Edição 101 http://www.batebyte.pr.gov.br/ pt-br Edição 101 - Setembro/2000 http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Edicao-101-Setembro2000 <span>Edição 101 - Setembro/2000</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><table border="0"><tbody><tr><td><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="b139150d-0c4c-41a9-b4e6-7f66388cc7cf" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/capas/bb101.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </td>&#13; </tr></tbody></table><a href="/Pagina/Flagrantes-Zuzubem">Flagrantes: Zuzubem!!</a> - Pedro Colodi<br /><br /><a href="/Pagina/Gestao-de-Metadados-Sua-Evolucao-na-Tecnologia-da-Informacao">Gestão de Metadados: Sua Evolução na Tecnologia da Informação</a> - Ricardo Shoiti Ikematu<br /><br /><a href="/Pagina/Central-de-Atendimento-CELEPAR-CAC-minha-experiencia">Central de Atendimento Celepar - CAC (A Minha Experiência)</a> - Elaine Maria Schwarzbach<br /><br /><a href="/Pagina/Web-Based-Enterprise-Management-WEBEM"> WEB-Based Enterprise Management - WEBEM</a> - José Luís Vieira Carvilhe<br /><br /><a href="/Pagina/Um-Pouco-de-Estruturas-de-Arquivos">Um Pouco de Estruturas de Arquivos</a> - Pedro Luis Kantek Garcia Navarro<br /><br /><a href="/Pagina/Dicas-do-Notes"> Dicas do Notes</a> - Marcia Yurimi Ono Sens<br /><br /><a href="/Pagina/Metricas-de-Software"> Métricas de Software</a> - Marco Aurélio Cordeiro<br /><br /><a href="/Pagina/Coluna-do-Estagiario-Celepariano-Voce-Sabe-o-que-e-Pipeline">Coluna do Estagiário Celepariano: Você Sabe o que é Pipeline???</a> - Andre Marzulo<br /><br /><a href="/Pagina/wwwprgovbr"> www.pr.gov.br</a> - Olga Maria Soares da Costa e Marta Zanatta Lima<br /><br /><a href="/Pagina/Vale-pena-conferir">Vale a pena conferir</a> - Bogdan Tomoyuki Nassu<br /><br /><a href="/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-4"> Novidades da Biblioteca</a><br /><br /><a href="/Pagina/Racha-Cuca-5"> Racha Cuca</a><br /><br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Edicao-101-Setembro2000" data-a2a-title="Edição 101 - Setembro/2000"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/67" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 67 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Edicao-101-Setembro2000#comments Flagrantes: Zuzubem!! http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Flagrantes-Zuzubem <span>Flagrantes: Zuzubem!!</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor: Pedro Colodi - GSO</em><br /><br /><br />&#13; Este é o nome do grupo de teatro amador, composto por associados da Fundação CELEPAR. Ou, como diz a Tânia - Grupo de Teatro e Outras Encenações.<br /><br />&#13; O grupo supera todas as expectativas que se possa ter de união, camaradagem, ajuda mútua, compreensão, amizade, etc., parece até uma família sem sogra, cunhado ou aquele irmão pentelho.<br /><br />&#13; O destaque é a dedicação dos componentes em prol de um "grande espetáculo" (pelo menos para não fazer muito feio...). Certa vez, dois funcionários foram vistos sentados no banco do jardim da empresa, na hora do almoço, fazendo largos gestos e altas ameaças, brandindo, ao que parecia, um escudo, discutindo, berrando e, claro, já chegou a turma do deixa disso - e não era nada disto mesmo, era puro ensaio.<br /><br /><br />&#13; Uma outra personagem, uma das mais dedicadas, diga-se de passagem, não só com o seu papel, mas com toda a produção de qualquer dos trabalhos do grupo, foi vista em companhia de mais dois personagens, de cestinha na mão, fazendo compras em um Sex Shop, em busca de adereços para compor o figurino da peça - que mico, heim!?<br /><br />&#13; A peça "O Bonifácio" representada no nosso jantar de final de ano, em dezembro de 1998, seria novamente representada no final de julho de 1999, só que desta vez no Teatro Guaíra (lógico que no pequeno auditório, mas sabe o que isto significou?). A emoção tomou conta do povo, afinal seria a primeira vez que pisaríamos num palco de teatro de verdade, onde as pessoas que por ventura fossem assistir à peça, iriam só para isso, não teria jantar, baile, garçom transitando com bandejas ou distribuição de prêmios. Seria a glória total!!<br /><br /><br />&#13; Não é preciso nem dizer que os ensaios foram levados muito a sério para fazer bonito pois, afinal, os parentes, amigos e quem sabe a TV, certamente estariam lá.<br /><br />&#13; A 2 semanas da estréia, o nervosismo bateu desesperadamente à porta e todos ficaram malucos, ensaiando todas as noites para nada dar errado. Para se ter uma idéia, a marcação de luzes dos personagens no palco pode durar até 12 horas - coisa de louco (o que todos nós temos um pouco!!).<br /><br />&#13; Caprichamos no figurino, caprichamos no cenário, gravamos até um CD com todos os sons, que, com muita competência, o nosso diretor escolheu para dar mais vida e representatividade a algumas cenas. E, por uma mera questão de economia, o próprio diretor iria operar a sonoplastia, o que, geralmente, requer um técnico.<br /><br /><br />&#13; Bem, aquele 30 de julho parecia ser sempre amanhã, tal a ansiedade do povo. Mas a ansiedade terminou exatamente às 21 horas daquele dia da estréia, quando só restou o pânico. Mas nosso diretor reuniu o grupo momentos antes de iniciar o espetáculo e disse:<br /><br />&#13; - Temos de entrar em cena e fazer aquilo que sabemos ou podemos, não temos mais tempo, nem para o pânico, meus amigos !! Vocês estão ótimos, vai ser "barbada" (palavras dele, talvez só para nos animar). - Mas em todo caso, segura na mão de Deus e vai!! (palavras dele também, talvez retratando nossa real situação!!)<br /><br /><br />&#13; Esse foi o último conselho antes de entrarmos em cena. Casa cheia, atores "afliados" (não é erro de grafia, é a contração de aflitos + afiados), público animado, som afinado, todos a postos e o espetáculo inicia.<br /><br />&#13; Numa das primeiras cenas um dos atores deveria identificar-se como o manda-chuva do pedaço e para isso, deveria encher os pulmões de ar e elevar os ombros, franzir a testa, cerrar os lábios e no momento em que soltaria o ar, o som do rugido de um leão acompanharia a sonoplastia para convencer da sua superioridade. O ator até que fez tudo direitinho, só que não imaginava que em vez do rugido do leão ouviria a campainha de um telefone. Bom de improviso, o ator não teve dúvida, na tentativa de não deixar o público perceber a falha da sonoplastia, corre para o telefone e no momento em que ele leva a mão para atendê-lo, o telefone ruge como uma fera para ele como se fosse o rei da selva. Rebuscando no fundo do baú e continuando o improviso, o ator diz:<br /><br />&#13; - Acho que não vou atender, deve ser do imposto de renda.<br /><br /><br />&#13; Outra cena: mãe e filha começam uma discussão em segundo plano. Ao fundo deveria haver o som de diversas galinhas cacarejando. No momento certo, eis que se ouve o barulho de copos quebrando!! Já dá para imaginar o som que apareceu quando o mordomo derrubou a bandeja de copos, não??<br /><br />&#13; Na cena da discussão entre pai e filha, era para correr algo bem do tipo "novela mexicana", assim que entrasse a música que havia sido escolhida para dar mais "dramaticidade" ao momento. Só que a música levou 45 segundos para começar e lá estavam os atores em cena, parados como estátua, esperando a sonoplastia...<br /><br /><br />&#13; Novamente o pânico tomou conta do grupo, pois ninguém podia prever o que aconteceria no próximo momento. Os personagens seguintes a entrar seriam o padre (ao som de badaladas de sino) e a enfermeira masoquista, vestida de "tiazinha" (ao som de "Guerra nas Estrelas"). Já pensou se as músicas se invertessem?? E o final da peça: um ator entrando caracterizado de "Indiana Jones" e em vez da música tema se ouvisse "...E o Vento Levou" (fundo musical de outra personagem em momento de sonho)?? Ainda bem, graças às nossas rezas à Santo Expedito (o santo das causas urgentes), estas sonoplastias entraram corretas!!<br /><br />&#13; O ocorrido foi devidamente explicado pelo nosso diretor, após o espetáculo:<br /><br /><br />&#13; Ele estava com a lista dos sons, todos numerados, era só apertar o número da música no momento certo e pronto. Mas alguém havia mexido no equipamento e desprogramou tudo (desculpa dele????), pois parecia que aquele equipamento tinha vida própria. O sonoplasta apertava a música n. 2 o aparelho tocava a 5, apertava a 5 ele tocava a 8. (Seria Santo Expedito tentando ajudar mas não muito atualizado com o equipamento??)<br /><br /><br />&#13; Imaginem o desespero e o suador que o diretor passou até descobrir ativada aquela maldita tecla "Random", que era o problema de tudo. (Valeu Santo Expedito!!).<br /><br />&#13; O povo que assistiu à peça naquele dia de estréia, gostou e se divertiu muito, e aqueles que voltaram a ver a peça em outro dia da temporada, até comentaram que preferiram a versão "escracho" do primeiro dia.<br /><br /><br />&#13; Bem, o diretor do grupo ainda é o mesmo até hoje, mas, por via das dúvidas, ele está "proibido" de fazer a sonoplastia das nossas próximas peças!!<br /><br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Flagrantes-Zuzubem" data-a2a-title="Flagrantes: Zuzubem!!"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/71" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 71 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Flagrantes-Zuzubem#comments Gestão de Metadados: Sua Evolução na Tecnologia da Informação http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Gestao-de-Metadados-Sua-Evolucao-na-Tecnologia-da-Informacao <span>Gestão de Metadados: Sua Evolução na Tecnologia da Informação</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor: Ricardo Shoiti Ikematu - GPT</em><br /><br /><strong>RESUMO</strong><br /><br />&#13; Antes de tratar o assunto de gestão de metadados, tentamos revisar a definição do que é metadados. Logo após, discorremos sobre o tratamento de metadados através do tempo. Depois, procuramos destacar a importância e o contexto deste assunto nas organizações. Abordamos as forças que atuam sobre os metadados e os classificamos em duas categorias básicas. Dentro destas categorias, mostramos as ações que têm sido feitas pela comunidade de Tecnologia de Informação. Por fim, abordamos, ainda que superficialmente devido à sua complexidade, o assunto de gestão de metadados.<br /><br /><strong>1. Visão Geral</strong><br /><br />&#13; As pessoas que têm algum contato com alguma ferramenta de Tecnologia da Informação provavelmente utilizam alguma forma de metadados, mesmo sem saber que as usa ou o seu significado. Isto é normal até porque a sua própria definição não é um consenso, gerando alguma confusão. A definição mais comum de metadados é dados sobre dados. Porém esta definição não diz muita coisa. Ao pesquisar sobre metadados você provavelmente encontrará diferentes interpretações. Selecionei algumas delas somente para ilustrar esta questão.<br /><br /><ul><li>Metadados são dados que descrevem atributos de um recurso. Ele suporta um número de funções: localização, descoberta, documentação, avaliação, seleção, etc.</li>&#13; <li>Metadados fornece o contexto para entender os dados através do tempo.</li>&#13; <li>Metadados é dado associado com objetos que ajuda seus usuários potenciais a ter vantagem completa do conhecimento da sua existência ou características.</li>&#13; <li>Metadados é o instrumental para transformar dados brutos em conhecimento. </li>&#13; </ul><br />&#13; Segundo Terry Moriarty, estas diferentes interpretações estão relacionadas ao estágio da organização dentro da hierarquia evolucionária de gestão do conhecimento (ver figura 1). Organizações no nível mais baixo da hierarquia gerenciam dados brutos. Organizações mais avançadas são capazes de administrar seus recursos de informação no nível de Informação, Conhecimento ou Sabedoria. No nível de informação, o foco é nos relacionamentos entre todos os componentes do sistema e os papéis individuais que eles assumem no sistema. Uma organização que está envolvida ao ponto que ela pode mostrar explicitamente as regras de negócio governando, seu comportamento está no nível de conhecimento. Uma organização atinge o nível mais avançado da hierarquia quando ela monitora ativamente seus sistemas para garantir que seu comportamento esteja de conformidade com o planejado. Tal que uma organização pode detectar e diagnosticar qualquer comportamento anormal do sistema.<br /><br />&#13; A finalidade principal dos metadados é documentar e organizar de forma estruturada os dados das organizações, com o objetivo de minimizar duplicação de esforços e facilitar a manutenção dos dados.<br /><br />&#13; Para se ter uma idéia da sua importância vamos fazer uma analogia no mundo real. Os dados sem os metadados é como se fosse um turista em uma cidade desconhecida sem qualquer informação sobre esta cidade. O usuário fica sem uma orientação para obter a informação desejada.<br /><br />&#13; Atualmente o interesse sobre o assunto de metadados vem crescendo porque:<br /><br /><ul><li>as pessoas necessitam melhores formas de encontrar e avaliar informações na Internet e nas intranets;</li>&#13; <li>os sistemas de gerenciamento de conhecimento integrando informações de fontes múltiplas e aplicações precisam (ser mais fácil de pesquisar e manter) oferecer maior facilidade de pesquisa e manutenção. </li>&#13; </ul><br /><table border="1" summary=""><tbody><tr><td>Estágio</td>&#13; <td>Recurso a ser administrado</td>&#13; <td>Definição de Metadados</td>&#13; </tr><tr><td>Dados</td>&#13; <td>Valores dos dados</td>&#13; <td>Informação necessária para administrar o recurso dos dados</td>&#13; </tr><tr><td>Informação</td>&#13; <td>Valores dos dados e o contexto da informação</td>&#13; <td>Informação necessária para administrar o recurso da informação</td>&#13; </tr><tr><td>Conhecimento</td>&#13; <td> Valores dos dados, contexto da informação e instruções das regras de negócio</td>&#13; <td>Informação necessária para administrar as regras e políticas de negócio da organização</td>&#13; </tr><tr><td>Sabedoria</td>&#13; <td>Valores de dados, contexto da informação, regras de negócio executáveis, monitoração das regras de negócio e regras e métricas de avaliação</td>&#13; <td>Informação necessária para administrar o comportamento da organização de acordo com suas regras e políticas de negócio.</td>&#13; </tr></tbody></table><br />&#13; Figura 1 - Nível de Gerenciamento do Conhecimento<br /><br /><strong>2. A Evolução no Tratamento de Metadados</strong><br /><br />&#13; Metadados é um assunto que é tratado há muito tempo em sistemas de processamento da informação. O que tem mudado é o escopo de sua atuação conforme a evolução da Tecnologia da Informação.<br /><br />&#13; Antigamente os metadados somente estavam vinculados internamente aos programas. Com o surgimento dos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD), muitas organizações tentaram implementar alguma forma de dicionário de dados, a partir dos anos 70. Depois vieram as ferramentas CASE e os ambientes de desenvolvimento com seus repositórios proprietários. Nos anos 80, houve uma iniciativa frustada da IBM de criar um repositório global para troca de metadados através do seu AD/Cycle.<br /><br />&#13; Através dos tempos, metadados tem sido apresentado para a comunidade de informática como um problema intratável. E como as organizações cresceram, os problemas com metadados se multiplicaram. Entretanto, os próprios problemas com metadados apresentam boas oportunidades para os fabricantes de software. Porém, isto é mais evidente em ambientes de Data Warehouse corporativos.<br /><br /><strong>3. A Sua Importância Para a Organização</strong><br /><br />&#13; Metadados existe em todas as funções da Tecnologia da Informação (TI). Porém uma das razões porque os esforços de metadados falham é porque metadados é considerado apenas um recurso técnico.<br /><br />&#13; Em Post Capitalist Society, Peter Drucker escreve "o recurso básico da economia não é capital, nem recursos naturais ou trabalho. Ele será o conhecimento. O valor agora é criado pela produtividade e inovação, ambos aplicações do conhecimento para o trabalho".<br /><br />&#13; Através de afirmações como esta podemos dizer que a informação é o patrimônio mais valioso da organização? Eu diria que sim, mas as pessoas ainda encontram bastante dificuldade para justificar esta afirmativa em suas organizações.<br /><br />&#13; Muitas organizações não fazem o melhor uso de suas informações porque elas não são bem gerenciadas. Uma das razões porque a informação é tão mal administrada pode ser porque ela não é bem entendida. A informação não obedece as mesmas leis econômicas de outros patrimônios. Ela tem algumas propriedades únicas que devem ser entendidas para administrá-la efetivamente. A seguir, discutiremos algumas destas propriedades.<br /><br />&#13; A informação é compartilhável infinitamente. Podemos combinar as informações de várias formas para beneficiar a organização. Porém, conhecimento é poder, e como resultado, as pessoas não compartilham informações facilmente. A restrição de informação representa uma perda de oportunidades de negócio, tanto quanto custos adicionais para a organização, com várias áreas de negócio controlando a mesma informação.<br /><br />&#13; O valor da informação aumenta com o uso. Em muitas organizações existem muitas informações que poderiam ser usadas para adquirir vantagem competitiva, entretanto as oportunidades não são realizadas porque as pessoas não sabem que elas existem ou não podem acessá-las.<br /><br />&#13; O valor da informação diminui com o tempo, porém ela varia conforme o tipo da informação: informações para tomada de decisão têm uma vida útil maior que informações operacionais.<br /><br />&#13; O valor da informação aumenta quando combinada com outra informação. A informação geralmente é mais útil quando ela pode ser comparada e combinada com outra informação.<br /><br />&#13; A informação gera outra informação. O processo de usá-la tende a resultar em mais informação.<br /><br />&#13; Até hoje a transformação de dados em informação tem sido conduzida pela tecnologia (Dados + Contexto = Informação). Estes avanços tecnológicos estão sendo integrados pela organização. Esta integração ajuda a gerenciar não só a informação, mas também formas em que as pessoas aprenderão e influenciarão a informação e a compartilharão com outros. (Informação + Experiência = Conhecimento).<br /><br />&#13; A tecnologia de metadados está surgindo em função das necessidades das organizações de conhecer melhor os dados que elas mantêm e conhecer com mais detalhes os dados de outras organizações através de intranets e extranets. A catalogação dos dados propiciará a maior utilização deles por usuários com múltiplos interesses. Sem uma documentação eficiente dos dados é dificultada aos usuários a localização de dados necessários para suas aplicações. Organizações que não documentam seus dados, freqüentemente, com o decorrer do tempo, ficam sujeitas à superposição de esforços de coleta e manutenção de seus dados, vulneráveis a problemas de inconsistências e, principalmente, pagarão um alto custo pelo não uso ou uso impróprio dessa informação.<br /><br /><strong>4. Forças Atuantes</strong><br /><br />&#13; Um dos principais motivos porque metadados é um problema é que cada unidade de metadados é colocada entre duas fortes forças com direções opostas. Aonde isto é acentuado há uma instabilidade do ambiente. Se há a necessidade de integração e uma uniformidade de linguagem e significado dos dados através da corporação, os metadados devem ser o núcleo dos esforços, geralmente de forma centralizada. Por outro lado, o usuário final deve ter autonomia de processamento para ter criatividade e produtividade em seu ambiente de trabalho. Ele não está preocupado com a gestão de metadados. Ainda não há ferramenta que trabalhe os dois aspectos ao mesmo tempo.<br /><br /><strong> 5. Categorias Básicas</strong><br /><br />&#13; Ao estudar o assunto de metadados você encontrará uma enorme variedade de taxonomias a respeito do assunto. No meu entendimento, há uma divisão clara em relação a metadados que denominei de duas categorias básicas: metadados técnico e metadados de negócios. Preferi chamar de categoria porque as classificações que encontrei podem ser encaixadas dentro de uma categoria ou da outra.<br /><br />&#13; Metadados técnico é a descrição dos dados necessários pelas várias ferramentas para armazenar, manipular ou movimentar dados. Estas ferramentas incluem banco de dados relacionais, ferramentas de desenvolvimento de aplicações, ferramentas de modelagem, ferramentas de pesquisa em banco de dados, ferramentas OLAP, etc.<br /><br />&#13; Para os fabricantes atingirem um nível de integração de metadados há várias estratégias: construir uma ponte proprietária entre vários produtos, fornecer uma solução completa de Tecnologia de Informação ou criar um padrão internacional de troca de metadados.<br /><br />&#13; As pontes oferecem uma alta funcionalidade e compartilhamento de metadados. Mas manter estas pontes consome muitos recursos, especialmente se o número de pontes cresce. Vários fabricantes estão adquirindo ou construindo os componentes necessários para oferecer um ambiente integrado de uma solução completa. Esta estratégia requer que o usuário abandone as melhores abordagens e se sujeite aos produtos de um único fabricante. Os usuários têm que pesar as desvantagens de ficarem presos a uma linha de produtos de um fabricante contra as funcionalidades que um ambiente proprietário pode oferecer.<br /><br />&#13; A outra alternativa é a utilização de um meio comum para a troca de metadados através dos padrões internacionais.<br /><br />&#13; Existem padrões diferentes de metadados para finalidades distintas de informações. Para se ter uma idéia da variedade de esforços vamos relacionar alguns destes padrões:<br /><br /><ul><li>Directory Interchance Format (DIF) - padrão para criar entradas de diretórios que descrevem um grupo de dados;</li>&#13; <li>Government Information Locator Service (GILS) - informações governamentais;</li>&#13; <li>Federal Data Geographic Committee (FGDC) - descrição de dados geoespaciais;</li>&#13; <li>Machine Readable Card (MARC) - catalogação bibliográfica;</li>&#13; <li>Dublin Core (DC) - dados sobre páginas da Web;</li>&#13; <li>Consortium for the Interchange of Museum Information (CIMI) - informações sobre museus;</li>&#13; <li>Meta Data Interchange Specification (MDIS) - padrão para troca de metadados entre ferramentas da Tecnologia de Informação;</li>&#13; <li>Open Information Model (OIM) - conjunto de especificações para facilitar o compartilhamento e reuso no desenvolvimento de aplicações e data warehouse;</li>&#13; <li>Common Warehouse Meta Model (CWM) - padrão para troca de informações entre esquemas de banco de dados e data warehouse. </li>&#13; </ul><br />&#13; Metadados de negócio é a descrição de dados necessários pelos usuários de negócio, para entender o contexto do negócio e o significado dos dados. Atualmente existem ferramentas só para efeito de documentação.<br /><br />&#13; Quando metadados for rotineiramente usado para gerar regras de negócio executáveis, a definição de metadados será a representação de instruções de regra de negócio de acordo com o esquema de classificação que pode ser transformado em sistemas de informação do negócio.<br /><br /><strong> 6. Gestão de Metadados</strong><br /><br />&#13; Para iniciar o gerenciamento de metadados você precisa primeiro delimitar seu escopo de atuação. É muito difícil decidir quais metadados devem ser coletados e mantidos. Uma arquitetura de informação deve ser flexível para permitir um acréscimo ou decréscimo na quantidade de metadados à medida que novas necessidades surgem.<br /><br />&#13; Há vários problemas ao lidar com metadados:<br /><br /><ul><li>Metadados tomam uma variedade de formas, especializadas ou gerais;</li>&#13; <li>Novos conjuntos de metadados irão ser criados à medida que a informação da rede fique mais madura;</li>&#13; <li>Diferentes comunidades irão propor, projetar e ser responsáveis por diferentes tipos de metadados;</li>&#13; <li>Existem muitos usuários de metadados;</li>&#13; <li>Adoção de diferentes vocabulários de metadados significa aumento de buscas usando vocabulários de metadados que não são familiares. </li>&#13; </ul><br />&#13; As tarefas para criar um ambiente de gestão de metadados são:<br /><br /><ul><li>definir requisitos para metadados que devem estar disponíveis para os usuários de dw;</li>&#13; <li>desenvolver a arquitetura de gestão dos metadados do dw;</li>&#13; <li>selecionar que ferramentas deveriam ser incorporadas na infra-estrutura de gestão de metadados;</li>&#13; <li>desenvolver programas que integram e customizam as ferramentas selecionadas para atender as necessidades de gestão de metadados específicos da organização;</li>&#13; <li>desenvolver e executar um programa de treinamento para os usuários de metadados do Data Warehouse. </li>&#13; </ul><br />&#13; O projeto de gestão de metadados é mais um problema de integração de sistemas do que um esforço de desenvolvimento de aplicações. Poucas organizações constroem suas próprias ferramentas de gestão de metadados.<br /><br /><strong>CONCLUSÃO</strong><br /><br />&#13; Os metadados vão adquirir muito mais importância com o casamento da tecnologia Web e Data Warehousing. Esta união resultará em um único ponto de acesso para a informação do negócio através de um ‘browser’ de metadados seja na intranet, sistema operacional ou data warehouse. Os metadados se tornarão um componente crítico para qualquer arquitetura.<br /><br /><strong> REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong><br /><br />&#13; BIEBER, Monty. Data warehousing in government. <strong>DM Review Magazine</strong>, v. 8, n.5, May 1998.<br /><br />&#13; CALSAVARA, Alcides. <strong>Constructing highly-available distributed metainformation systems</strong>. Newcastle, 1996. Tese (Doutorado) - Department of Computing Science, University of Newcastle Upon Tyne.<br /><br />&#13; AVIDSON, Scott. Knowledge management - an overview. <strong>DM Review Direct</strong>, v.1 n. 9, Nov. 1998.<br /><br />&#13; DESIO, Vince. <strong>Informational Metadata</strong>. Disponível na Internet. http://www.datawarehouse.com/resources/articles/desio.htm. Sep. 1996.<br /><br />&#13; DEXTER, Michael. <strong>Metadata</strong>: Data Warehouse key. Disponível na Internet. http://www.datawarehouse.com/resources/articles/dexter.htm. Oct. 1998.<br /><br />&#13; INMON, William H. Enterprise meta data. <strong>DM Review Magazine</strong>, v. 8, n. 10, Nov. 1998.<br /><br />&#13; MADSEN, M. S. et al. Metadata systems: integrative information technologies. <strong>Libri</strong>, v. 44, n. 3, p. 237-257, 1994.<br /><br />&#13; MARCO, David. Managing Meta Data. <strong>DM Review Magazine</strong>, Mar. 1998.<br /><br />&#13; MOODY, Daniel; WALSH, Peter. Information economics: measuring the value of information assets. In: AUSTRALIAN CONFERENCE ON SOFTWARE METRICS. <strong>Proceedings</strong>... Melbourne, 1996.<br /><br />&#13; MORIATY, Terry. What is Metadata? <strong>Database Programming and Design</strong>, San Mateo, v. 10, n. 7, p. 57-59, July 1997.<br /><br />&#13; PENNY, Paul. Knowledge management: maximizing the return on your intellectual assets. <strong>DM Review Magazine</strong>, v. 8, n. 10, Nov. 1998.<br /><br />&#13; RIBEIRO, Gilberto Pessanha. Metadados geoespaciais digitais. In: WORKSHOP DE BANCOS DE DADOS NÃO CONVENCIONAIS, (2. : 1995 : Niterói) Anais... Niterói, 1995.<br /><br />&#13; ROBERTSON, Paul. Integrating legacy systems with modern corporate applications. Communications of the ACM, New York, v. 40, n. 5, p. 39-46. May 1997.<br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Gestao-de-Metadados-Sua-Evolucao-na-Tecnologia-da-Informacao" data-a2a-title="Gestão de Metadados: Sua Evolução na Tecnologia da Informação"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/77" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 77 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Gestao-de-Metadados-Sua-Evolucao-na-Tecnologia-da-Informacao#comments Central de Atendimento CELEPAR - CAC (A minha experiência) http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Central-de-Atendimento-CELEPAR-CAC-minha-experiencia <span>Central de Atendimento CELEPAR - CAC (A minha experiência)</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autora: Elaine Maria Schwarzbach - CAC</em><br /><br />&#13; Um convite... Um grande desafio...<br /><br />&#13; No início de 1999, a Diretoria da CELEPAR optou por criar uma Central Única de Atendimento, reunindo em um mesmo local os profissionais que atuavam na área de suporte e atendimento aos usuários nos ramais 7, 8, 5 e 5255, nascendo, assim, a Central de Atendimento da CELEPAR - CAC.<br /><br />&#13; Com o tempo, as demandas foram aumentando e houve a necessidade de ampliar o quadro funcional da CAC. Para que isso fosse possível, foi necessário um treinamento intensivo dos empregados que estavam entrando, o que, desde então, tem sido uma constante.<br /><br />&#13; Trabalho na CELEPAR há quase 15 anos, e durante esse tempo sempre tentei aproveitar as chances que foram aparecendo, para obter novos conhecimentos e ter um constante aperfeiçoamento. Em março desse ano, quando surgiu a oportunidade de trabalhar em uma função mais técnica, apesar de ficar um pouco apreensiva, resolvi enfrentar mais um desafio, e isso tem me proporcionado um aprendizado fantástico. Para mim, a história estava apenas começando, no entanto, para a equipe que atuava na CAC há um ano, a história já era uma realidade.<br /><br />&#13; A CAC atua de uma forma bem diversificada, atende cerca de 14.000 chamados mensais por telefone, E-mail e Notes. Dentro de pouco tempo estaremos inaugurando o atendimento por salas de chat. Como exemplo de alguns serviços prestados pela Central no momento é possível citar:<br /><br /><ul><li> suporte aos sistemas da Secretaria de Estado da Fazenda - SEFA, como a Declaração Fisco Contábil - DFC, Agência de Rendas Virtual - ARV, Agência de Rendas Internet, GIA e GR-PR, dando orientação aos contadores de todo Brasil, evitando o deslocamento dos mesmos até as Agências de Rendas;</li>&#13; <li>informações prestadas quanto à realização de Exame Supletivo tanto para os paranaenses que realizam os exames supletivos no Estado, como para brasileiros que residem no Japão, um convênio do MEC com a Secretaria de Estado da Educação - SEED;</li>&#13; <li>informações sobre as solicitações de Etiquetas de Banco de Sangue - SHT, da Secretaria de Estado da Saúde - SESA, que são emitidas pela CELEPAR e usadas por todos os bancos de sangue do Estado;</li>&#13; <li>obtenção e utilização das informações disponíveis na Internet das Principais Realizações do Governo - PRG, da Casa Civil;</li>&#13; <li>BO - Boletim de Ocorrências, da Secretaria de Estado da Segurança Pública - SESP, onde é possível fazer o registro de todos os furtos e roubos de veículos, com maior rapidez e segurança;</li>&#13; <li>ambientes de clientes, para citar alguns - DETRAN, SEFA (delegacias e postos fiscais), Segurança Pública, Secretaria do Trabalho (SERT/SINE), DER, SECS, SEAB, SEED;</li>&#13; <li>toda a Rede Corporativa do Estado - acessos por linha discada, pela rede ATM, Datapar, X25, X28, frame-relay;</li>&#13; <li>suporte aos usuários Internet;</li>&#13; <li>problemas com chaves, senhas de acesso e dificuldades para acessar o ambiente corporativo do Estado;</li>&#13; <li>atendimento a problemas de hardware e chamados de assistência técnica dos diversos fornecedores da CELEPAR. </li>&#13; </ul><br />&#13; No começo tudo foi novidade, e até um pouco apavorante. Comecei a ouvir muitos termos técnicos, precisei assimilar várias informações novas e o apoio recebido de toda a equipe foi muito importante, não só para o aprendizado como para a adaptação ao novo trabalho.<br /><br />&#13; Estando na CAC há quatro meses, posso afirmar que está valendo a pena e que já faço parte da equipe, com a certeza de que a Central de Atendimento vai continuar buscando novas alternativas, não só para expandir a quantidade dos serviços prestados, com um quadro de profissionais dedicados e especializados, mas para manter o bom atendimento e o cliente sempre satisfeito.<br /><br />&#13; Hoje, a CAC é composta por uma Gerente, dois supervisores e 19 operadores, dando apoio e orientando os usuários, durante 24 horas, 7 dias por semana pelo fone: 41 350-5007, e-mail: central@celepar.gov.br e Notes - CELEPAR - Grupo Central de Atendimento.<br /><br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Central-de-Atendimento-CELEPAR-CAC-minha-experiencia" data-a2a-title="Central de Atendimento CELEPAR - CAC (A minha experiência)"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/79" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 79 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Central-de-Atendimento-CELEPAR-CAC-minha-experiencia#comments Web-Based Enterprise Management - WEBEM http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Web-Based-Enterprise-Management-WEBEM <span>Web-Based Enterprise Management - WEBEM</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor: José Luís Vieira Carvilhe - GSO</em><br /><br /><em><strong> INTRODUÇÃO</strong></em><br /><br />&#13; Neste artigo será apresentada a iniciativa Web-Based Enterprise Management (WEBEM) [1][2][3], para a construção de "frameworks" de gerência corporativa via WEB.<br /><br />&#13; Conforme detalhado em [1][2][3], em meados do ano de 1996 um grupo de grandes fornecedores interessados em gerência via WEB, entre eles a BMC, CISCO, Compaq, Intel e Microsoft, anunciou a iniciativa de definição de um esquema de gerenciamento corporativo que trabalharia com a WEB e os "frameworks" convencionais de gerência de redes e sistemas. Este "framework" é conhecido como WEB-Based Enterprise Management WEBEM.<br /><br />&#13; Conforme descrito em [3] um dos principais objetivos da iniciativa WEBEM é a definição de um modelo de dados padrão que possa ser utilizado como repositório de dados de gerência. Permitindo que os "frameworks" de gerência de redes e sistemas convencionais possam transformar os seus dados para este formato padrão. O esquema de dados WEBEM permite também que os objetos de sistemas legados ou proprietários sejam importados para o banco de dados de objetos de gerência WEBEM, criando uma extensão destes esquemas. Este modelo de dados é definido como Common Information Model (CIM). Com este modelo a arquitetura WEBEM torna-se um ponto de integração dos diversos tipos de "frameworks" existentes. Conforme apresentado na figura 1, todos os objetos de dados WEBEM presentes no repositório podem ser acessados através de aplicações de gerência WEBEM. Estas aplicações podem ser executadas na Internet usando como cliente um "browser" padrão.<br /><br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="de7fe0bb-9847-4d8c-bb88-dfdac410a9ad" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/web1.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Figura 1 - Modelo de fluxo de dados WEBEM<br /><br />&#13; O Segundo maior esforço da iniciativa WEBEM é a definição de um protocolo que irá permitir que os objetos gerenciados WEBEM sejam acessados via rede. O ideal é que este protocolo seja independente de plataforma e trabalhe sobre a Internet. O protocolo proposto é o HyperMedia Management Protocol (HMMP), contudo conforme descrito em [3] existe um estudo que aponta para a utilização da linguagem XML sobre HTTP.<br /><br />&#13; O "framework" WEBEM é completamente orientado a objetos e permite a herança de objetos gerenciados, abstração de dados, polimorfismo e encapsulamento. O gerente de objetos é chamado CIM Object Manager (CIMOM). Esta entidade de "software" é responsável pelo controle dos objetos gerenciados, incluindo o armazenamento e o acesso aos objetos no repositório central de dados.<br /><br /><em>Arquitetura WEBEM</em><br /><br />&#13; Conforme detalhado em [1][3] o "framework" WEBEM é constituído do Cliente WEBEM, pelo conjunto de dispositivos gerenciados, Servidor WEBEM e pelo repositório central de dados do Servidor. Estes componentes são representados no modelo de referência WEBEM, apresentado na figura 2, onde são apresentados os aspectos funcionais, dados, informações e adaptações necessárias para a implementação do "framework" WEBEM.<br /><br />&#13; O Servidor WEBEM contém o gerenciador de objetos CIMOM, que pode aceitar todos os objetos dos "frameworks" de gerência de sistemas e redes existentes. Os dados de objetos são transformados em um formato padrão e armazenados no repositório de dados central. O servidor WEBEM contém também o servidor de aplicação WEBEM, que por sua vez pode ser acessado pelos clientes WEBEM.<br /><br />&#13; O "browser" cliente utiliza um conjunto de aplicações residentes no Servidor WEBEM ou em um sistema distinto, acessando as aplicações de gerência através do protocolo HMMP. Quando executadas, as aplicações de gerência WEBEM acessam o CIMOM, este por sua vez interpreta a requisição feita pela aplicação para a informação solicitada sobre o objeto gerenciado. O CIMOM possui a sua própria linguagem para definição de objetos gerenciados. Esta linguagem é conhecida como Managed Object Format (MOF). A aplicação reconhece os objetos presentes no repositório porque ela entende que a lista de objetos do esquema foi instanciada. As informações dos objetos gerenciados são entregues ao CIMOM para serem colocadas no repositório de dados pelos diversos provedores conectados.<br /><br />&#13; Os provedores correspondem a um conjunto de processos que se comunicam com os agentes de gerência de sistemas convencionais nos dispositivos gerenciados, obtendo os valores dos objetos definidos. Os provedores são responsáveis pela obtenção e apresentação dos dados de gerência dos protocolos convencionais de gerência de sistemas e redes, que estão sendo trocados com o agente do dispositivo gerenciado. Existem provedores que utilizam arquiteturas padronizadas como SNMP, CMIP e DMI, estes provedores são denominados "Standard Providers". O "framework" WEBEM define os seguintes provedores:<br /><br /><ul><li> Provedores de Propriedade, retornam os valores de propriedade de objetos solicitados através de uma chave de identificação. Retorna informações em uma única instância;</li>&#13; <li>Provedores de Instância, retornam valores de instâncias de objetos. Retorna informações da instância em uma única classe;</li>&#13; <li>Provedores de Classe, retornam classes e instâncias. Controlam todas as classes;</li>&#13; <li>Provedores de Namespace, são capazes de gerenciar um espaço de nome CIMOM definido. Controlam todos os espaços de nomes e instâncias de objetos. </li>&#13; </ul><br />&#13; Os dispositivos gerenciados contêm um agente composto por um conjunto lógico de objetos gerenciados. Conforme detalhado em [3] estes objetos são representados por classes, com seus atributos e métodos apropriados. Estas classes são agrupadas de acordo com os domínios de gerência específicos a que elas pertencem. Incluindo representações de objetos para gerência de redes SNMP e CMIP [1], e representação de objetos para gerência de sistemas DMI. Cada domínio de gerência é enxergado como uma representação de objetos controlada pelo CIMOM correspondente.<br /><br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="aac7d768-a6fd-45b0-8340-17e20801ad6b" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/web2.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Figura 2 - Modelo de Referência WEBEM<br /><br />&#13; Componentes da Arquitetura WEBEM<br /><br /><em>1. CIM</em><br /><br />&#13; O modelo geral de informação CIM (Common Information Management) contém o modelo de descrição de dados para representação do ambiente gerenciado. Conforme detalhado em [1][2][3] o CIM foi projetado para receber informações de agentes SNMP, CMIP, DMI, entre outros. Permitindo que aplicações corporativas de diferentes desenvolvedores que utilizam <br /><br />&#13; plataformas heterogêneas, descrevam, criem e compartilhem todos os objetos de gerência. A intenção é criar aplicações de gerência corporativa e ferramentas que possam monitorar e controlar todas as redes sistemas e aplicações existentes nas empresas.<br /><br /><em>2. CIMOM</em><br /><br />&#13; O CIMOM, conforme descrito anteriormente, é um gerenciador de objetos que fornece vários mecanismos para que as aplicações de gerência possam trocar dados com os objetos que estão sendo gerenciados. O CIMOM contém um modelo de dados cuja tarefa é consolidar e traduzir os dados de gerência provenientes de diferentes fontes, como descrito na figura 2.<br /><br /><em>3. HMMP</em><br /><br />&#13; O HiperMedia Management Protocol (HMMP) [2] é o protocolo de comunicação que transmite os objetos gerenciados CIM entre o servidor e o cliente. O HMMP encapsula e transmite os objetos CIM sobre protocolos de transporte como o TCP que é utilizado normalmente para comunicação Internet.<br /><br />&#13; O protocolo HMMP especifica que cada operação é tratada separadamente. Como exemplo, o suporte do CIMOM para criação, remoção, atualização e requisição de classes e instâncias será modelado cada um com sua própria operação.<br /><br />&#13; O protocolo HMMP é projetado para ser mapeado sobre diferentes protocolos de transportes. O protocolo pode trabalhar orientado ou não a conexão. O protocolo TCP é o protocolo de transporte recomendado, por ser o protocolo típico para gerência via WEB e para comunicação na Internet.<br /><br /><em>4. XML</em><br /><br />&#13; Conforme detalhado em [2] um dos últimos estudos realizados pela iniciativa WEBEM é a utilização da linguagem XML Extensible Mark-up Language, como um método de representação das informações de gerência. No site WEBEM um documento escrito por Roger Boot, propõe o mapeamento entre o modelo CIM e construções XML. Isto poderá permitir qualquer objeto de gerência CIM ser representado na forma de um ou mais documentos XML. O maior benefício disto é a padronização da linguagem XML para a apresentação dos dados de gerência. Estes dados poderiam desta forma ser apresentados e manipulados por aplicações de gerência corporativa WEBEM.<br /><br /><em>CONCLUSÃO</em><br /><br />&#13; Neste artigo foi descrita a iniciativa Web-based Enterprise Management - WEBEM [1][2][3], sua arquitetura e componentes. A iniciativa WEBEM define um esquema de gerenciamento corporativo com o objetivo de trabalhar com a WEB e os "frameworks" convencionais de gerência de redes e sistemas existentes. A iniciativa WEBEM define um modelo de dados padrão para ser utilizado como repositório de dados comuns de gerência. Permitindo que "frameworks" de gerência de redes e sistemas convencionais possam transformar os seus dados para este formato padrão.<br /><br />&#13; No próximo artigo será apresentado um estudo de caso da solução de gerência corporativa Unicenter TNG. Nesse artigo esta solução é estudada sobre a ótica de implementação de funcionalidades de gerência via WEB e padrões de mercado.<br /><br /><br />&#13; REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br /><br /><br />&#13; [1] CARVILHE, J. L. V. A utilização de tecnologias web em sistemas de gerência corporativa. Curitiba: PUC-PR, 2000. (Monografia apresentada no Curso de Especialização em Sistemas Distribuídos).<br /><br /><br />&#13; [2] DISTRIBUTED management task force. Disponível na Internet. http://www.dmtf.org/wbem/index.htmlll. Dez. 1999.<br /><br />&#13; [3] HARNEDY, S. Web-based management for the enterprise. New Jersey: Prentice Hall, 1999.<br /><br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Web-Based-Enterprise-Management-WEBEM" data-a2a-title="Web-Based Enterprise Management - WEBEM"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/89" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 89 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Web-Based-Enterprise-Management-WEBEM#comments Um Pouco de Estruturas de Arquivos http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Um-Pouco-de-Estruturas-de-Arquivos <span>Um Pouco de Estruturas de Arquivos</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor: Pedro Luis Kantek Garcia Navarro- GAC</em><br /><br />&#13; Duas descrições: uma já do tempo do onça (Dbase, lembram disso?), e outra, bem mais moderna, do SYBASE. Diversão garantida.<br /><br /><em><strong>XBASE - características</strong></em><br /><br />&#13; O dbase foi o primeiro produto de banco de dados para uso em microcomputadores. Lançado em 1980 como Dbase2 (nunca existiu um Dbase1), tinha limitações que hoje fariam corar o mais circunspecto analista de sistemas, mas, na época, foi uma revolução. De 82 a 87 reinou soberano, e acabou criando uma genealogia de produtos e metodologias (Dbase2, 3, 3plus, 4, 5, Visualdbase 7, FoxPro, FoxBase, Paradox, Clipper, só para ficar nos mais conhecidos).<br /><br />&#13; Sua importância hoje reside no fato de que 100% dos produtos que interagem com algum tipo de banco de dados em microcomputadores aceitam o padrão Dbase. Assim, por exemplo, o AutoCad aceita dados em formato Dbase. O MSWord aceita dados para mala direta no formato Dbase e assim por diante.<br /><br />&#13; Também é importante estudá-lo pela simplicidade do esquema e pelo fato de que funciona, e bem. Finalmente, por questões de propriedade de marca, o nome Dbase foi abandonado (já que o nome -- mas não os formatos -- é registrado pelos proprietários, originalmente a Ashton Tate e depois a Borland) e em seu lugar usa-se o termo Xbase.<br /><br />&#13; Um banco de dados DBASE é um conjunto de diversos arquivos, cujos principais são:<br /><br /><table border="1" summary=""><tbody><tr><td><strong>Tipo de arquivo</strong></td>&#13; <td><strong>Conteúdo</strong></td>&#13; </tr><tr><td>DBF</td>&#13; <td>Data Base File: o arquivo que contém os dados. Tem registros de tamanho fixo, e as inclusões sempre se dão ao final do arquivo. Exclusões mantêm o registro no seu lugar, até que ocorra um PACK. Atualizações se dão no mesmo lugar.</td>&#13; </tr><tr><td>NDX</td>&#13; <td>Index File: O arquivo organizado na forma de uma árvore B+. Os apontadores para o número do registro (no DBF equivalente) só existem nas folhas.</td>&#13; </tr><tr><td>DBT</td>&#13; <td> Data Base Text: Arquivo que contém os campos MEMORANDO que porventura sejam definidos no DBF. Lá fica apenas um apontador de 10 bytes para o endereço do memorando equivalente que está no arquivo DBT.</td>&#13; </tr></tbody></table><br /><br />&#13; Data Base Text: Arquivo que contém os campos MEMORANDO que porventura sejam definidos no DBF. Lá fica apenas um apontador de 10 bytes para o endereço do memorando equivalente que está no arquivo DBT.<br /><br />&#13; O Dbase armazena os dados brutos em arquivos cuja extensão é DBF (data base file). Cada registro que é incluído o é no fim do arquivo e ele é numerado seqüencialmente no instante em que entra no arquivo.<br /><br />&#13; No começo do arquivo, vem o lay-out dos dados. Seria o header, com o seguinte formato:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="7ba9c587-4d18-4576-b447-5ced08d93345" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase1.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Cada campo, por sua vez, está assim descrito (ocupando 32 bytes cada):<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="706f03b9-4edd-486f-8325-5d7e15d5e802" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase2.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Os tipos aceitáveis são:<br /><br />&#13; Alfanumérico com tamanho de até 256 bytes, numérico podendo ou não ter decimais, lógico, data e memorando.<br /><br />&#13; Notas: algumas assinaturas importantes: x'02' é Foxbase, h'03' é Dbase sem arquivos memo, x'30' é VisualFoxPro, x'83' é Dbase com campos memo...<br /><br />&#13; O tamanho de cada registro é a soma dos tamanhos dos campos do arquivo, mais 1 (que é usado como sinalizador de exclusão).<br /><br />&#13; As páginas em Dbase ocupam 512 bytes.<br /><br />&#13; Finalmente, depois deste header, vêm os dados, gravados seqüencialmente, um depois do outro.<br /><br /><em><strong>Estrutura dos Índices</strong></em><br /><br />&#13; Os índices em Dbase são guardados em arquivos separados, o que -- como tudo na vida -- tem vantagens e desvantagens. Vantagem: por definição, índices são descartáveis, e não precisam ser guardados. Desvantagem: eles podem ser ignorados em operações de inclusão/exclusão, o que diminui a confiabilidade deles.<br /><br />&#13; Os índices são criados através de um comando Dbase que recebe os parâmetros que ajudarão a montar o índice; lê o arquivo de dados e constrói o índice. Ele usa uma estrutura de árvore B+, que vem a ser uma árvore B, na qual as informações de chave estão apenas nas folhas, o que permite a leitura "seqüencial" do arquivo de dados em qualquer ordem determinada por um arquivo de índices.<br /><br />&#13; O arquivo NDX tem um header que contém:<br /><br /><ul><li>O número da página inicial do índice;</li>&#13; <li>O número total de páginas do índice;</li>&#13; <li>O comprimento da chave que construiu este índice;</li>&#13; <li>O número de chaves por página;</li>&#13; <li>O tipo da chave (numérica ou alfa);</li>&#13; <li>Tamanho das entradas de índice (4 para a próxima entrada + 4 para o número do registro no arquivo DBF + expressão da chave arredondada para múltiplo de 4);</li>&#13; <li>A string que define a chave deste arquivo de índices. </li>&#13; </ul><br />&#13; Cada uma das demais páginas tem um campo de 4 bytes com o número de entradas válidas na página corrente e, a partir do byte 4, um array de entradas de chaves. Cada elemento deste array é um apontador para o nível inferior, o número do registro no arquivo DBF e o valor da chave.<br /><br /><em><strong>SYBASE - Características</strong></em><br /><br />&#13; O SYBASE usa árvores B para indexar as tabelas. Existem 2 tipos de árvores B: as granuladas e as não granuladas (clustered). As granuladas são árvores esparsas (nem todo registro de dados tem entrada nos índices) nas quais os registros (na tabela original) são mantidos em ordem dos valores de índice e apenas o primeiro registro em cada página de dados tem uma entrada de índice. Árvores não granuladas são densas e cada um dos registros da tabela tem 1 entrada de índice.<br /><br />&#13; Uma tabela SYBASE com índice granulado exige que seus elementos sejam mantidos em ordem dentro da tabela. Assim, inclusões podem se dar em qualquer página, a depender do conteúdo do campo de índice. Tabelas SYBASE, que têm apenas índices não granulados, fazem as inclusões de novos elementos sempre ao final das tabelas (na última página).<br /><br />&#13; Tabelas SYBASE podem ter apenas 1 índice granulado, mas podem ter até 250 índices não granulados.<br /><br />&#13; Na criação de um índice granulado, os dados da tabela devem estar colocados nas páginas em ordem. Por exemplo: seja criar uma tabela com os campos 1, 120, 33, 95, 4, 67, 160, 72, 141, 80, 11, 21, 133, 30, 42, 100, 97, 18, 17 e 3.<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="67c20e5a-3f6b-41aa-afd9-d3c14191172d" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase3.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Páginas de dados<br /><br />&#13; Apenas o primeiro registro da tabela será indexado, ou neste caso: 1, 17, 33, 80 e 120. Supondo que as páginas de índices comportem apenas 4 entradas, seriam necessárias 2:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="3e015b87-215e-4029-b7d1-b3468098ec73" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase4.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Sendo, uma árvore B, haveria uma nova entrada, acima desta contendo:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="ea46833f-e171-4e43-8408-78cf180656bf" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase5.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; O nodo raiz se encontra num arquivo chamado sysindexes.<br /><br />&#13; Cada entrada no índice de um índice granulado (esparso) é um apontador para página. Um apontador de página é composto por 5 bytes, assim uma entrada do índice é um valor de chave e um apontador de página.<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="7374bfaf-116b-45de-b14c-9de003f6c481" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase6.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="3c958b33-9dd8-45cc-ba8f-a7c395d24f70" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase7.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="69106b07-bff4-4434-8321-2084728652bb" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase8.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; Páginas de dados<br /><br /><em><strong>Índices Não Granulados (denso)</strong></em><br /><br />&#13; Nestes índices, todos os componentes da área de dados fazem parte do índice, mas os dados não precisam estar ordenados.<br /><br />&#13; Perceba-se que há uma diferença grande na quantidade de acessos quando se busca um intervalo de registros e estes estão ordenados por índices granulados (esparsos) ou não granulados (densos).<br /><br />&#13; Eis como ficaria:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="bd83f7b7-38f6-4747-8b0c-53190cd8c2d7" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase9.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; nodo raiz<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="01f5353c-7545-4e8e-843e-638b82de261c" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase10.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; nível intermediário<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="2e8ef416-c29f-4aeb-a4f3-b8f5afcae435" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase11.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; folhas<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="becc253b-8158-4253-8176-285e0aece1f9" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase12.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; Páginas de dados<br /><br />&#13; Cada entrada de índice em Sybase pode ser composta por até 16 campos e ter até 256 bytes. Estes campos não precisam estar contíguos. Só não podem ser partes de campos e resultados de cálculos.<br /><br /><em><strong>Páginas</strong></em><br /><br />&#13; O tamanho da página varia, mas o tamanho mais comum é 2K. Existem 5 tipos de páginas em Sybase, a saber:<br /><br /><ul><li>Páginas de Dados: contêm registros de dados ou registros de log. Ambos são estruturalmente diferentes, mas são construídos do mesmo jeito.</li>&#13; <li>Páginas de índices: contêm registros de índice.</li>&#13; <li>Páginas de texto ou imagem: contêm BLOBS.</li>&#13; <li>Páginas de alocação: contêm estruturas de dados usadas para gerenciar o processo de alocação de páginas.</li>&#13; <li>Páginas de Estatísticas: contêm estatística de distribuição e uso para os índices. </li>&#13; </ul><br /><em><strong>Página de Dados</strong></em><br /><br />&#13; Se os registros têm tamanho fixo, não haverá tabela de deslocamento na página e o endereço de cada registro é obtido mediante simples cálculo. Neste caso, o tamanho do registro (fixo) é guardado no campo TAMANHO MÍNIMO DE REGISTRO do header.<br /><br />&#13; O header da página é um conjunto de 32 bytes contendo (entre outros): número lógico da página, anterior e próxima página lógica, identificação do objeto ao qual esta página pertence, primeira entrada de registro disponível nesta página, deslocamento do espaço livre, tamanho mínimo do registro.<br /><br />&#13; Depois vem a área de registros, que contém um número inteiro de slots para guardar registros. Um registro não atravessa limites de páginas.<br /><br />&#13; Tabela de deslocamento: Um conjunto de deslocamentos desde o início da página dando o início de cada um dos registros. Este conjunto cresce do fim da página para o início e só existe quando o tamanho do registro é variável.<br /><br />&#13; Cada registro na página recebe um número de registro. É um campo de 1 byte e assim restringe-se o número de registros em uma página a 256. O número do registro usado nos índices não granulados (densos) é uma combinação do número da página com o número do registro na página.<br /><br />&#13; O registro pode ocupar a página inteira (2048-32=2016). Não há tamanho mínimo para o registro, mas só pode haver 256 registros na página.<br /><br /><em><strong>Um Registro em SYBASE</strong></em><br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="a27796a5-b829-468f-8c76-73d7b6f97496" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase13.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Seja por exemplo, um registro assim definido<br /><br />&#13; create tabela1 (a int, b char(20))<br /><br />&#13; que gerará um layout como segue:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="01dbf0e6-e6ad-4aab-b5f5-b50c61cce9fe" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase14.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Já a tabela<br /><br />&#13; create tabela2 (a int, b varchar(20), c char(30), d varchar(10))<br /><br />&#13; gerará a o seguinte lay-out:<br /><br /><br /><br />&#13; Note que os dados de tamanho variável são todos juntados ao final do registro. Tem-se:<br /><br /><ul><li>2=número de campos de tamanho variável</li>&#13; <li>40=número deste registro dentro desta página campos fixos</li>&#13; <li>57=tamanho deste registro campos de tamanho variável</li>&#13; <li>38=o campo B começa na posição 38</li>&#13; <li>48=o campo D começa na posição 48 </li>&#13; </ul><br />&#13; A busca dentro da página é feita por pesquisa binária. Quando o tamanho do registro é fixo, a coisa é trivial. Quando o tamanho é variável, há uma tabela de deslocamento dos registros no fim da página.<br /><br />&#13; Eis como ficaria uma página de dados com registros de tamanho variável:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="e07dd9a1-5b91-4c8b-9056-e5a12d23917f" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase16.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; A entrada na tabela de deslocamento contém o endereço real do registro na área de dados que, lembrando, começa no &amp;32. Note que a tabela de deslocamento é ideal para uma pesquisa binária dentro da página.<br /><br />&#13; O deslocamento 0 no registro 1 indica que o mesmo foi excluído. A próxima inclusão nesta página reaproveitará o número 1 presentemente livre, ainda que o registro seja gravado fisicamente ao final da página.<br /><br />&#13; Quando os registros são excluídos, os que sobram são reagrupados no início da página de maneira a manter um único bloco de espaço livre ao final da página.<br /><br />&#13; Veja a seguir um exemplo de uma exclusão seguido de inclusão em um arquivo:<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="82f380ea-6f7d-4e8d-8b89-93d9166c5168" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/xbase17.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Um-Pouco-de-Estruturas-de-Arquivos" data-a2a-title="Um Pouco de Estruturas de Arquivos"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/191" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 191 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Um-Pouco-de-Estruturas-de-Arquivos#comments Dicas do Notes http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Dicas-do-Notes <span>Dicas do Notes</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autora:  Marcia Yurimi Ono Sens - GSR</em><br /><br />&#13; Na edição do mês de agosto, publicamos o artigo Lotus Notes: O que há de novo na versão 5.0., a larga utilização do Notes e o fato dessa ferramenta ter sido adotada pelo Governo do Estado como solução de Correio Eletrônico e Automação de Escritório, levou-nos a considerar que o assunto poderia ter continuidade e que teríamos a oportunidade de colaborar com os seus usuários, repassando nossas experiências, fornecendo informações práticas e dicas sobre a sua utilização.<br /><br />&#13; A primeira dica é em relação ao uso da Agenda, que é um recurso da caixa postal de cada usuário.<br /><br /><em><strong>Sobre a Agenda</strong></em><br /><br />&#13; A agenda é uma visão do banco de dados de correio do Notes que você pode utilizar para gerenciar seu tempo e programar reuniões. Você pode adicionar compromissos, reuniões, lembretes, eventos e aniversários de ocasião à visão Agenda. Também é possível exibir tarefas na visão Agenda.<br /><br />&#13; Você pode exibir a visão Agenda em quatro formatos diferentes: dois dias, uma semana, duas semanas e um mês. Na ilustração a seguir, a visão Agenda é apresentada no formato uma semana.<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="405c6e4e-ed49-4589-8ff2-64212a3de532" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/notes1.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><em><strong>Adicionando um Compromisso na Agenda</strong></em><br /><br />&#13; 1. Se necessário, alterne para a visão Calendário (ou Agenda).<br /><br />&#13; 2. Clique em Nova Entrada ou clique duas vezes na data do compromisso.<br /><br />&#13; 3. Selecione Compromisso.<br /><br />&#13; 4. Digite uma descrição do compromisso no campo Descrição.<br /><br />&#13; 5. Se necessário, especifique a data do compromisso no campo Data.<br /><br />&#13; 6. Especifique a hora do compromisso no campo Hora.<br /><br />&#13; 7. (Opcional) Siga um dos seguintes procedimentos:<br /><br /><ul><li>Para <strong>definir um alarme para o compromisso</strong>, clique em Opções de Alarme, especifique quando você deseja que o alarme dispare e clique em OK.</li>&#13; <li>Para <strong>transformar o compromisso em um compromisso recorrente</strong>, clique em Repetir, especifique a freqüência e a duração da repetição do compromisso e clique em OK.</li>&#13; <li>Para manter o horário selecionado livre para reuniões, selecione Manter Disponível.</li>&#13; <li>Para ocultar o compromisso de <strong>outros usuários que podem ler sua agenda</strong>, selecione "Sem Visualização Pública".</li>&#13; <li>Para incluir mais informações sobre o compromisso, digite-as no campo Descrição Detalhada. </li>&#13; </ul><br />&#13; 8. Clique em "Salvar e Fechar".<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="d323f3ff-59a3-48f8-8965-f1235ec18e89" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/notes2.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; Você também pode convidar alguém para uma reunião selecionando a opção <strong>Convite</strong> e seguindo um ou os dois procedimentos abaixo:<br /><br /><ul><li>Especifique os nomes de um ou mais usuários e/ou grupos no campo "Enviar Convites a".</li>&#13; <li>Especifique os nomes de um ou mais usuários e/ou grupos no campo "Convidados Opcionais". </li>&#13; </ul><br />&#13; O Notes adiciona o compromisso às visões Agenda e Reuniões e envia um memorando para os convidados.<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="656158c5-42b4-49dc-9ebe-14f930b4fb0e" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/notes3.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br />&#13; Quando o convidado receber o memorando terá a opção de Aceitar, Recusar, Sugerir ou Delegar o convite, e um novo memorando será enviado ao coordenador da reunião.<br /><br /><em><strong>Permitindo que Outros Leiam sua Agenda</strong></em><br /><br />&#13; Você pode usar seu perfil de delegação para dar a usuários acesso <strong>ler entradas de agenda</strong> (compromissos, convites de reunião, respostas a reuniões, eventos, lembretes e aniversários) mas estes não poderão ler quaisquer outros documentos de seu banco de dados.<br /><br />&#13; 1. Escolha Ações - Ferramentas de Correio - Perfil de Delegação.<br /><br />&#13; 2. Em Acesso à Agenda, siga um dos procedimentos abaixo:<br /><br />&#13; Para dar <strong>a todos</strong> os usuários acesso à sua agenda, selecione "Todos Podem Ler Minha Agenda".<br /><br />&#13; Para dar <strong>apenas</strong> a usuários e/ou grupos selecionados acesso à sua agenda, especifique os nomes dos usuários e/ou grupos no campo "Somente os Grupos/Pessoas a Seguir Podem Ler Minha Agenda".<br /><br />&#13; 3. Clique em OK.<br /><br /><em><strong>Permitindo que Outros Gerenciem sua Agenda</strong></em><br /><br />&#13; Você pode, também, usar o seu perfil de delegação para dar aos usuários o direito de gerenciar sua agenda. Assim, os usuários poderão ler, criar, editar e excluir entradas de agenda (compromissos, convites de reuniões, respostas a reuniões, eventos, lembretes e aniversários) mas não poderão ler, criar, editar ou excluir quaisquer outros documentos de seu banco de dados.<br /><br />&#13; 1. Escolha Ações - Ferramentas de Correio - Perfil de Delegação.<br /><br />&#13; 2. Em Acesso à Agenda, siga um dos procedimentos a seguir:<br /><br /><ul><li>Para dar <strong>a todos</strong> os usuários acesso de gerente à sua agenda, selecione "Todos Podem Gerenciar Minha Agenda".</li>&#13; <li>Para dar <strong>apenas</strong> a usuários e/ou grupos selecionados acesso gerente à sua agenda, especifique os nomes dos usuários e/ou grupos no campo "Somente os Grupos/Pessoas a Seguir Podem Gerenciar Minha Agenda". </li>&#13; </ul><br />&#13; 3. Clique em OK.<br /><br /><em><strong>Lendo a Agenda de Outra Pessoa</strong></em><br /><br />&#13; Caso possua o acesso de leitura à agenda de um usuário, você poderá abri-la da seguinte forma:<br /><br />&#13; 1. Escolha Ações - Ferramentas de Agenda - Abrir Outra Agenda.<br /><br />&#13; 2. Selecione uma Lista de Endereços que contenha o nome do usuário cuja agenda deseja ler.<br /><br />&#13; 3. Selecione o nome do usuário e clique em OK.<br /><br />&#13; 4. Ao terminar de ler a agenda, pressione ESC.</div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Dicas-do-Notes" data-a2a-title="Dicas do Notes"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/209" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 209 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Dicas-do-Notes#comments Métricas de Software http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Metricas-de-Software <span>Métricas de Software</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor: Marco Aurélio Cordeiro - GPS</em><br /><br /><br /><strong>INTRODUÇÃO</strong><br /><br />&#13; Software é atualmente um dos maiores componentes do orçamento de muitas organizações. A maioria delas reconhece a importância de controlar os gastos com software, de analisar a performance dos resultados obtidos com o seu desenvolvimento e manutenção, a fim de permitir uma padronização. Para fazer isto, necessitamos fazer uso de medidas e de modelos apropriados.<br /><br />&#13; Medidas são necessárias para analisar qualidade e produtividade do processo de desenvolvimento e manutenção bem como do produto de software construído. Medidas técnicas são necessárias para qualificar a performance técnica dos produtos do ponto de vista do desenvolvedor. Por outro lado, medidas funcionais são necessárias para qualificar a performance dos produtos pela perspectiva do usuário. Medidas funcionais devem ser independentes das decisões do desenvolvimento técnico e implementação. Tais medidas podem ser utilizadas para comparar a produtividade de diferentes técnicas e tecnologias.[1]<br /><br />&#13; E a partir de medições torna-se possível realizar uma das atividades mais fundamentais do processo de gerenciamento de projetos que é o planejamento. A partir deste planejamento, passamos a identificar a quantidade de esforço, o custo e as atividades que serão necessárias para a realização do projeto.[2]<br /><br />&#13; Há bem pouco tempo, a única base para a realização de estimativas era a experiência da equipe técnica envolvida no projeto, ou seja, um processo inteiramente subjetivo e que fatalmente levava a atividades atropeladas ou não realizadas, produtos com deficiência funcional, custo de realização além do previsto e atraso na entrega do produto. Um dos grandes problemas da utilização da experiência passada de desenvolvimento de projetos de software em novos desenvolvimentos é a dificuldade de estabelecer semelhanças de funcionalidade e tamanho entre projetos de software.<br /><br /><br /><strong>Medidas de Software</strong><br /><br />&#13; A medição é algo comum no mundo da engenharia. Infelizmente, a engenharia de software está longe de ter uma medição padrão amplamente aceita e com resultados sem nenhum fator subjetivo. Temos dificuldade em concordar sobre o que medir e como avaliar o resultado das medições obtidas.<br /><br />&#13; As métricas de software, do ponto de vista de medição, podem ser divididas em duas categorias: medidas diretas e indiretas.<br /><br />&#13; Podemos considerar como medidas diretas do processo de engenharia de software o custo e o esforço aplicados no desenvolvimento e manutenção do software e do produto, a quantidade de linhas de código produzidas e o total de defeitos registrados durante um determinado período de tempo. Porém, a qualidade e a funcionalidade do software ou a sua capacidade de manutenção são mais difíceis de ser avaliadas e só podem ser medidas de forma indireta.<br /><br />&#13; Também podemos dividir as métricas de software, sob o ponto de vista de aplicação, em duas categorias: métricas de produtividade e de qualidade. As métricas de produtividade se concentram na saída do processo de engenharia de software e métricas de qualidade indicam o quanto o software atende aos requisitos definidos pelo usuário.<br /><br /><br /><strong>Métricas Orientadas ao Tamanho</strong><br /><br />&#13; A medida de software mais familiar é a contagem de linhas de código [3]. Embora esta métrica possa parecer simples, existe discordância sobre o que constitui uma linha de código. Para a maioria dos pesquisadores, a medida de linhas de código não deveria contar linhas de comentário e linhas em branco, uma vez que estas servem para a documentação interna do programa e não afeta a sua funcionalidade. Um outro problema é que este sistema de medidas está fortemente ligado à linguagem de programação utilizada, impossibilitando a utilização de dados históricos para projetos que não utilizam a mesma linguagem. Este tipo de medida é mais utilizado para a obtenção de informações de realização do projeto, sendo muito difícil o seu uso em estimativas. Um conjunto de métricas de qualidade e produtividade pode ser desenvolvido com esta técnica, conforme a tabela 1 abaixo:<br /><br /><table border="1" summary=""><tbody><tr><td>Produtividade</td>&#13; <td>Qualidade</td>&#13; <td>Custo</td>&#13; <td>Documentação</td>&#13; </tr><tr><td>KLOC1/pessoa-mês</td>&#13; <td>Defeitos/KLOC</td>&#13; <td>$/LOC</td>&#13; <td>Páginas/KLOC</td>&#13; </tr></tbody></table>&#13; Tabela 1 - métricas orientadas ao tamanho.<br /><br /><br /><strong>Métricas Orientadas à Função</strong><br /><br />&#13; Em vez de contar as linhas de código, a métrica orientada à função concentra-se na funcionalidade do software. Proposta no início da década de 70 por pesquisadores da IBM, a pedido de um grupo de usuários, cujo trabalho era identificar as variáveis críticas que determinam a produtividade da programação. Descobriram que poderiam basear a avaliação de um software medindo o valor das funções executadas pelos programas, em vez de utilizar como base o volume ou a complexidade do código dos programas [4].<br /><br />&#13; Em 1979, Allan Albrecht [5], prosseguindo estas pesquisas, introduziu uma técnica de avaliação conhecida como Pontos por Função. Esta métrica está baseada na visão externa do usuário, sendo independente da linguagem utilizada, permitindo calcular o esforço de programação e auxiliando o usuário final a melhorar o exame e avaliação de projetos[6].<br /><br />&#13; Seus objetivos são:<br /><br /><ul><li>Medir o que foi requisitado e recebido do usuário;</li>&#13; <li>Medir independente da tecnologia utilizada para a implementação;</li>&#13; <li>Prover uma métrica de medição para apoiar a análise de produtividade e qualidade;</li>&#13; <li>Prover uma forma de estimar o tamanho do software;</li>&#13; <li>Prover um fator de normalização para comparação de software.</li>&#13; </ul><br />&#13; Determinam-se os pontos por função de uma aplicação em três etapas de avaliação [7]. A primeira resulta na contagem de pontos por função não ajustados, que refletem as funções específicas e mensuráveis do negócio, provida ao usuário pela aplicação. A segunda etapa da avaliação gera o fator de ajuste, que representa a funcionalidade geral provida ao usuário pela aplicação. A terceira etapa resulta na contagem de pontos por função ajustados, que reflete o fator de ajuste aplicado ao resultado apurado na primeira etapa. O cálculo do fator de ajuste é baseado em 14 características gerais dos sistemas, que permitem uma avaliação geral da funcionalidade da aplicação. Estas características são:<br /><br /><ol><li>comunicação de dados;</li>&#13; <li>processamento distribuído;</li>&#13; <li>performance;</li>&#13; <li>utilização de equipamento;</li>&#13; <li>volume de transações;</li>&#13; <li>entrada de dados on-line;</li>&#13; <li>eficiência do usuário final;</li>&#13; <li>atualização on-line;</li>&#13; <li>processamento complexo;</li>&#13; <li>reutilização de código;</li>&#13; <li>facilidade de implantação;</li>&#13; <li>facilidade operacional;</li>&#13; <li>múltiplos locais;</li>&#13; <li>facilidade de mudanças.</li>&#13; </ol><br />&#13; A métrica de pontos por função (FP), como as linhas de código (LOC), é controversa. Este sistema é independente da linguagem de programação e se baseia em dados que são conhecidos logo no começo da evolução de um projeto, tornando-se mais atraente como abordagem de estimativa. Porém, a contagem se baseia parcialmente em dados subjetivos, implicando à organização estabelecer um plano de implantação da sistemática de medição, definindo padrões para a contagem, antes do início efetivo da utilização. Isto é fundamental para que os resultados das medições possam ser comparados entre os projetos, gerando uma linha de referência (baseline) das informações históricas coletadas e armazenadas. Mais adequada para a prática de estimativas de software, esta técnica chamou a atenção das organizações de desenvolvimento de software e da academia, sendo formado, em 1986, um grupo internacional de usuários da técnica de pontos por função, chamado IFPUG (International Function Point User Group) destinado a implementar melhorias e disseminar informações da técnica. Estas informações são disponibilizadas através do manual de práticas de contagem do IFPUG[8], cuja última versão 4.1 foi publicada em janeiro de 1999. Por este motivo, há que se cuidar quando da utilização das informações históricas das medições, já que esta técnica vem sendo melhorada seguindo uma evolução de versões, e neste caso, contagens realizadas com versões diferentes da técnica, não devem ser comparadas entre si.<br /><br /><strong>CONCLUSÃO</strong><br /><br />&#13; A grande quantia que movimenta a indústria mundial de desenvolvimento de software, atualmente em valores acima dos 600 bilhões de dólares anuais, tem levado as organizações a buscar a melhoria do seu processo de desenvolvimento visando melhorar a qualidade e produtividade do software produzido, e por conseqüência, redução do custo e tempo de implementação e manutenção. Porém, existe um objetivo ainda maior das organizações, que é a previsibilidade desta qualidade e produtividade[9]. E se você não possui um processo para realizar estimativas apropriadas, você está com o seu processo de desenvolvimento de software comprometido, porque, como você vai confiar num planejamento para construção de um produto baseado num "achômetro"? Por mais capaz que seja a equipe técnica envolvida no projeto, a dificuldade de se estabelecer tamanho de um projeto de software com base na experiência passada é muito grande, pelo fato da dificuldade de se estabelecer as similaridades e as diferenças entre a funcionalidade dos softwares. Esta dificuldade é que tem levado as organizações a investimentos elevados nesta área, e muita evolução neste assunto é esperada para os próximos anos.<br /><br />&#13; REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br /><br />&#13; [1] ABRAN, Alain. <strong>Full function point measurement manual</strong>: V2.0. Canadá: Software Engineering Laboratory in Applied Metrics - Universidade de Quebec, 1999.<br /><br />&#13; [2] PRESSMAN, Roger S. <strong>Software engineering</strong>: a practitioner’s approach, 3. ed. New York: McGraw-Hill, 1995.<br /><br />&#13; [3] CONTE, S.D. <strong>Software engineering metrics and models</strong>. Califórnia: Benjamin/Cummings Publishing, 1985.<br /><br />&#13; [4] BRAGA, Antônio. <strong>Análise de pontos de função</strong>. Rio de Janeiro: Infobook, 1996.<br /><br />&#13; [5] IFPUG. <strong>Function point counting practices manual</strong>: V4.0. Atlanta, 1994.<br /><br />&#13; [6] AZEVEDO, Douglas J. P. de. <strong>Análise de pontos por função para aplicações orientadas a documentos</strong>. Porto Alegre: CPGCC da UFRGS, 1999.<br /><br />&#13; [7] IFPUG. <strong>Function point counting practices manual</strong>: V3.1. USA, 1991.<br /><br />&#13; [8] IFPUG. <strong>Function point counting practices manual</strong>: V4.1. Ohio, 1999.<br /><br />&#13; [9] JALOTE, Pankaj. <strong>CMM in practice</strong>: processes for executing software projects at Infosys. USA: Addison Wesley Longman, 1999.<br /><br />&#13; _________________________________<br />&#13; 1 KLOC = Milhares de linhas de código.<br /><br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Metricas-de-Software" data-a2a-title="Métricas de Software"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/231" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 231 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Metricas-de-Software#comments Coluna do Estagiário Celepariano: Você Sabe o que é Pipeline??? http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Coluna-do-Estagiario-Celepariano-Voce-Sabe-o-que-e-Pipeline <span>Coluna do Estagiário Celepariano: Você Sabe o que é Pipeline???</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autor: Andre Marzulo - Estagiário da GPS</em><br /><br />&#13; Microprocessadores é um assunto interessante a ser tratado dentro do mundo da informática sendo, com certeza, um dos assuntos que geram mais espanto devido à rápida evolução obtida nos últimos anos. É incrível a velocidade com que eles evoluem e como as empresas fabricantes de processadores acham formas de torná-los cada vez mais rápidos. Segundo Steve Jobs, um dos grandes nomes que a IBM já teve, os processadores tendem a duplicar sua capacidade a cada 18 meses, e esse crescimento geométrico vale até 2020, isto é, temos 20 anos de evoluções pela frente, e 20 anos de espanto! Eu me lembro bem que em 1988 ganhei o primeiro computador de meu pai; um 8088, 5 Mhz, com uma capacidade de endereçamento direto de 1Mb enquanto os processadores concorrentes tinha um acesso de 64Kb numa velocidade de 2Mhz até 4Mhz (o 8088 já existia em 1980 e nessa época o Brasil era mais fechado para produtos estrangeiros). Meu pai pagou a bagatela de 1500 dólares e, lógico, minha mãe ficou mais de 1 mês sem falar com ele. Hoje lembramos disto dando boas risadas. De 1988 até 2000 são 12 anos. Tendo em vista que processadores para PC hoje já estão na casa do Ghz, é uma evolução de 1000Mhz, sendo que a cada ano os processadores evoluíram 84Mhz (em nível nacional). Claro, isto não diz o que aconteceu de fato, porque o que realmente impulsionou essa evolução foi a introdução do conceito de Pipeline nos processadores.<br /><br /><br /><strong>ENTÃO O QUE VEM A SER O TAL DO PIPELINE???</strong><br /><br />&#13; Esta dúvida existe na cabeça de muitos 'informáticos', pois, sempre que ligamos o PC aparece na janelinha do setup da máquina o nome Pipeline, mas muitos não sabem sequer do que se trata...<br /><br />&#13; Na verdade é muito simples. De um modo grosseiro, é a capacidade que o processador tem de fazer o processamento através de fases, tornando-se, assim, muito mais otimizado e rápido. Explico: Imagine uma linha de montagem de carros, onde o carro passa por diversas fases, de funilaria, peças, etc. Essa produção funciona em paralelo para diferentes tipos de carro. Essa é a idéia básica colocada no pipeline.<br /><br />&#13; Vamos supor que temos um grupo de técnicos montando, um único carro, e temos um segundo grupo de técnicos montando carros em uma linha de produção. Podemos até ter os dois grupos terminando a produção do primeiro carro ao mesmo tempo. Já para o segundo carro, enquanto o primeiro grupo de técnicos, iria começar, na linha de produção, já estaria em fase final, e assim sucessivamente. É nisso que consiste o pipeline, colocar as instruções em uma linha de produção de modo que torne o processamento mais rápido.<br /><br />&#13; Para se medir a velocidade da linha de produção, usamos carros feitos por hora, e no pipeline é a mesma coisa, só que a medida é um pouco diferente. Para medirmos usamos a seguinte fórmula:<br /><br />&#13; Tempo por instrução sem pipeline<br />&#13; -----------------------------------------------<br />&#13; Número de estágios do pipeline<br /><br />&#13; Antes de continuar devo abrir parênteses aqui para explicar os tipos de arquiteturas de processadores para que não haja engano. Existem dois tipos de arquiteturas básicas, o RISC e o CISC. O RISC quer dizer "Reduced Instruction Set Computer" e o CISC quer dizer "Complex Instruction Set Computer". Dentro disso, a arquitetura que apareceu primeiro foi o CISC, em 1964 com a IBM, e o conceito do CISC era: "Tudo que é realizado em Hardware é rápido", porém, em 1980, elaboraram o RISC, que tinha um conceito um pouco diferente: "Faça o caso comum (98% das instruções executadas) ser rápido". A idéia era a seguinte: O que é mais rápido? Ir de Fortaleza ao porto de Santos de navio ou ir de avião até São Paulo e lá pegar uma bicicleta e pedalar até Santos. É nisso que se apoiavam, não importa que 2% das instruções não seja processada rapidamente, se tratarmos o caso mais genérico (98% das instruções) com certeza deve haver um ganho de performance. Hoje as duas arquiteturas brigam no mercado tendo como exemplo de processadores: RISC com o PowerPC, HP PA, Alpha, MIPS e CISC com a maioria dos processadores Intel. Como a arquitetura RISC é mais simples de se trabalhar, vou usar o RISC-DLX como exemplo, pois é um processador de fácil entendimento e muito mais didático. Isso evita diagramas muito grandes e complexos.<br /><br /><br />&#13; Aqui está o desenho de um processador sem pipeline baseado no DLX.<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="3d6234b5-797c-4370-8b9e-208322097482" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/estagiario1.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; Podemos analisar os principais itens de um processador, como o PC (Program Counter) e o ULA (Unidade Lógica Aritmética), e todo caminho que a instrução percorre dentro do processador. Mas este exemplo apresenta muitos problemas, pois sem o pipeline ele é lento já que trata uma instrução de cada vez. Então esse processador não serviria para um computador pessoal, mas serviria para uma máquina de lavar ou outro eletrodoméstico que não faz nada científico. Porém, não vou entrar nesses detalhes, pois teríamos uma outra matéria.<br /><br />&#13; Desde a entrada da linha de Comando até o final, temos um Clock! Quando a instrução sai, outra instrução entra no PC e assim sucessivamente. Sendo assim, temos sempre uma situação estável. Na entrada temos uma situação estável e no final temos outra situação estável. Portanto, se tentarmos pegar um dado que passa no ULA, não teremos uma situação estável. É ai que temos um problema. E se nós dividíssemos o processador como numa linha de produção???<br /><br />&#13; Agora o desenho do mesmo processador com Pipeline.<br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="78c2e93a-9f8d-4166-bff5-65b8a4640d5d" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/estagiario2.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br />&#13; A divisão ficaria assim, com os Registradores Especiais posicionados dessa forma. Assim, teremos um Clock em cada espaço do processador, só que esse Clock seria muito mais rápido por ter um caminho muito menor e muito menos ação deveria ser tomada pelo processador e em cada Registrador teríamos uma situação estável. Ele processa muito mais informações justamente pelos Registradores, pois quando PC lê uma instrução e joga no processador, e essa informação chega no primeiro Registrador, o processador já pode estar lendo a segunda informação pronta para jogar de novo no Pipeline, e esse trabalho é totalmente sincronizado, sempre na velocidade do passo mais lento. Entretanto, em estudos feitos, 30% dos códigos de programação são desvios, e isso causa perda de performance ao Pipeline, e em vista disso criaram-se soluções para esses problemas. A primeira solução encontrada foi interpretar o que o código quer fazer. Por exemplo: num loop, onde os processadores teoricamente iriam inserir "bolhas" (é quando o processador insere espaço em branco em um registrador e essa ação se denomina "bubble", ou seja, "bolha") em cada retorno ao topo do loop, ele deveria saber quando existe o loop e o compilador deveria colocar em código simples o loop um embaixo do outro. Por exemplo:<br /><br />&#13; for(x=0;x&lt;=3;x++)<br />&#13; {<br />&#13; a=b+c;<br />&#13; d=c-e;<br />&#13; }<br /><br /><br />&#13; O compilador se encarregaria de transformar esse código, ao ler o "for", e colocar o código desta forma.<br /><table border="0" summary=""><tbody><tr><td>1</td>&#13; <td>a=b+c;<br />&#13; d=c-e;</td>&#13; </tr><tr><td>2</td>&#13; <td>a=b+c;<br />&#13; d=c-e;</td>&#13; </tr><tr><td>3</td>&#13; <td>a=b+c;<br />&#13; d=c-e;</td>&#13; </tr></tbody></table><br />&#13; Como o "for" pede para fazer isso 3 vezes, o compilador coloca o código a ser executado um embaixo do outro, eliminando, assim, a leitura do "for", evitando que, quando se chegasse ao final do loop, o processador tenha que inserir uma bolha, pois teria que voltar ao topo do loop.<br /><br />&#13; Outro exemplo de problema seria o desvio incondicional, no caso de um retorno de programa. A solução básica é pressupor que o desvio vai ser falso e continuar com o código corrente mas, se for verdadeiro, ele terá que limpar os registradores e retornar o valor original antes de terminar a execução. Esse trabalho do processador de limpar os registradores denomina-se squashing. Isso requer alguma peça que armazene esses dados originais.<br /><br />&#13; Ainda temos o desvio condicional, onde ele trabalha da mesma forma que o desvio incondicional só que o processador pressupõe que o desvio vai ser verdadeiro. Caso não seja, executa o squashing e continua o código.<br /><br />&#13; Mesmo encontrando essas soluções, estudos ainda mostram que os processadores têm perda de 40% da performance em várias operações efetuadas, portanto, foram criadas diversas arquiteturas para que se resolva esse problema do Pipeline.<br /><br />&#13; Os Pipelines, hoje, levam muitas estruturas diferentes, do tipo Superescalar, Dinâmico, Out-of-Order, entre outros, que vêm solucionar problemas nos processadores com Pipeline, tentando minimizar o uso de bolhas nos processadores, assim maximizando o uso do processador. Ao mesmo tempo em que os processadores ficam mais sofisticados eles têm diminuído de tamanho através do uso de tecnologias de fabricação mais precisas. Isto leva a um problema de dissipação de calor. Não vou entrar em detalhes de como funciona ou como se resolvem problemas de Engenharia. Vou apenas tentar dar a idéia básica do que existe hoje no mercado e como essas tecnologias funcionam.<br /><br /><br /><em><strong>O SUPERPIPELINING:</strong></em><br /><br />&#13; Consiste em se colocar um grande número de estágios, no caso, sendo mais que 6 estágios.<br /><br />&#13; Vantagens: Maior número de instruções sendo processadas ao mesmo tempo e maior freqüência de Clock.<br />&#13; Desvantagens: Aumenta a complexidade, dependências e desvios.<br /><br /><br /><em><strong>O PIPELINE SUPERESCALAR:</strong></em><br /><br />&#13; Consiste em se aumentar o número de pipelines, ao invés de 1, teríamos 2 ou 3 pipelines em paralelo.<br /><br />&#13; Vantagens: Paralelismo real, com 2 ou mais instruções sendo processadas em paralelo, com melhora significativa de performance.<br />&#13; Desvantagens: Necessidade do código ser preparado, aumento de complexidade e problemas de dependências e desvios.<br /><br /><br /><em><strong>PREVISÃO DE DESVIOS:</strong></em><br /><br />&#13; Esse pipeline procura "adivinhar" qual será o comportamento de um desvio condicional.<br /><br />&#13; Vantagens: Diminuição do número de vezes em que é necessário inserir bolhas no pipeline devido a um desvio.<br />&#13; Desvantagens: Complexidade.<br /><br /><br /><em><strong>PIPELINE ESPECULATIVO:</strong></em><br /><br />&#13; Ele inicia o processamento dos 2 caminhos possíveis após um desvio.<br /><br />&#13; Vantagens: Elimina a perda de tempo por seguir a seqüência da instrução errada.<br />&#13; Desvantagens: Altamente complexo pois necessita dois PCs.<br /><br /><br /><em><strong>PIPELINE DINÂMICO:</strong></em><br /><br />&#13; Consiste em várias unidades de processamento em paralelo. O processador executa instruções de tipos diferentes em paralelo e em ordem invertida. Seria mais ou menos o seguinte, o processador teria um paralelo especializado em instruções de Ponto Fixo (Soma e Subtração), outro paralelo para Ponto Flutuante (senos e cosenos) e, às vezes, um terceiro paralelo para Multimídia (Som, Vídeo).<br /><br />&#13; Vantagens: Instruções mais lentas não atrasam o processamento das instruções seguintes.<br />&#13; Desvantagens: Complexidade e dificuldade de testar o processador.<br /><br /><br /><em><strong>OUT-OF-ORDER:</strong></em><br /><br />&#13; A Execução Fora-De-Ordem faz o processador reordenar as instruções para melhor aproveitar o pipeline e evitar a inserção de bolhas. Ele necessita uma unidade de reordenação de instruções após executá-las. Pode existir em todos os tipos de pipeline mas é obrigatório em um pipeline dinâmico.<br /><br />&#13; Vantagens: Performance otimizada e menos bolhas.<br />&#13; Desvantagens: Complexidade.<br /><br />&#13; Esses são os pipelines mais utilizados e a maioria dos processadores utilizam várias destas técnicas ao mesmo tempo. Existem outros tipos de Pipeline, mas raramente são utilizados. Existem ainda processadores muito rápidos que não utilizam pipeline, mas isso já é outra história.<br /><br /><br /><em><strong>CURIOSIDADES</strong></em><br /><br />&#13; O Primeiro processador com pipeline foi o Stretch IBM 7030. Ele é uma evolução do IBM 704, porém 100 vezes mais rápido. O processador RISC foi pensado pela primeira vez com pipeline, em 1980.<br /><br />&#13; O primeiro processador com SuperPipelining foi o MIPS R4000 e foi também o primeiro com arquitetura 64Bits. Os processadores Alpha (21064 foi o primeiro) são totalmente baseados nessa arquitetura e chegam a ser incrivelmente mais velozes que muitos processadores concorrentes.<br /><br />&#13; Colaboração: Professor Fábio Araújo, da Universidade Tuiuti do Paraná<br /><br /><br /><em><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></em><br /><br />&#13; HENNESSY, John L.; PATTERSON, David A. <strong>Computer architeture a quantitative approach</strong>. 2. ed. Michigan: Morgan &amp; Kaufmann, 1998.<br /><br />&#13; STALLINGS, William. <strong>Computer organization and architecture</strong>: design for performance. 4. ed. USA: Prentice Hall, 1998.<br /><br />&#13; TANENBAUM, Andrew S. <strong>Organização estruturada de computadores</strong>. 3. ed. São Paulo: Record, 1999.<br /><br />&#13; WWW.ALPHAPOWERED.COM em pesquisa sobre o processador Alpha21264. Disponível na Internet. http://www.alphapowered.com/presentations/alpha_ia64.pdf - Link sobre tecnologias aplicada no processador. Jul. 2000.<br /></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Coluna-do-Estagiario-Celepariano-Voce-Sabe-o-que-e-Pipeline" data-a2a-title="Coluna do Estagiário Celepariano: Você Sabe o que é Pipeline???"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/235" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 235 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Coluna-do-Estagiario-Celepariano-Voce-Sabe-o-que-e-Pipeline#comments www.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/wwwprgovbr <span>www.pr.gov.br</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-101" hreflang="pt-br">Edição 101</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><em>Autoras:<br />&#13; Olga Maria Soares da Costa - GAC<br />&#13; Marta Zanatta Lima - GAC</em><br /><br />&#13; Esta coluna se destina a divulgar o conteúdo do servidor WWW da Companhia de Informática do Paraná – CELEPAR que hospeda a maioria das páginas dos órgãos do Governo do Estado.<br /><br />&#13; Para acessar as páginas você pode navegar através da home page do Estado em <a href="http://www.pr.gov.br">www.pr.gov.br</a> ou, diretamente, nos endereços específicos encontrados nos números anteriores do Bate Byte.<br /><br /><em><strong>PÁGINA DO MÊS</strong></em><br /><br />&#13; Manifesto 2000 - Uma cultura da paz e da não-violência <br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="c13651c4-742e-4c36-8f7b-7e214bd3b5b7" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao101/www.gif" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br /><em><strong>NOVIDADES DO MÊS</strong></em><br /><br />&#13; Páginas novas e páginas cujo endereço ou conteúdo foi modificado:<br /><br /><ul><li>Artesanato Paranaense</li>&#13; <li>Departamento da Polícia Civil - DPC</li>&#13; <li>Departamento de Estradas de Rodagem - DER</li>&#13; <li>Junta Comercial do Paraná - JUCEPAR</li>&#13; <li>Manifesto 2000 - Uma cultura da paz e da não violência</li>&#13; <li>Museu Paranaense</li>&#13; <li>Procon-PR</li>&#13; <li>Secretaria da Agricultura e do Abastecimento - SEAB</li>&#13; <li> Secretaria da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico - SEID</li>&#13; </ul><ul><li>Secretaria de Obras Públicas - SEOP</li>&#13; <li>57º Salão Paranaense - 2000</li>&#13; <li>9º Concurso Internacional de Presépios Natalinos</li>&#13; </ul></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/wwwprgovbr" data-a2a-title="www.pr.gov.br"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/237" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 237 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/wwwprgovbr#comments