"><em><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="6bb9f762-cda5-4eaa-be87-b019946286e3" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/abela.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></em></p>&#13; <p><img height="174" src="imagens/abela.gif" alt="" /></p>&#13; <p class="text-align-left"><strong><em>DIFICULDADES E SOLUÇÕES ENCONTRADAS</em></strong></p>&#13; <p class="text-align-left">Ao longo do projeto foram encontradas algumas dificuldades. Listamos abaixo as principais e a solução encontrada para as mesmas:</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Convivência entre Sybase Open Client 10.0.3 (16 bits) e 11 (32 bits)</em></p>&#13; <p class="text-align-left">Como já citado, a parte operacional do sistema de habilitação foi desenvolvida em SQL Windows, sendo que esta solução exige a instalação do Sybase Open Client 16 bits no servidor ou nas máquinas que utilizarão o sistema. A versão instalada foi a 10.0.3. A aplicação Delphi, por sua vez, necessita da Open Client 32 bits, sendo que a versão disponível era a 11. Para resolver o conflito entre as duas versões foi implementado no sistema Delphi um mecanismo de setar as variáveis de sistema SYBASE e DSQUERY na sessão aberta pelo aplicativo com os valores necessários para a execução com sucesso.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Reconexão automática</em></p>&#13; <p class="text-align-left">O DBGateway tem um tempo padrão de desconexão por "timeout" e por inatividade. Para evitar que o usuário tenha de voltar a fazer a conexão com o sistema foi desenvolvido um método que testa se as conexões estão ativas e, em caso negativo, faz a reconexão automática. As mensagens de erro relativas à conexão só ocorrem se realmente alguma das entidades (ambiente NATURAL/ADABAS, rede ou DBGateway) estiver com problemas.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em>Distribuição de versões</em></p>&#13; <p class="text-align-left">Uma das partes mais incômodas de desenvolver aplicações WIN32 é a questão de distribuição de versões. Para evitar que versões desatualizadas sejam utilizadas pelos usuários e eliminar a necessidade de instalação de versão em cada máquina cliente, foi desenvolvido um software que faz a atualização automática de versões, copiando os arquivos mais atuais sobre os desatualizados. A aplicação não permite que o usuário se conecte se sua versão for anterior à disponível no servidor, informando ao usuário que é necessário fazer a atualização de versão.</p>&#13; <p class="text-align-left"><em><strong>CONCLUSÃO</strong></em></p>&#13; <p class="text-align-left">O uso deste tipo de solução híbrida pode ser bastante lucrativo. O exemplo de aplicação da solução citado no artigo já está com a segunda versão implantada, tem apresentado um bom tempo de resposta e tem se mostrado confiável.</p>&#13; <p class="text-align-left">Quanto à implementação da solução, é interesssante ressaltar para os analistas e programadores Natural, que a implementação da parte cliente em Delphi não é complicada. O único requisito, além do conhecimento da linguagem, é manter em mente que este é um projeto cliente-servidor e que, portanto, deve ser implementado como tal. A parte transacional deve ser bem organizada quando houver mais de uma rotina envolvida na execução de uma transação. A boa notícia é que as rotinas estruturais para projetos que usem esta tecnologia, como: rotinas de acesso, validação de chave/senha, verificação de funções válidas para o usuário, entre outras, já estão desenvolvidas e testadas.</p>&#13; <p class="text-align-left">Entre as vantagens do uso desta solução podemos citar:</p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">Eliminação de replicação de dados: Através do acesso direto à base de dados do mainframe elimina-se a replicação de dados e todos os problemas de integridade que a mesma pode causar. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Minimizar custos: É possível minimizar o custo de disponibilizar uma solução gráfica, uma vez que não é necessário migrar de base de dados, comprar um novo servidor e pode-se reaproveitar código e estruturas do sistema mainframe. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Estabelecer uma cultura de versões: Passa-se a trabalhar com mais familiaridade com o conceito de versões de sistema, disponibilizando produto ao usuário em curto período de tempo. Em vez de esperar seis meses pelo sistema completo, em um mês o usuário pode contar com as funções prioritárias do sistema. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Acompanhar a tendência de mercado, utilizando o melhor de cada tecnologia: a interface gráfica do Delphi e a robustez e confiabilidade do mainframe. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left">A Bela e a Fera. E dizem que em Informática não existem contos de fada... </p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Bela-e-Fera-Aplicando-Interface-Grafica-em-Sistemas-Legado" data-a2a-title="A Bela e A Fera: Aplicando Interface Gráfica em Sistemas Legado"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3535" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3535 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Bela-e-Fera-Aplicando-Interface-Grafica-em-Sistemas-Legado#comments Foco no Processo http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Foco-no-Processo <span>Foco no Processo</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div> <em>Autor: </em> <em>Marco Aurélio Cordeiro - GPS<br /></em>&#13; <table border="0"><tbody><tr><td width="100%"><strong><em>&#13; <p class="text-align-left">INTRODUÇÃO</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Organizações de software em todo o mundo empregam perto de 7 milhões de técnicos e geram anualmente uma receita de mais de 600 bilhões de dólares, com taxa de crescimento anual de mais de 25% nos últimos três anos. Metade desta receita é gerada por pacotes de software de uso geral, como os ERPs e a outra metade com o desenvolvimento de produtos específicos para clientes. A indústria de software é vista atualmente como um dos segmentos mais promissores, com um enorme potencial futuro.</p>&#13; <p class="text-align-left">Se considerarmos o desenvolvimento de software como um projeto, então, o foco desta indústria está na execução de projetos. Assumindo que, em média, cada projeto consome 7 pessoas/ano de esforço, então, a indústria de software, com seus 7 milhões de técnicos, executam algo em torno de 1 milhão de projetos por ano. Logo, desenvolver projetos de software eficientes é de fundamental importância para a indústria de software como um todo.</p>&#13; <p class="text-align-left">Os processos usados para desenvolver um projeto de software têm a maior importância na qualidade do software produzido e na produtividade alcançada pelo projeto. Por conseqüência, existe uma necessidade de evoluir os processos usados em uma organização para desenvolver projetos de software [Jalote 99].</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">EXECUÇÃO DE PROJETOS BASEADOS NA ABORDAGEM DE PROCESSOS</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Um projeto de desenvolvimento de software visa a construção de um produto de software que satisfaça as necessidades do cliente e seja desenvolvido e entregue dentro do custo e prazo especificado. Em outras palavras, as três principais características de um projeto são: custo, planejamento e qualidade, onde qualidade representa quão bom o produto é e satisfaz o cliente.</p>&#13; <p class="text-align-left">Um projeto é um sucesso quando atinge ou excede as expectativas destas três características - custo, planejamento e qualidade. Porém, a indústria de software pode citar muitos exemplos de projetos que fracassaram. A situação vem melhorando com o passar dos anos mas ainda temos muitos projetos fracassando em termos de cronograma, custo e qualidade. Uma pesquisa utilizando dados de projetos [Putnam 97] mostra que 1/3 destes projetos tem custo e cronograma além de 125% da estimativa inicial. Exemplos de projetos que saíram do controle têm sido documentados [Glass 98].</p>&#13; <p class="text-align-left">As possíveis razões para falhas de projeto incluem estimativas impróprias, falta de gerenciamento de requisitos, fraco gerenciamento de projeto, gerenciamento de risco impróprio, pobres soluções de engenharia. Muitas destas razões podem ser combinadas em uma categoria chamada "falha do processo". Um projeto de software falha, muitas vezes, porque o processo seguido não é apropriado. As maiores razões para o descontrole são: objetivos pouco claros, planejamento ruim, utilização de novas tecnologias, falta de uma metodologia de gerenciamento do projeto e pessoal insuficiente [Glass 98]. Todas estas razões podem ser consideradas falha do processo. Para um projeto ter sucesso, um parâmetro chave é o conjunto de processos utilizados. Se processos apropriados são utilizados, as chances do projeto ter sucesso é extremamente alta.</p>&#13; <p class="text-align-left">Alta produtividade pode gerar redução de custo e minimizar o tempo do projeto. Qualidade e produtividade são as metas de toda a organização, porém, ainda existe um objetivo mais primordial das organizações. É a previsibilidade. Não é suficiente que um projeto tenha alta qualidade e produtividade. A organização também quer prever qual será a qualidade e produtividade atingida. Se você não consegue ter previsibilidade, é porque você não consegue realizar estimativas apropriadas e isto é o mesmo que caminhar no escuro. Você nunca sabe se está indo no caminho certo.</p>&#13; <p class="text-align-left">Como o processo tem o maior efeito sobre qualidade e produtividade, um modo de melhorar este par está na melhoria do processo usado pela organização. Este é o foco deste artigo. Mostrar como o CMM propõe às organizações focarem seus processos.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">DEFINIÇÃO DO PROCESSO DA ORGANIZAÇÃO</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Área chave de processo do nível 3 do modelo CMM, chamado definido. Neste nível de maturidade é estabelecido um processo padrão da organização para desenvolvimento de projetos de software que inclui processos de gerenciamento e de engenharia de software. A partir deste processo padrão, adaptações necessárias a cada projeto são realizadas, derivando o processo de software definido que cada projeto, de forma individual, irá utilizar. Este processo definido, nada mais é do que processos de gerência de projeto e de engenharia de software, selecionados do processo padrão, para atender as características individuais dos projetos. Um processo é chamado definido quando possui entradas, padrões e procedimentos, mecanismos de verificação, saídas e critérios de aceitação, e é baseado em um entendimento comum das atividades, papéis e responsabilidades dos envolvidos no projeto de desenvolvimento de software. A capacitação deixa de ser uma habilidade das pessoas e passa a ser uma habilidade da organização [Fiorini 98].</p>&#13; <p class="text-align-left">A idéia básica da definição do processo da organização é desenvolver um conjunto de padrões tanto de atividades de gerência quanto de engenharia de software que possam ser utilizados por todos os projetos de software da organização, porém, flexíveis o bastante para possibilitar a sua adaptação às particularidades de cada projeto.</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-left"><strong>1. Ativos do Processo de Software (Software Process Assets)</strong></p>&#13; </em>&#13; <p class="text-align-left">Cada elemento deste conjunto de padrões, o CMM chama de ativos do processo, os quais fazem parte da estrutura conceitual do processo de desenvolvimento de software, ilustrado pela figura 1.</p>&#13; <p class="text-align-left">Estes ativos do processo incluem:</p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">Arquitetura do Processo de Software: é uma descrição do processo de software padrão da organização, os elementos que o compõe e o inter-relacionamento entre estes elementos. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Elemento do Processo de Software: é um componente do processo padrão e descreve um conjunto de atividades com forte relacionamento. Podem ser considerados como elementos o processo de estimativa de software, revisão, design, codificação, documentação... </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Ciclo de Vida do Software: deve prever os possíveis ciclos de vida utilizados pelos projetos da organização. O CMM cita o cascata, cascata estendido, espiral e outros [Sei 94] </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Diretrizes e Critérios para adaptação: asseguram a existência de uma base comum para todos os projetos de software e descrevem o que pode ou não ser adaptado do processo padrão para o processo definido </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Base de dados dos processos de software da organização: é uma base de dados utilizada para disponibilizar informações sobre os processos de software e os produtos (artefatos ou produtos intermediários) de software produzidos, tais como os dados de medições, estimativas, custo, número de defeitos, ... </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Biblioteca de documentação de processos de software: utilizada para armazenar documentos relacionados ao processo de software padrão da organização e permitir o compartilhamento destas informações por toda a organização. Pode conter exemplos de documentos, projetos de sucesso, padrões, procedimentos, planos,... </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left"> <em>obs</em>: sobre os dois últimos itens que tratam de disponibilização de informações, uma característica fundamental para o sucesso deste compartilhamento é a organização das informações. Se esta organização estiver inadequada, é provável que estas informações sejam muito pouco consultadas, e isto, implicará no insucesso da implantação do processo padrão.</p>&#13; <p class="text-align-left"> </p>&#13; <p class="text-align-left"><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="9700490c-000d-427d-889a-fbf4c7e38da9" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/foco1.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; <p> <img height="497" alt="" src="imagens/foco1.gif" /><br />Figura 1 - Estrutura conceitual do processo de software utilizado pelo CMM.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">2. Conteúdo do Processo Padrão da Organização</p>&#13; </em></strong>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">Decomposição do processo de desenvolvimento de software em elementos fundamentais, de tal forma que estejam bem descritos e possam ser seguidos. Cada um destes elementos é composto de atividades bem definidas e inter-relacionadas. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Descrição do relacionamento entre os elementos do processo, apontando a ordem de execução dos elementos, </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">interface e a interdependência. </p>&#13; </li>&#13; </ul><strong><em>&#13; <p class="text-align-left">3. Utilizando o Processo Padrão</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">A partir da definição do processo padrão da organização, este é utilizado a cada novo projeto, para a geração do processo definido do projeto que é adaptado para abranger as características específicas do projeto. O plano de desenvolvimento de software deve ser feito a partir do processo definido do projeto e deverá descrever as atividades que serão executadas, implementadas e controladas. Esta adaptação do processo padrão até o plano de desenvolvimento de software ocorre de acordo com a figura 2.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">CONCLUSÃO</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">As práticas básicas de estimativa, planejamento e acompanhamento de um projeto de software são baseadas em um processo que acumulou as melhores práticas de todos os projetos que foram adaptados do processo padrão, conduzindo cada novo projeto a uma chance maior de sucesso.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">[Jalote 99] JALOTE, Pankaj. <strong>CMM in practice</strong>: processes for executing software projects at Infosys. USA: Addison Wesley, 1999.</p>&#13; <p class="text-align-left">[Glass 98] GLASS, R. L. <strong>Software runaways, lessons learned from massive software project failures</strong>. USA: Prentice Hall, 1998.</p>&#13; <p class="text-align-left">[Putnam 97] PUTNAM, L. H.; MYERSM, W. <strong>Industrial strength software</strong> - effective management using measurement. USA: IEEE Computer Society Press, 1997.</p>&#13; <p class="text-align-left">[Sei 94] PAULK, Mark. <strong>The capability maturity model</strong> - guidelines for improving the software process. USA: Addison Wesley, 1994.</p>&#13; <p class="text-align-left">[Fiorini 98] FIORINI, Soeli. <strong>Engenharia de software com CMM</strong>. Rio de Janeiro: Brasport Livros e Multimídia, 1998.</p>&#13; <p><img height="415" alt="" src="imagens/foco2.gif" /></p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="21b51cd3-38ef-40b5-bfdf-cd574e398304" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/foco2.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p><br />&#13; Figura 2 - Adaptação do processo. </p>&#13; <p class="text-align-right"><strong><strong><br /></strong></strong></p>&#13; </td>&#13; </tr></tbody></table></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Foco-no-Processo" data-a2a-title="Foco no Processo"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3635" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3635 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Foco-no-Processo#comments As memórias do Computador: http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/memorias-do-Computador <span>As memórias do Computador:</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div>Suas Características, Formas de Acesso e Classificação&#13; <p class="text-align-left"><br /><em>Autor:</em> Lori Paulo Sandri Junior - Estagiário da GPS</p>&#13; <em></em>&#13; <table border="0"><tbody><tr><td width="100%">&#13; <p class="text-align-left">"Em um computador, as memórias desempenham um papel tão importante quanto o da CPU. Uma CPU veloz só terá eficiência se a memória for também veloz e relativamente grande. Assim, quando a quantidade de memória RAM é pequena, o sistema é obrigado a usar o disco rígido como uma memória auxiliar, só que o desempenho cai muito."</p>&#13; <p class="text-align-left">Os tipos de memória existentes podem ser relacionadas assim:</p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">RAM Dinâmica (DRAM) </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">RAM Estática (SRAM) </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">ROM </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">EPROM </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Flash ROM </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">CMOS </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Memória de Vídeo </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">ROMs das placas de expansão. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left">Vamos dar uma olhada em cada um dos tipos de memória citado, dando ênfase à memória RAM.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">MEMÓRIAS ROM, PROM E EPROM</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">A sigla ROM significa Read Only Memory (Memória somente para leitura). As memórias ROM têm como características:</p>&#13; <ul> &#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Não perdem seus dados quando são desligadas, o que significa que são memórias não-voláteis. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">Não podem, durante o seu uso normal, receber dados para serem armazenados. Seus dados são armazenados apenas uma vez, durante o seu processo de fabricação. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-justify">Dentro dessas características, a memória ROM é dividida:</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">ROM:</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Esse é o tipo tradicional de memória ROM. Os dados armazenados nela já saem prontos de fábrica e elas são produzidas em larga escala na indústria. Um exemplo de memória ROM é o BIOS (Basic Input Output Systems - Sistema básico de Entrada e Saída), que se localiza na placa-mãe e em qualquer placa de expansão.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">PROM:</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Significa Programmable ROM, ou seja, ROM programável. Trata-se de um espécie de ROM que é produzida apagada. O fabricante pode programá-las, ou seja, gravar seu programa. Esta gravação pode ser feita apenas um vez, pois utiliza um processo irreversível. Por isso, usa-se o termo queimar a PROM quando se grava nesta memória.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">EPROM:</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Significa Eraseable PROM, ou seja, uma ROM programável e apagável. Assim como ocorre com a PROM, a EPROM pode ser programada e a partir daí, comporta-se como uma ROM comum, mantendo os dados armazenados mesmo sem corrente elétrica, e permitindo apenas operações de leitura. A grande diferença é que a EPROM pode ser apagada com raios ultravioleta de alta potência. Possuem uma "janela de vidro", através da qual os raios ultravioleta podem incidir nas operações de apagamento. Nota-se que essa janela de vidro fica sempre coberta por um adesivo que tampa a passagem de luz. É fácil identificar um chip EPROM na placa mãe justamente pela presença desse adesivo.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">Flash ROM:</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Esta é uma memória ROM que tem uma característica inovadora por ser gravada através de processos eletrônicos especiais. Muitas placas de CPU que estão no mercado utilizam esse tipo de ROM para armazenar dados do BIOS, e possuem ainda os circuitos que permitem a sua gravação. Dessa forma, o usuário pode realizar atualizações no BIOS, fornecidas pelo fabricante da placa de CPU. </p>&#13; <p class="text-align-left">Entende-se, então, que as memórias ROM são usadas geralmente por chips que controlam as placas adaptadoras e a placa-mãe. Nos antigos XT, as ROMs tinham cerca de 8KB. As atuais possuem cerca de 64KB a 128KB.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">MEMÓRIAS RAM</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">A RAM (Random Access Memory - Memória de acesso aleatório) é a memória usada em alta escala e cada vez em maior quantidade nos computadores e tem como principais características:</p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">Permite a leitura e a gravação de dados, enquanto as ROMs só servem para leitura. </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">É volátil, isto é, a memória RAM perde todos os seus dados assim que é desligada. Isto não é nenhum problema, pois quando o computador é ligado, o sistema operacional novamente é transferido do disco rígido para a RAM. </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left">Existem vários tipos de RAM com diversas características e para diversas aplicações. A mais conhecida é a DRAM (dinâmica) e a SRAM (estática).</p>&#13; <em>&#13; <p class="text-align-justify">Diferenças entre DRAM e SRAM</p>&#13; </em>&#13; <table border="1"><tbody><tr><td width="166">&#13; <p>DRAM</p>&#13; </td>&#13; <td width="194">&#13; <p>SRAM</p>&#13; </td>&#13; </tr><tr><td width="166">&#13; <p>Mais lenta</p>&#13; </td>&#13; <td width="194">&#13; <p>Mais rápida</p>&#13; </td>&#13; </tr><tr><td width="166">&#13; <p>Mais barata</p>&#13; </td>&#13; <td width="194">&#13; <p>Mais cara</p>&#13; </td>&#13; </tr><tr><td width="166">&#13; <p>Mais densa</p>&#13; </td>&#13; <td width="194">&#13; <p>Menos densa</p>&#13; </td>&#13; </tr><tr><td width="166">&#13; <p>Necessita de Refresh</p>&#13; </td>&#13; <td width="194">&#13; <p>Não necessita de Refresh</p>&#13; </td>&#13; </tr></tbody></table><p class="text-align-left">"Toda a memória RAM é mais lenta ou mais rápida de acordo com o tempo de acesso medido em nano-segundos (bilionésimos de segundo). A DRAM é mais lenta que a SRAM. É comum hoje encontrar nas DRAMs 60ns de tempo de acesso, enquanto que nas SRAM é de 10 a 15ns. E, por ter uma qualidade superior, a SRAM é mais cara que a DRAM. Pode-se identificar a velocidade da memória observando o chip. Para uma memória de 60ns, os fabricantes geralmente colocam -6, 60, -60, 6, 06 para sua identificação." (observe a figura abaixo).</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="5b366ba3-c088-4375-99a4-c429bfa0d193" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag1.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p class="text-align-left">Um 80386 usava geralmente a memória DRAM com 80ns de acesso. Um 80486, com 70ns. E um Pentium atual, usa geralmente 60ns de acesso. Quanto maior o tempo de acesso, mais o desempenho da máquina cai.</p>&#13; <p class="text-align-left">"Os circuitos da SRAM são mais elaborados, o que resulta em maior custo. E esta é a razão da SRAM ser menos densa que a DRAM. Essa densidade influi diretamente na capacidade embutida nos módulos de memória. Chamamos de módulos de memória o agrupamento de chip de DRAM ou SRAM de forma que completem um tamanho. Também podemos chamar os módulos de memória de pentes de memória. Os chips de DRAM possuem, então, muito mais capacidade que a SRAM, de forma que se encontramos a SRAM com 256 a 1MB num módulo, a DRAM pode ser encontrada de 1 a 32MB num único módulo."</p>&#13; <p class="text-align-left">"A constituição da SRAM e DRAM tem uma variação bem simples: a DRAM necessita de pulsos de 15ns para manter seu conteúdo, de forma que a energia não fique o tempo todo abastecendo os chip. Esse pulso periódico é o refresh. Cada bit da DRAM necessita de um transistor e de um capacitor. Já a memória SRAM não necessita de refresh, como se a corrente elétrica estivesse o tempo todo ligada a ela por meio de interruptores que acionam e fecham a memória. Assim, o tempo de acesso é menor. Mas a sua desvantagem é o seu tamanho, pois requer seis transistores para cada bit."</p>&#13; <p class="text-align-left"><strong><em>MEMÓRIAS DRAM</em></strong></p>&#13; <p class="text-align-left">Os chips de DRAM diferenciam nos seguintes aspectos:</p>&#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left">número de células na memória; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">tamanho de cada célula na memória; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">tempo de acesso; </p>&#13; </li>&#13; <li>&#13; <p class="text-align-left">encapsulamento; </p>&#13; </li>&#13; </ul><p class="text-align-left">"O número de células é relacionado com a capacidade de armazenamento (ou posições de memória), existindo chips com 8KB a 16MB de células de memória. O tamanho das células de memória é o número de bits que cada célula armazena."</p>&#13; <p class="text-align-left">Existem chips de memória com 1, 4, 8, 9, 32 ou 36 bits. O tempo de acesso, como falamos anteriormente, é medido em bilionésimos de segundo, conhecidos como nano-segundos.</p>&#13; <strong><em>&#13; <p class="text-align-left">Encapsulamento e instalação da DRAM</p>&#13; </em></strong>&#13; <p class="text-align-left">Até o final dos anos 80, a memória DRAM era feita com o encapsulamento DIP, que tinha que ser encaixada na placa-mãe. Logo depois surgiu o encapsulamento SIPP, que deu lugar, por sua vez, ao encapsulamento SIMM. Veja cada um dos chips abaixo:</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="e750b6d6-6e25-4591-bac1-203fe63ea12b" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag2.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Um chip de memória</p>&#13; <p><img height="150" alt="" src="imagens/estag3.gif" /></p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="3acc0a34-f43e-4fd3-904f-71acfab56cc6" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag3.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; <p><br /></p>&#13; <p> Um módulo de memória SIPP</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="e6d7cfde-3a90-449d-b981-6df3a6dac8d7" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag4.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Um módulo de memória SIMM</p>&#13; <p class="text-align-left">O SIMM surgiu por volta de1992 e, até hoje, os chips de memória que compõem as placas adaptadoras são do tipo DIP (Dual In-Line Package).</p>&#13; <p class="text-align-left">Com o SIPP (Single In-Line Pin Package), surgiu o que é chamado módulos de memória, que eram vários chips de DRAM numa fileira de terminais que se encaixavam num soquete. Esse tipo de encapsulamento foi bastante usado até o início dos anos 90. Visualmente, pode ser uma mistura do que é o DIP e o SIMM.</p>&#13; <p class="text-align-left">Mas logo que o SIPP tornou-se popular, surgiu o SIMM (Single In-Line Memory Module), que é eletricamente igual ao SIPP, possuindo de diferente apenas a forma de seus contatos para afixação na placa-mãe. Podemos dizer que o SIPP possui perninhas e o SIMM, contatos na borda inferior.</p>&#13; <p class="text-align-left">Entre 1992 e 1994, usou-se muito os módulos de memória SIMM pequenos, de 30 pinos. Esses módulos operam com 8 bits cada um, necessitando serem usados em grupos. Nota-se que os módulos de 30 pinos (ou vias) conseguiam compor no máximo 4MB em um único módulo. Então, para completar um banco de memória num 80386, eram necessários 4 desses módulos, pois 4x8bits significa 32 bits, o suficiente para um 80386 ou 80486.</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="4977fe75-ac9c-4a19-90d0-846723935da6" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag5.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Módulo de memória de 30 vias</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="fd579a88-9859-41d4-bb01-1b0ce0a80416" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag6.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="ec4db6b9-3b0a-412e-81c3-a1954e115dac" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag7.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p class="text-align-left">Dois bancos (oito slots) de memória SIMM 30 pinos.</p>&#13; <p class="text-align-left">E, como operam com 8 bits, necessita-se então de 4 módulos para que pelo menos um banco seja preenchido. Não se pode colocar menos que quatro módulos num banco e nem mesmo colocar módulos de capacidades diferentes. Não se aconselha, inclusive, colocar módulos de velocidades diferentes. Colocar 4MB significa adquirir 4 módulos de 1MB e colocar no BANK0.</p>&#13; <p class="text-align-left">Colocar 8MB significa adquirir 8 módulos de 1MB e colocar no BANK0 e no BANK1. Colocar 16MB significa adquirir 4 módulos de 4MB cada no BANK0, e 32MB, oito módulos de 4MB no BANK0 e no BANK1. Essas são as combinações possíveis.</p>&#13; <p class="text-align-left">Mais tarde, surgiram os módulos SIMM de memória de 72 vias, que são um pouco maiores do que os de 30, operando a 32 bits, que os últimos 486 fabricados usavam muito, também, algumas vezes, em conjunto com os de 30 vias. Esses módulos de memória de 72 vias podem ter até 32MB e um único módulo. Como esses módulos são de 32 bits, para poder completar um banco num Pentium, que é de 64 bits, são necessários 2 módulos.</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="73046e75-5eae-4045-8a7d-995f7eb2faca" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag8.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Módulo de memória de 72 vias:</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="724997b0-0385-425d-bc3c-c8d7393b08e9" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag9.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Combinação para se chegar a 64 bits num Pentium:</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="032bcdcd-4bb6-41ec-8e52-f6160a942978" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag10.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p>Bancos de memória num Pentium e alguns 80486 de 72 pinos:</p>&#13; <p class="text-align-left">Para essas placas-mãe, as combinações possíveis variam muito. Para 8MB de memória, pode haver 4 módulos de 1MB de 30 vias no BANK2 e um módulo de 4MB de 72 vias no BANK0 ou dois módulos de 4MB de 72 vias nos BANK0 e BANK1 ou ainda um módulo de 8MB de 72 vias no BANK1. Pode-se colocar em cada banco (pois são 3) memórias diferentes, entre outras combinações. Mas, sempre que se usar os módulos de 30 vias, serão necessários pelo menos 4 módulos. E, quando se usar os de 72 vias, pelo menos um módulo será necessário.</p>&#13; <p class="text-align-left">Em 1997 surgiram as memórias no encapsulamento DIMM (Dual In-Line Memory Module), que é uma módulo de memória com um encaixe igual ao do SIMM, mas que é de 168 pinos, praticamente o dobro do tamanho de um SIMM. Essa memória é de 64 bits. Assim, para um Pentium, basta um desses módulos de memória para funcionar.</p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="bb739dfb-e280-4909-9caf-0592b8b45805" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/estag11.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Módulo de memória DIMM de 32MB</p>&#13; <p class="text-align-left">Repare como há dois encaixes para a colocação certa. O tamanho real é cerca de 1,5 do SIMM.</p>&#13; <p class="text-align-left">É normal encontrar nos computadores de hoje 32 a 64MB de memória. Para cada quantidade, deve-se ter a combinação certa de memória a ser colocada. Geralmente, a expansão máxima permitida é de até 128MB numa placa-mãe. </p>&#13; </td>&#13; </tr></tbody></table></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/memorias-do-Computador" data-a2a-title="As memórias do Computador:"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3637" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3637 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/memorias-do-Computador#comments www.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/wwwprgovbr-58 <span>www.pr.gov.br</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autoras: <em>Olga Maria Soares da Costa - GAC</em> <em>Marta Zanatta Lima - GAC</em></em>&#13; <p class="text-align-left"><em><em><br /></em> </em>&#13; </p><table border="0"><tbody><tr><td width="100%">&#13; <p class="text-align-left">Esta coluna se destina a divulgar o conteúdo do servidor WWW da Companhia de Informática do Paraná – CELEPAR que hospeda a maioria das páginas dos órgãos do Governo do Estado.<em> </em></p>&#13; <p class="text-align-left">Para acessar as páginas você pode navegar através da home page do Estado em www.pr.gov.br ou, diretamente, nos endereços específicos encontrados nos números anteriores do Bate Byte.</p>&#13; <em><strong>&#13; <p>PÁGINA DO MÊS <br /></p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="fdc364e7-7f7f-4b92-8f1f-84145ac03fdd" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao100/www.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; </strong></em>&#13; <p>Departamento de Imprensa Oficial do Estado - DIOE - <a href="http://www.pr.gov.br/dioe">www.pr.gov.br/dioe</a></p>&#13; <p><img src="imagens/www.gif" alt="" /></p>&#13; <p><em><strong>NOVIDADES DO MÊS </strong></em></p>&#13; <p class="text-align-justify">Páginas novas e páginas cujo endereço ou conteúdo foi modificado:</p>&#13; <ul><li>Biblioteca da Secretaria de Estado da Educação - SEED<br /><br /></li>&#13; <li>Centro Juvenil de Artes Plásticas - CJAP<br /><br /></li>&#13; <li>Colégio Estadual do Paraná</li>&#13; </ul>&#13; <ul><li>Defesa Civil<br /><br /></li>&#13; <li>Departamento Estadual de Transporte Oficial - DETO<br /><br /></li>&#13; <li>Departamento de Imprensa Oficial do Estado - DIOE<br /><br /></li>&#13; <li>Ouvidoria Geral do Estado<br /><br /></li>&#13; <li>Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná - SEAB<br /><br /></li>&#13; <li>Secretaria Especial para Assuntos da Previdência - SEAP</li>&#13; </ul><p class="text-align-right"><a href="location.replace('./');"></a></p>&#13; </td>&#13; </tr></tbody></table></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/wwwprgovbr-58" data-a2a-title="www.pr.gov.br"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3639" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3639 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/wwwprgovbr-58#comments Vale a pena conferir http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Vale-pena-conferir-47 <span>Vale a pena conferir</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autora:</em> Luciana Murari Wenceslau - Estagiária da GPT                              &#13; <p class="text-align-left">Visite mais alguns sites. </p>&#13; <strong>&#13; <p class="text-align-left">Bonsai Brasil</p>&#13; </strong> &#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left"><a href="http://www.bonsaibrasil.com.br">www.bonsaibrasil.com.br</a> </p>&#13; </li>&#13; </ul>  <blockquote> &#13; <p class="text-align-left">Para os apaixonados por BONSAI - aquelas arvorezinhas, muito pequeninas mesmo! Que são um charme!!</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Além das informações sobre Bonsai, esta página irá apresentar a Bonsai Brasil, seu viveiro, produtos e também os mais importantes eventos.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">A Bonsai Brasil foi criada pelo eng. Agrônomo Carlos Eduardo Tramujas após um aprimoramento de vários anos de estudos e trabalhos, com o objetivo de atender, comercializar e dar assistência técnica às pessoas que queiram se aprofundar ou mesmo iniciar-se na arte do bonsai.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Possui um viveiro, em Curitiba, com mais de três mil bonsai, de espécies e idades diversificadas, incluindo um acervo que pode ser considerado um dos maiores do Brasil. Comercializa plantas de grande qualidade, bem estruturadas, com formatos definidos e vêm acompanhadas por um guia técnico para maior orientação.</p>&#13; </blockquote> <strong>&#13; <p class="text-align-left">Masp</p>&#13; </strong> &#13; <ul><li>&#13; <p class="text-align-left"><a href="http://www.uol.com.br/masp">www.uol.com.br/masp</a> </p>&#13; </li>&#13; </ul><blockquote>&#13; <p class="text-align-left">Para quem gosta de arte!</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">Muita imagem de boa qualidade, texto na medida do necessário, desenho elegante e navegação eficiente caracterizam o site do Museu de Arte de São Paulo. Podem ser apreciadas e impressas obras do acervo e de exposições importantes, como as de Michelangelo, Monet, Salvador Dali e Botero. O site ainda traz a história do Masp, informações sobre seus eventos e links para outros menus.</p>&#13; </blockquote> <strong>&#13; <p class="text-align-left">Elefante</p>&#13; </strong>&#13; <ul> &#13; <li>&#13; <p class="text-align-left"><a href="http://www.elefante.com.br">www.elefante.com.br</a> </p>&#13; </li>&#13; </ul><blockquote>&#13; <p class="text-align-left">É um serviço gratuito de Agenda na Internet, disponibilizado pela Elefante Internet S/A, que lembra ao usuário suas tarefas, compromissos, aniversários e datas comemorativas, por e-mail, pager ou celular. No celular, o aviso do compromisso vai junto com o número do telefone da pessoa, se ele estiver anotado no caderno de endereços virtual.</p>&#13; &#13; <p class="text-align-left">A agenda tem ainda horóscopo, fases da lua, programação de TV e o Elefante News, um serviço de clipping de notícias selecionadas por temas, entregue de manhã, à tarde e/ou à noite.</p>&#13; </blockquote>&#13; <div class="text-align-right">&#13; <p><strong><strong>murari@celepar.gov.br</strong></strong></p>&#13; <p><a href="location.replace('./');"></a></p>&#13; </div>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Vale-pena-conferir-47" data-a2a-title="Vale a pena conferir"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3641" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3641 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Vale-pena-conferir-47#comments Novidades da Biblioteca http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-98 <span>Novidades da Biblioteca</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><table border="0"><tbody><tr><td width="100%">&#13; <p class="text-align-left">01. BROWN, Kyle et al. <strong>Lotus Notes and Domino 5</strong>: bible. Foster City: IDG Books, 2000. 880 p. (Inclui 1 CD-ROM).</p>&#13; <p class="text-align-left">Mostra  como fazer o Lotus Notes e o Domino 5 funcionarem de forma fácil e rápida para trabalhar em grupo de maneira mais eficaz e eficiente. Pretende aprofundar-se nas novas funções como o Notes Designer para Domino e as interfaces dinâmicas, assim como ferramentas de colaboração e banco de dados Notes. Destinado a administradores de rede, líderes de equipes e usuário Notes, procura fazer uma cobertura completa do Lotus Notes e Domino 5. O CD-ROM inclui utilitários e ferramentas de produtividade.</p>&#13; <p class="text-align-left">02. DELGADO, Nereu. <strong>Administrando com uma informática eficaz</strong>. São Paulo: Nobel, 1999. 80 p.</p>&#13; <p class="text-align-left">Texto acessível, organizado com o objetivo de demonstrar, principalmente a executivos e empresários não profissionais da informática, como a informática pode resolver com simplicidade o cotidiano das empresas, melhorando seu ritmo, consolidando a firma e auxiliando na conquista de novos mercados e na ampliação dos lucros. Ou seja, utilizando-se dos recursos da informatização empresarial de uma forma eficaz.</p>&#13;  &#13; <p class="text-align-left">03. LONDERGAN, Stephen; FREELAND, Pat. <strong>Lotus Notes R5 for dummies</strong>. Foster City: IDG Books, 2000. 338 p.</p>&#13; <p class="text-align-left">Documenta completamente a interface com o usuário do Lotus Notes R5, além de instruir melhor o usuário para uso de correio eletrônico, participação em conferências, compartilhamento de arquivos e outras facilidades desta ferramenta de trabalho cooperativo dentro das organizações. Os leitores aprenderão como melhorar sua interface Notes através das funções de correio, agenda e reserva de recursos. O livro dedica especial atenção ao uso de bancos de dados em todas as formas.</p>&#13; <p class="text-align-left">04. LONDERGAN, Stephen; FREELAND, Pat. <strong>Lotus Notes R5 for dummies</strong>: quick reference. Foster City: IDG Books, 2000. 208 p.</p>&#13; <p class="text-align-left">Com uma forma simples de responder todas as questões sobre Lotus Notes sem sair de sua mesa, este livro cobre aspectos clássicos de questões Notes, assim como e-mail, banco de dados, navegação web, questões relacionadas a pesquisa de informações, uso de chat, interface com novos browsers, e compatibilidade com Windows 98 e NT. </p>&#13; <p class="text-align-right"><strong><a href="mailto:biblioteca@celepar.pr.gov.br"><strong>biblioteca@celepar.pr.gov.br</strong></a></strong></p>&#13; </td>&#13; </tr></tbody></table></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-98" data-a2a-title="Novidades da Biblioteca"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3643" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3643 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-98#comments Dez anos do Bate Byte http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Dez-anos-do-Bate-Byte <span>Dez anos do Bate Byte</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor:</em> <em>Danilo Scalet - Diretor Técnico<br /></em>&#13; <p class="text-align-left">Comemoramos nesta edição o décimo aniversário do Bate Byte. Uma publicação que vem retratando a evolução dos estágios da tecnologia da informação, com uma peculiaridade, à medida que traz os impactos do uso da tecnologia na administração pública estadual, pois a maior parte dos artigos é escrita por técnicos da CELEPAR. Neste último ano vários artigos têm representado a forte influência da Internet na sociedade e na economia. Os tópicos tratados contemplaram a Internet nos seus aspectos de infra-estrutura de apoio, tecnologia de desenvolvimento de software e casos de sucesso na administração pública. </p>&#13; <p class="text-align-left">Um exercício interessante seria a projeção do que estará tratando o editorial comemorativo do décimo primeiro aniversário do Bate Byte, diante das enormes perspectivas que se apresentam para o próximo ano. Qual será a influência da tecnologia da informação na administração pública neste período de um ano? A tecnologia disponível está modificando a maneira com que as empresas têm que tratar seus negócios, seja na forma de adquirir seus insumos, comercializar seus produtos e serviços e se relacionar com seus clientes, parceiros e até mesmo concorrentes. Não se trata de alguma estratégia de marketing para demonstrar imagem de "modernidade", mas é pura questão de sobrevivência. Algumas empresas estão sucumbindo, enquanto que surgem novos agentes no mercado, já etiquetados como "empresas da nova economia". Qual a capacidade da Administração Pública em se adaptar a esta "onda"? Como os provedores de soluções de tecnologia da informação para a Administração Pública (por exemplo a CELEPAR) irão fornecer alternativas ajustadas a esta nova conjuntura?</p>&#13; <p class="text-align-left">O cenário indica que o novo relacionamento estabelecido entre empresas, e destas com os seus clientes (que também são cidadãos clientes do Estado), tende a gerar uma enorme pressão por repactuar a forma de relacionamento destes entes com a Administração Pública, nos seus níveis municipal, estadual e federal. Este novo tipo de interação deve modificar tanto os mecanismos de pagamento de taxas e tributos, quanto a contrapartida do Estado na prestação de serviços e na sua atuação como entidade reguladora na sociedade. O efeito desta "revolução" não será apenas no uso de tecnologia. Com certeza, impactará os processos atualmente adotados e, oxalá, a forma de relacionamento das várias esferas e níveis dos poderes público. Talvez os efeitos mais sensíveis levem um pouco mais do que um ano para serem observados mas, sejamos otimistas, os resultados serão muito positivos. </p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Dez-anos-do-Bate-Byte" data-a2a-title="Dez anos do Bate Byte"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/3645" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 3645 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Dez-anos-do-Bate-Byte#comments Trabalho em Equipe no Desenvolvimento de Sistemas http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Trabalho-em-Equipe-no-Desenvolvimento-de-Sistemas <span>Trabalho em Equipe no Desenvolvimento de Sistemas</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-100" hreflang="pt-br">Edição 100</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><br />&#13; Autor: Paulo Alcion de Oliveira - GPS<br /><br />&#13; A acelerada evolução da Tecnologia da Informação tem trazido profundos impactos em diversas frentes envolvidas em sua aplicação. Uma destas frentes refere-se à forma de trabalho dos técnicos e das equipes de desenvolvimento de sistemas. As constantes mudanças verificadas nas tecnologias de desenvolvimento, associadas às também contínuas mudanças do perfil e exigência dos Clientes, têm demandado dos desenvolvedores e das equipes uma significativa adaptação nos seus processos, práticas e forma de organização. Até há pouco tempo o analista dependia fortemente dele mesmo para garantir o sucesso no desenvolvimento de um sistema. Para isto tinha de possuir, além da experiência, conhecimento das técnicas e processos de desenvolvimento. Demandava treinamento que visasse capacitá-lo a desempenhar suas atividades e um período para que pudesse aperfeiçoar seus conhecimentos na prática. Tudo isto demandava tempo. Este tempo requerido passou a tornar-se incompatível com a agilidade necessária para a assimilação das evoluções e a sua aplicação nas soluções demandadas pelos Clientes.<br /><br />&#13; A Internet é um exemplo pois, muito mais do que uma tecnologia, mostra-se como um meio facilitador para o desenvolvimento de aplicações, apresentando uma série de novas possibilidades na forma de novas tecnologias, técnicas e ferramentas. Também amplia em muito as possibilidades de troca de experiências entre os desenvolvedores, já que reduz a distância entre eles - por exemplo: se precisamos de uma solução para um determinado problema, podemos entrar em uma lista de discussão, apresentá-lo e depois selecionar qual a melhor solução entre aquelas que nos são apresentadas. Tudo muito ágil, sem a necessidade de partir para um longo estudo de alternativas, que certamente demandaria tempo - que em certos momentos não temos.<br /><br />&#13; Se não há mais tempo para o analista adquirir os conhecimentos necessários, como fazer para garantir a qualidade dos sistemas a serem desenvolvidos? Experiências da empresa demonstram que o conhecimento não precisa ser todo adquirido por uma única pessoa, podendo estar "espalhados" pelos componentes da equipe de desenvolvimento. O sucesso dependerá da qualidade do processo de gerenciamento do trabalho do grupo envolvido no projeto. Neste sentido a equipe precisa ser organizada para o máximo aproveitamento das capacidades de cada componente, sendo que estas devem ser maximizadas, através de um constante processo de reciclagem e auto-estudo.<br /><br />&#13; Componentes com conhecimento no negócio são importantes pois darão o suporte negociável necessário para identificação do problema e garantir uma solução adequada - não havendo na equipe alguém com este conhecimento é necessária a seleção e a incorporação. Outros que sejam responsáveis pela qualidade dos bancos de dados, através da adoção de um processo adequado de administração de dados e de banco de dados. Outro grupo será responsável pela elaboração da interface com o usuário, procurando não somente desenvolver, mas verificando a possibilidade de utilização, parcial ou total, de soluções de mercado. Um grupo para administrar o ambiente operacional, verificando as necessidades de evolução frente às necessidades do desenvolvimento e da implantação dos sistemas desenvolvidos. Por fim, o grupo de gestores de projetos que ficariam responsáveis por gerenciar as atividades do grupo envolvido no projeto - envolvendo processos de levantamentos, especificações da estrutura e arquitetura, contratações, acompanhamentos e avaliações de produtos.<br /><br />&#13; O sucesso no resultado do trabalho em equipe é algo que motiva, muito mais do que resultados individuais. Todos podem ser aproveitados podendo utilizar melhor suas capacidades em benefício do grupo e do resultado final. As experiências de trabalho em equipe permitem que os conhecimentos de cada componente sejam assimilados pelos demais, possibilitando liberação de tempo para reciclagem dos conhecimentos. Dependendo da quantidade de componentes da equipe e do volume de demandas, alguns analistas podem assumir uma ou mais funções - por exemplo: o componente com conhecimento do negócio ou o encarregado pela interface pode assumir a gestão do projeto. Fazem sabendo que é algo momentâneo, ligado a uma situação especial, ficando atento ao seu principal papel na equipe.<br /><br />&#13; A tendência inicial neste tipo de organização de equipe seria dos especialistas participarem desde o início do projeto junto ao Gestor. Isto ocorre pois o gerente não tem conhecimento completo e procura a segurança da participação de todos desde as fases iniciais do projeto. Isto tem de ser evitado, já que a capacidade produtiva é finita, não permitindo que um especialista participe em tempo integral de todos os projetos.<br /><br />&#13; O gestor deve acionar adequadamente os especialistas durante as fases do processo de desenvolvimento. O especialista no negócio será acionado durante as fases de levantamentos. A partir de uma visão clara das necessidades, o gestor aciona todos os especialistas para uma discussão sobre a estrutura e arquitetura da solução. A partir disto os especialistas serão acionados dependendo das fases: o de dados, chamado a participar na fase de montagem de modelo de dados e de especificação do banco de dados; o de interface, na fase de especificação da solução e de projeto de interface, e o de ambiente, na especificação da infra-estrutura operacional do sistema. Com o projeto concluído, uma revisão técnica com todos os especialistas é importante para os ajustes finais. O importante é o gestor possuir domínio sobre a solução como um todo, não necessariamente tendo o conhecimento completo e detalhado de todas as suas partes.<br /><br />&#13; A partir do projeto o gestor parte para o processo de contratação do desenvolvimento com a equipe, de acordo com os requisitos de prazos definidos junto ao cliente. Aciona os especialistas de dados, interface e ambiente, contratando as atividades a serem desenvolvidas. Também aciona o especialista no negócio quanto houver a necessidade de detalhar algum procedimento junto aos outros componentes do projeto. Acompanha o desenvolvimento das atividades, avalia produtos parciais e estabelece e executa eventuais ações de redirecionamento do andamento do projeto. Avalia o produto final verificando se todas as partes estão adequadamente integradas. Busca constante acompanhamento das atividades junto ao cliente do projeto, gerenciando as naturais expectativas com relação à entrega dos produtos.<br /><br />&#13; Cabe ressaltar que não existe hierarquia entre os componentes da equipe - todos os envolvidos são responsáveis pelo projeto, afinal o sucesso do trabalho será resultado do empenho de cada componente. Cada um assume uma postura de colocar seus conhecimentos à disposição do grupo, levantando alternativas, decidindo e continuamente reafirmando a importância de sua atividade para o projeto. Tudo isto em um clima em que devem ser observadas as melhores práticas de relacionamento interpessoal.<br /><br />&#13; Várias experiências de sucesso da empresa demonstram a importância do trabalho em equipe - elas certamente contribuem para uma organização mais adequada dos grupos de desenvolvimento e da empresa. A partir do amadurecimento pode surgir a necessidade de formar novos grupos especialistas e melhorias no processo como um todo, garantindo, assim, a evolução do trabalho da empresa.<br /><br />&#13; Todo o processo de organização deve ocorrer tendo como foco principal o atendimento ao Cliente, buscando-se constantemente a agilidade na entrega e qualidade dos produtos.<br /><br />&#13; alcion@celepar.gov.br</div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Trabalho-em-Equipe-no-Desenvolvimento-de-Sistemas" data-a2a-title="Trabalho em Equipe no Desenvolvimento de Sistemas"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/351" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 351 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Trabalho-em-Equipe-no-Desenvolvimento-de-Sistemas#comments