Edição 57 http://www.batebyte.pr.gov.br/ pt-br Universidade do Campo e as Organizações na era da Informática http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Universidade-do-Campo-e-Organizacoes-na-era-da-Informatica <span>Universidade do Campo e as Organizações na era da Informática</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><em>Escrito por Antonio Carlos Rodrigues da Silva Coord. Programa Univer. do Campo IAPAR Londrina PR (043) 326-1525</em></p>&#13; <p>Uma das características mais marcantes da atualidade é, sem dúvida, o aumento do nível de consciência do cidadão com relação aos seus direitos e, entre esses, o do acesso à informação.</p>&#13; <p>Isto não significa linearmente que ele esteja mais bem informado mas, sim, que as empresas que não estiverem atentas a essas exigências do cidadão, provavelmente terão dificuldades.</p>&#13; <p>Atesta-se, assim, a veracidade de algumas megatendências para esse final de século apontadas na década passada e, entre elas, o triunfo do indivíduo e a informação como uma das principais matérias-primas.</p>&#13; <p>Certamente, lidar com esses novos valores ou novos paradigmas não é muito simples, como não o foi aceitar a teoria da evolução no século passado ou a afirmação de Galileu de que não era o sol que girava em torno da terra mas, o inverso.</p>&#13; <p>À medida em que negam verdades até então aceitas, os novos paradigmas trazem desconforto, mas se apresentam como referenciais importantes para o avanço da humanidade.</p>&#13; <p>A rede internacional de redes, a Internet, é uma ferramenta que consolida estas megatendências à medida em que permite o acesso do cidadão à informação numa velocidade e qualidade inéditas.</p>&#13; <p>Em sintonia com essas tendências, o governo do Paraná pretende, nos próximos meses, modernizar todo o parque de informática do setor público.</p>&#13; <p>No que diz respeito ao setor rural, uma das idéias é disponibilizar, via informática, as informações geradas e disponíveis nas instituições que integram o agronegócio paranaense.</p>&#13; <p>Com a denominação de Programa Universidade do Campo, através do endereço <a href="http://www.pr.gov.br/ucampo">http://www.pr.gov.br/ucampo</a>, já estão disponibilizadas informações institucionais de várias entidades que interagem com a realidade agrosilvopastoril do Estado.</p>&#13; <p>Num segundo momento, é de se esperar que todas as instituições alimentem o sistema com informações referentes aos seus principais produtos e serviços, assim como, mantenham uma interação dinâmica com o seu ambiente.</p>&#13; <p>Com a estrutura de informática modernizada em todo o Estado nos próximos meses, também estará em curso a capacitação de pessoas - tanto para a geração de informações dentro das instituições, como para usuários da Universidade do Campo, ou seja, para aqueles que estiverem nos terminais das organizações que o produtor rural, e demais interessados, tenham acesso: as prefeituras municipais, as cooperativas agropecuárias, os sindicatos rurais, os escritórios regionais da SEAB e da Emater, as estações experimentais do Iapar, as unidades regionais do Ceasa, da Claspar e da Codapar e os Centros de Ciências Agrárias das Universidades e Escolas de Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária e outras.</p>&#13; <p>Enquanto a atenção estiver voltada para as informações institucionais, não há muito com que se preocupar, pois as organizações estão muito bem preparadas culturalmente para isso.</p>&#13; <p>É a alimentação constante desse sistema que exigirá maior esforço das organizações, pois implica num rompimento com o padrão convencional de interação com o ambiente de cada uma e na integração muito forte entre as organizações que compõem o agronegócio paranaense. E isso, convenhamos, não faz muito parte da nossa cultura organizacional.</p>&#13; <p>Por ser este um processo complexo, deve ser encarado e entendido como uma oportunidade de aprendizado que exige um repensar da missão de cada organização integrante; obriga a uma avaliação dos modelos mentais que predominam nas empresas. Exige, ainda, o reconhecimento do coletivo como fonte de aprendizagem e a importância do pensar futuro.</p>&#13; <p>A denominação universidade para esse Programa advém da oportunidade de aprendizagem que esse processo oferece a todos integrantes das principais cadeias produtivas do Paraná.</p>&#13; <p>É impossível, hoje, saber como esse processo vai se dar. Mas, não é tão difícil imaginar o que acontecerá com as instituições que não estiverem atentas a essas novas exigências do seu público consumidor.</p>&#13; <p>É por isso que, ao acessar hoje a home-page da Universidade do Campo, o usuário, verá no item “Apresentação”, os aspectos conceituais dessa idéia-força. Sinteticamente, é destacada a importância do reconhecimento de que as organizações atuais integram “redes”, ou seja, fazem parte de uma malha composta de inúmeras organizações interdependentes.</p>&#13; <p>Conceitualmente, o Programa Universidade do Campo é, também, uma política pública, na qual devem ser observados o discurso, sua sustentabilidade, a estrutura organizacional para sua implementação e o seu orçamento.</p>&#13; <p>Enquanto observa-se a existência de sintonia entre as duas primeiras categorias, atenção especial deve ser dada à estrutura organizacional, pois o sucesso de qualquer política pública depende da harmonia entre essas categorias interdependentes.</p>&#13; <p>Essa desejável sintonia depende, certamente, das organizações integrantes, em função do seu real comprometimento com os objetivos do Programa e, assim, manter o seu público não só informado, mas muito bem informado.</p>&#13; <p>É sempre oportuno alertar para a importância do setor público adequar-se a essa realidade e tomar as medidas com competência e antecipadamente. E, se não puder fazê-lo, é bem possível que o setor privado o faça, mas sem a ênfase no social, que é prerrogativa de uma boa gestão pública.</p>&#13; <p class="text-align-right"><a></a></p></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Universidade-do-Campo-e-Organizacoes-na-era-da-Informatica" data-a2a-title="Universidade do Campo e as Organizações na era da Informática"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/313" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 313 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Universidade-do-Campo-e-Organizacoes-na-era-da-Informatica#comments Vídeo para o seu PC http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Video-para-o-seu-PC <span>Vídeo para o seu PC</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><i>Escrito por Jefferson &#13; Henrique Marçal - GPT - Ramal 338</i></p>&#13; <p>Hoje em dia é cada vez &#13; mais comum o microcomputador possuir em sua configuração placas &#13; que capturam sinais de TV e rádio. Geralmente são comercializados &#13; em conjunto com uma configuração de um kit multmídia (CD-ROM, placa &#13; de som 16bits, caixas e microfone), citando como exemplo o caso &#13; da Itautec (Linha INFOWAY.).<br /><br />&#13; Isto mostra que é possível acoplar esta tecnologia em um equipamento &#13; que possa processar dados, gravar e reproduzir sons e imagens, além &#13; de sintonizar rádio e TV.O que temos são configurações independentes &#13; (placa de som, TV, captura de sinais de vídeo).<br /><br />&#13; Normalmente há uma confusão, quando verificamos referências sobre &#13; placas de vídeos. Geralmente, quando falamos sobre placas de vídeo, &#13; automaticamente relacionamos as placas tradicionais VGA e SVGA. &#13; Esta nomenclatura é usada para a definição de placas gráficas. Placas &#13; de vídeo são aquelas capazes de manipular vídeo proveniente de uma &#13; câmera ou de um video-cassete. Estas placas captam estes sinais &#13; padrão NTSC gravando o resultado em alguns formatos como AVI e MPG.<br /><br />&#13; Nesta gravação existe um processo de compressão, dependendo do hardware &#13; ou software que você esteja utilizando para gravar esta seqüência. &#13; Existem dois tipos de compressão de seqüências de vídeo:<br /><br />&#13; Compressões a nível de software<br /><br />&#13; &#13; Microsoft Vídeo 1 (Vídeo for Windows)<br />&#13; Indeo Vídeo (Intel)<br />&#13; Cinepak Codec Supermatch<br />&#13; Microsoft RLE<br /><br />&#13; Compressões a nível de hardware<br /><br />&#13; FAST M-JPEG<br />&#13; Targa<br />&#13; MPEG<br /><br />&#13; A compressão feita a nível de software produz um arquivo de vídeo &#13; que roda nos chamados "micros normais". A mais comum, &#13; que encontramos em publicações, revistas eletrônicas como a NEO &#13; Interativa ou Enciclopédia Abril, são as compressões feitas pelo &#13; método Cinepak Codec Supermatch. Nesta configuração não há necessidade &#13; da instalação de drivers no painel de controle (controladores). &#13; Para se ter uma idéia, um vídeo de 35 segundos ocupa 12 Mbytes em &#13; janela 320 por 240 (pixels) no windows.<br /><br />&#13; A compressão feita a nível de hardware é mais eficiente pois reduz &#13; drasticamente o espaço ocupado pelo arquivo, além de possuir uma &#13; alta qualidade da imagem capturada. O padrão que está sendo adotado &#13; pelo mercado é o MPEG (Moving Picture Experts Groups). Utiliza diversas &#13; técnicas para compressão que resultam em taxas de compressão de &#13; até 50:1 (50 por 1).<br /><br />&#13; A desvantagem é que para exibir um vídeo comprimido por este método &#13; é preciso uma placa especial que chamamos de MPEG player.Já existem &#13; algumas placas gráficas (VGA e SVGA) que já possuem embutido um &#13; MPEG Player.<br />&#13; O processo de exibição do vídeo ocorre da seguinte forma:<br /><br />&#13; Executando o seu vídeo de um programa como Media Player do Windows, &#13; ele, ao abrir o arquivo manda um comando para a placa que descomprime &#13; o arquivo. A placa gráfica executa um overlay (janela) onde será &#13; exibida a sequëncia de vídeo.<br /><br />&#13; Utilizando a compressão por software o arquivo será descomprimido &#13; via microprocessador que às vezes não dá conta de todo este processamento, &#13; reduzindo o número de quadros por segundo (frame rate), perdendo-se &#13; qualidade na exibição.<br /><br />&#13; Outra coisa que vale a pena mencionar é que estas placas capturam &#13; sinais do padrão NTSC ( padrão para o micro). A saída de filmadoras &#13; segue este padrão, mas a maioria dos VCRs do mercado nacional não &#13; possui a conversão automática PALM/NTSC. Neste caso temos que adaptar &#13; um transcoder para converter o nosso padrão (PALM) para o padrão &#13; do micro (NTSC).<br /><br />&#13; Aqui na Gerência de Prospecção Tecnológica (GPT) temos testado dois &#13; tipos de placas: Vídeo Blaster SE100 e Movie Machine Pro. A primeira &#13; realiza compressão por software e a segunda por hardware.Estamos &#13; estudando outros padrões como M-JPEG que também possui uma excelente &#13; taxa de compressão, mas exige hardware especial.<br /><br />&#13; &#13; Talvez no ano que vem já possamos contar com micros que possuem &#13; placas de captura e/ou reprodução de vídeos configurados de fábrica, &#13; como hoje acontece com os kits multimídia, evitando a dor de cabeça &#13; que é configurar IRQs e endereços de memória para este tipo de hardware.</p>&#13; &#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Video-para-o-seu-PC" data-a2a-title="Vídeo para o seu PC"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/317" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 317 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Video-para-o-seu-PC#comments Acesso Rápido à Biblioteca http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Acesso-Rapido-Biblioteca <span>Acesso Rápido à Biblioteca</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p>Você pode acessar rapidamente as referências do acervo da Biblioteca de três formas diferentes: </p>&#13; <ul><li>instalando o Quadro de Avisos Biblioteca, no Lotus Notes, onde é feita a divulgação das últimas aquisições da CELEPAR e da FUNCEL;</li>&#13; <li>através da aplicação BIBLIO, após conectar-se à rede de micros da CELEPAR, onde pode-se ter acesso de forma rápida e precisa às referências dos acervos completos da biblioteca, tanto técnico quanto de literatura;</li>&#13; <li>ou, ainda, através da Internet, onde já está disponível a nova versão da nossa página para recuperação de informações técnicas. Aqui é possível encontrar também referências ao acervo da biblioteca do IPARDES.<br /></li>&#13; </ul><p>Em breve, outras bibliotecas serão incluídas.<br /><br />&#13; Aproveite!</p></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Acesso-Rapido-Biblioteca" data-a2a-title="Acesso Rápido à Biblioteca"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/319" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 319 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Acesso-Rapido-Biblioteca#comments Fenasoft 1996 e os novos tempos da Informática http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Fenasoft-1996-e-os-novos-tempos-da-Informatica <span>Fenasoft 1996 e os novos tempos da Informática</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><em>Escrito por Fernando José Fendrich - DITEC-E - Ramal 395</em></p>&#13; <p>Lembro-me da primeira vez em que fui à Fenasoft, há alguns anos (1991 ou 1992, estou em dúvida). Havia aquela expectativa: qual será a novidade que encontraremos na Feira este ano ? Qual será a nova revolução da Informática que aparecerá na Feira? Naquele ano, ao visitar a Fenasoft, deparei-me, pela primeira vez, com os recursos da multimídia e fiquei maravilhado com as imagens e sons saindo dos micros, enquanto nós ainda estávamos às voltas com aqueles vídeos de fósforo verde.<br /><br />&#13; Além disso, assistíamos palestras sobre as novidades da informática e não podíamos evitar a surpresa diante de determinados avanços de que tomávamos conhecimento. Desse modo, ir à Fenasoft, na minha experiência, esteve sempre ligado a conhecer o estado-da-arte em informática, seja pelas novidades da Feira, seja pelos avanços divulgados pelas palestras.<br /><br />&#13; A informática muda tanto e em tão pouco tempo que estes acontecimentos de 4 ou 5 anos atrás parecem coisa de outra geração. Nos dias de hoje, a multimídia já é recurso normal e posso verificar que aqui na nossa própria Equipe de Desenvolvimento (DITEC-E) já construímos sistemas que além de som e imagem, mostram vídeos.<br /><br />&#13; O que pudemos constatar na Fenasoft 1996 é que a evolução da informática acabou com esse papel de divulgação do estado-da-arte exercido pela Feira. Encontramos stands de grandes lojas varejistas, vendendo micros, impressoras e softwares à vontade, satisfazendo uma multidão de consumidores ávidos por compras, porém não houve aquele impacto das grandes novidades ou o assombro causado pelas revoluções que agitam periodicamente a informática.<br /><br />&#13; Sinal dos tempos: com a Internet ao alcance da mão, todos os dias somos informados do estado-da-arte, das novas tecnologias, dos novos releases de softwares, fazemos download do que nos parece interessante e permanecemos informados do que acontece no mundo pela janela do nosso browser. Podemos entrar diretamente em contato com os fornecedores, sem intermediários, porque basta visitar suas home-pages e, caso encontremos algo interessante, deixar o nosso e-mail para contatos. Não há mais aquele impacto, aquele fator surpresa de outrora, porque hoje absorvemos as novidades aos poucos, todos os dias, na Internet.<br /><br />&#13; Deste modo, há uma tendência de que, no futuro, Feiras e Congressos de Informática passem a oferecer aos profissionais que delas participam um diferencial de qualidade em relação ao que se encontra na Internet, programando palestras que abordem seus temas com maior profundidade, tornando-se um fórum para discussão dos rumos do mercado e antecipando as tendências que encontraremos nas páginas da Internet alguns meses depois. Essa transformação deve tornar ainda mais proveitosa a nossa participação, contribuindo para o crescimento profissional dos congressistas, para a sua atualização e para o intercâmbio de conhecimentos.<br /><br />&#13; E, enquanto aguardamos a Fenasoft 1997, que tal visitar a Internet: a Feira de Informática Virtual?</p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Fenasoft-1996-e-os-novos-tempos-da-Informatica" data-a2a-title="Fenasoft 1996 e os novos tempos da Informática"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/321" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 321 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Fenasoft-1996-e-os-novos-tempos-da-Informatica#comments Como Transformar um Analista de Mainframe em Desenvolvedor Cliente/Servidor http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Como-Transformar-um-Analista-de-Mainframe-em-Desenvolvedor-ClienteServidor <span>Como Transformar um Analista de Mainframe em Desenvolvedor Cliente/Servidor</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><em>Escrito por Lislane Gracinda Dias - GPT - Ramal 338 e Tânia Mara Vostoupal - GPS - Ramal 367</em></p>&#13; <p>Resumo da palestra ministrada na Fenasoft/96 por Antônio Augusto da Silva, diretor técnico da MSA-Infor Sistemas e Automação Ltda. / Belo Horizonte-MG.<br /><br />&#13; Por ser muito recente na história da informática, existem comparações entre o desenvolvedor cliente/servidor e o E.T. de Varginha. Alguns já o viram, muitos o descrevem, todo mundo já ouviu falar, mas onde podemos encontrá-lo?<br /><br />&#13; Afora as brincadeiras, por ser a tecnologia do momento, muitos profissionais de mainframe viram-se obrigados a uma mudança repentina de perfil para buscar novos horizontes de atuação dentro das empresas. Entretanto, estes profissionais não podem descuidar dos compromissos com os computadores de grande porte. Devem continuar garantindo o bom funcionamento do ambiente já existente.<br /><br />&#13; Nota-se que os profissionais recém-formados nos cursos de informática das Universidades, são mais preparados para as novas tecnologias porque conhecem modelagem de dados, orientação a objetos, aplicações integradas e ambientes corporativos.<br /><br />&#13; A dificuldade de encontrar profissionais com estes conhecimentos agregados à experiência profissional, faz com que as empresas tenham que treinar seus antigos técnicos de maneira rápida e eficaz para não perder espaço no mercado. Porém, na maioria das vezes, cometem o erro de separar suas equipes em grupos distintos: um de desenvolvedores de mainframe, dedicados às atividades contínuas; outro formado por micreiros, em fase de preparação para o ambiente cliente/servidor, com treinamento e desenvolvimento de projetos-piloto.<br /><br />&#13; Dividindo-se os grupos desta maneira, as empresas não reciclam os profissionais de mainframe, os quais possuem as melhores condições de responder no médio prazo, devido seu amplo "know-how". Todas as oportunidades são direcionadas aos micreiros, que têm custos de treinamento muito maiores e de retorno incerto, devido à reduzida idade e conhecimento da cultura e objetivos da empresa.<br /><br />&#13; Um analista de mainframe, para tranformar-se em desenvolvedor cliente/servidor, precisa começar a familiarizar-se com o ambiente de informática, conhecer Microsoft Windows, conceitos básicos de orientação a objetos, interfaces gráficas e, naturalmente, a arquitetura cliente/servidor. Em seguida, deve aprender uma linguagem de programação visual, linguagem SQL e bancos de dados relacionais.<br /><br />&#13; Avaliando-se o perfil dos novos profissionais de informática, que devem invadir as empresas até o final da década, destacam-se algumas características em comum. São profissionais jovens vindos de Universidades, têm grande capacidade de assimilar novos conhecimentos, são auto didatas e possuem um computador em casa. A grande maioria trabalha em pequenas empresas e presta serviços esparsos no mercado, como autônomos. Em geral, desenvolve seus sistemas em linguagens de terceira geração, executa suas tarefas individualmente, sem preocupações com metodologias, documentações, segurança de acesso ou cuidados na recuperação de dados e uso compartilhado de sistemas porque o produto do seu trabalho destina-se a um usuário individual.<br /><br />&#13; A vulnerabilidade de uma rede corporativa pode aumentar grandemente com a contratação pura e simples de uma nova geração de desenvolvedores.<br /><br />&#13; Dentre as qualidades dos micreiros destacam-se: a facilidade de assimilar novos conhecimentos, a criatividade, a grande capacidade para o auto-estudo e a enorme disposição para aprender e trabalhar.<br /><br />&#13; O profissional de mainframe tem muito a aprender com o profissional de microinformática e, também, muito a ensinar. Torna-se clara a complementaridade de vocações entre estes profissionais. As empresas, para atingir o melhor resultado a curto prazo, devem criar grupos de estudo que mesclem equipes de mainframe e micreiros.<br /><br />&#13; Desta forma, o investimento da empresa em cursos de reciclagem serão menores, as pessoas estarão motivadas para o aprendizado e o retorno dos profissionais será efetivamente alcançado.</p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Como-Transformar-um-Analista-de-Mainframe-em-Desenvolvedor-ClienteServidor" data-a2a-title="Como Transformar um Analista de Mainframe em Desenvolvedor Cliente/Servidor"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/323" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 323 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Como-Transformar-um-Analista-de-Mainframe-em-Desenvolvedor-ClienteServidor#comments Base para uma Metodologia de Desenvolvimento em ambiente Cliente / Servidor http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Base-para-uma-Metodologia-de-Desenvolvimento-em-ambiente-Cliente-Servidor <span>Base para uma Metodologia de Desenvolvimento em ambiente Cliente / Servidor</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><em>Escrito por Lislane Gracinda Dias - GPT - Ramal 338 e Tânia Mara Vostoupal - GPS - Ramal 367</em></p>&#13; <p>Palestra apresentada na Fenasoft/96 por Wilson Caldeira da Silva - Gerente de negócios de treinamento da MSA-Infor / Belo horizonte - MG.</p>&#13; <p> <br />&#13; Quando adota-se uma solução de arquitetura cliente/servidor é necessário encontrar métodos de desenvolvimento que contemplem os conceitos fundamentais dessa filosofia. Para tanto é necessário deflagrar um conjunto de ações para gerar um embrião da metodologia a ser implantada na empresa.<br /><br /></p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="cc8e2010-809f-4df8-adf8-62ea50aa0848" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao57/base1.jpg" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p><br />&#13; Composto por etapas formais e sucessivas, envolve análise, projeto, desenvolvimento e implantação. É usado pelas grandes companhias e a sua principal desvantagem é a dificuldade em se adequar à construção de sistemas por ciclos de prototipagem.</p>&#13; <p><br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="092860ec-cd91-4c47-bc6a-c793faa6290e" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao57/base2.jpg" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; <p> </p>&#13; <p>Revela a essência da prototipagem evolutiva, válida para todo o ciclo de vida dos sistemas. O grande risco desse modelo é nunca chegar-se ao ponto de satisfação dos usuários, ou seja, entra-se numa espiral sem fim. Ainda não se tem cultura suficiente para avaliar corretamente seus defeitos e virtudes.<br /></p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="b481fad3-1644-471d-95f0-33b803192872" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao57/base3.jpg" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; <p> </p>&#13; <p>Modelo utilizado pela Microsoft Corp. para desenvolvimento de seus aplicativos. Representa uma intermediação entre os dois modelos anteriores, onde a seqüência e a necessidade de cada estágio dependem das características próprias de cada sistema.<br /><br />&#13; Estes três modelos podem servir de base para a elaboração de uma metodologia adequada a cada organização.<br /><br />&#13; Pode-se pensar a arquitetura cliente/servidor como composta por apenas três elementos fundamentais: interfaces, dados e processos. Assim sendo, encontram-se respostas para questões como: </p>&#13; <ul><li>o papel exercido por cada um desses elementos em função da natureza de cada sistema;&#13; <p>a criação de modelos que os representem corretamente; e</p>&#13; <p>a identificação da interação entre esses elementos.</p>&#13; </li>&#13; </ul><table border="3"><tbody><tr><td>A = Análise</td>&#13; <td>P = Próxima</td>&#13; <td>D = Desenvolvimento</td>&#13; <td>E = Estágio</td>&#13; </tr></tbody></table><p>Quem projeta sistemas, precisa entender a natureza do trabalho realizado pelos usuários e as aplicações que o servirão. Pode-se classificar os usuários e suas aplicações em dois grandes grupos: os encarregados de alimentar o sistema e os que usufruirão das informações fornecidas pelo primeiro grupo.<br /><br />&#13; As aplicações que se encaixam no primeiro grupo de usuários são conhecidas como TPS (Transaction Processing Systems) e as do segundo grupo são definidas como DSS (Decision Support Systems).<br /><br />&#13; Aplicações TPS possuem como características principais o alto volume de dados muito semelhantes, vários usuários agindo individualmente, processos repetitivos, seqüência de operações claramente definidas e, invariavelmente, as ações estão ligadas à atualização atômica da base de dados.<br /><br />&#13; Aplicações DSS são marcadas pela diversidade de tipos de dados com que lidam simultaneamente, por processos altamente dinâmicos e tão imprevisíveis quanto sua seqüência de execução, tendo como ações principais a exibição de informações consolidadas de várias formas e a necessidade de simulações variadas.<br /><br />&#13; As interfaces do aplicativo devem ser elaboradas em parceria com o usuário final. A técnica de desenvolvimento rápido de aplicações (RAD) é um bom ponto de partida para a elaboração do projeto de interfaces. Usando de forma embutida a orientação a objetos, essa técnica fundamenta-se nos seguintes conceitos: projeto centrado no usuário, prototipação rápida, particionamento de processos em clientes e servidores e modelagem de objetos.<br /><br />&#13; Dois aspectos fundamentais balizam a fase de modelagem de objetos. Um diz respeito aos objetos de apresentação, que no caso de interfaces gráficas são as janelas, listas de consulta, listas de verificação, etc. Outro, aos objetos próprios ao sistema em estudo, isto é: pessoa, fornecedor e características afins. A fusão dos modelos indicará como os objetos do negócio serão tratados pelos objetos de apresentação.<br /><br />&#13; A modelagem nos conduzirá de maneira natural aos dados que compõem uma interface, bem como a seus processos associados, que já poderão ser classificados, em primeira instância, sob a ótica de cliente ou servidor.<br /><br />&#13; Para viabilizar o desenvolvimento em parceria com o usuário, que validará o produto final, é essencial usar técnicas específicas para esse fim. Desta forma, o uso das sessões de JAD (Join Application Development) tem propiciado a otimização de resultados.<br /></p>&#13; <p><strong>MODELO DE DADOS</strong></p>&#13; <p> A principal preocupação para a implantação do modelo de dados refere-se à centralização ou distribuição da base de dados. No caso de se distribuir a base, deve-se considerar que apesar da tecnologia atual suportar alguns aspectos desta distribuição, as técnicas para construção do modelo distribuído ainda não são de conhecimento geral.<br /><br />&#13; A atualização centralizada da base de dados elimina esse problema. Alguns cuidados, porém, deverão ser tomados no que se refere à utilização do modelo de objetos elaborado durante o projeto de interfaces. Seu mapeamento direto para o modelo relacional, tendo como premissa a utilização de um banco de dados relacional, pode causar problemas no que se refere a conceitos de orientação a objeto, tais como herança e encapsulamento.<br /><br />&#13; Uma análise dos processos é resultado do projeto de interfaces. Porém, ela não é suficientemente abrangente para que se compreenda todas as regras de negócio de um sistema. É necessário obter um modelo que represente toda a interação dos processos do sistema, a forma que estes processos reagem a estímulos do usuário e como interagem entre si aos estímulos recebidos.<br /><br />&#13; Conclui-se, então, que a fórmula mágica não existe. Por isso, os desenvolvedores devem lançar mão do conhecimento de vários modelos para construir, da forma mais adequada para a empresa, os sistemas de informação no ambiente cliente/servidor.</p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Base-para-uma-Metodologia-de-Desenvolvimento-em-ambiente-Cliente-Servidor" data-a2a-title="Base para uma Metodologia de Desenvolvimento em ambiente Cliente / Servidor"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/325" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 325 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Base-para-uma-Metodologia-de-Desenvolvimento-em-ambiente-Cliente-Servidor#comments Protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol) http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Protocolo-HTTP-Hypertext-Transfer-Protocol <span>Protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol)</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p>Escrito por Ozir Francisco Andrade Zotto - DITEC-A - Ramal 418</p>&#13; <p>Até o final dos anos 80 as informações compartilhadas na Internet consistiam, primariamente, de trocas de mensagens de correio eletrônico e arquivos de dados de computadores. Nessa época começaram a surgir os arquivos multimídia que, além de textos, continham também figuras, sons e ligações (hyperlinks) que permitiam ao usuário "saltar" dentro de arquivos de um modo não linear, ou até mesmo saltar para outros arquivos contendo informações relacionadas.<br /><br />&#13; Foi necessário criar novos protocolos para atender a esses novos requerimentos. O padrão de arquivo HTML (HyperText Markup Language) e o padrão servidor HTTP (HyperText Transfer Protocol) resultaram de um projeto do CERN (European Particle Physics Laboratory), em 1989. Estes padrões forneceram as bases para o surgimento da WWW - o serviço de maior popularidade da Internet e grande responsável pelo seu atual crescimento exponencial.<br /><br />&#13; Este artigo, que se propõe a fazer uma breve análise do protocolo HTTP, é um resumo de uma pesquisa apresentada na disciplina Redes de Computadores, como parte do Curso de Pós-graduação em Ciência da Computação na Universidade Estadual de Londrina. Este curso é fruto de um convênio de cooperação técnica e financeira realizado entre a Celepar - Companhia de Informática do Paraná, a UEL - Universidade Estadual de Londrina, e a Sercomtel - Serviço de Telecomunicações Telefônicas de Londrina, e é ministrado pelos professores da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.<br /></p>&#13; <p><strong>1. INTRODUÇÃO</strong></p>&#13; <p>No final dos anos 60 a crescente importância dos computadores originou múltiplos desafios.<br /><br />&#13; A história da Internet começa nesta época, com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos patrocinando pesquisas para conectar uma rede experimental denominada ARPANET, e outras várias redes de rádio e satélite. Sob a influência da "guerra fria", um dos objetivos do projeto tinha propósito militar - a rede deveria ser capaz de funcionar e de manter o fluxo de comunicação e informações mesmo durante potenciais desconexões de localidades individuais, como em casos de ataques de bombas.<br /><br />&#13; No modelo ARPANET a comunicação ocorre sempre entre um computador fonte e um destinatário. Ela foi desenhada para requerer o mínimo de informações dos computadores clientes. Para sustentar este modelo, um conjunto de protocolos foi desenvolvido para permitir que computadores e redes distribuídas de computadores enviem e recebam informações entre si, com independência tecnológica de rede e de sistema operacional, em interconexões universais e confirmação ponto-a-ponto. Quando um destes pontos não está ativo, a comunicação pode ser redirecionada através de locais alternativos até sua final destinação. O protocolo desenvolvido para este propósito foi chamado o Internet-working Protocol, ou "IP", como ficou mais conhecido.<br /><br />&#13; O protocolo IP espalhou-se rapidamente pela comunidade militar como um meio para os pesquisadores compartilharem informações computadorizadas. Como os militares tinham numerosos projetos de pesquisa em conjunto com universidades em todo o país e o protocolo provia um meio efetivo para mover informações através de diversas redes, o IP rapidamente difundiu-se para fora da comunidade militar, incluindo instituições de pesquisa da OTAN e universidades européias. Hoje o protocolo IP é um padrão onipresente mundial.<br /><br />&#13; A ARPANET original foi abandonada em 1990, substituída pelos backbones da National Science Foundation, que desde meados dos anos 80 passou a custear o crescimento da Internet.<br /><br />&#13; No final dos anos 80 um novo problema emergiu na Internet. Até então, as informações compartilhadas consistiam primariamente de trocas de mensagens de correio eletrônico (e-mail) e arquivos de dados de computadores.<br /><br />&#13; Vários protocolos de e-mail e protocolos de transferência de arquivos tinham evoluído para manipular estes requerimentos. Entretanto, novos tipos de arquivos estavam começando a surgir na Internet. Estes eram arquivos multimídia, que continham não apenas figuras ou sons, mas também ligações<br />&#13; (hyperlinks) que permitiam ao usuário "saltar" dentro de arquivos de um modo não linear, ou até mesmo saltar para outros arquivos contendo informações relacionadas.<br /><br />&#13; Em 1989, o CERN (European Particle Physics Laboratory) iniciou um projeto interno bem sucedido, que levou a um esforço para criar padrões para passar este novo tipo de informação através da Internet. Os componentes básicos consistiam de padrões para a criação de arquivos hipertexto multimídia e um padrão para "servir" estes arquivos padronizados quando requisitados. O padrão de arquivo é chamado HyperText Markup Language, ou HTML. O padrão servidor é chamado HyperText Transfer Protocol, ou HTTP. Um servidor HTTP enviará arquivos HTML através da Internet para outros clientes que os requisitem.<br />&#13; Estes dois padrões forneceram as bases para o surgimento de toda uma nova abordagem para a autoria, gerenciamento e publicação de informação computadorizada distribuída - a WWW (World Wide Web) - o serviço de maior popularidade e de crescimento exponencial na Internet.</p>&#13; <p><br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="c5d513ce-865f-4794-9a30-9c2da669119d" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao57/protoc1.jpg" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> </p>&#13; <p> </p>&#13; <p><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="242277b4-152c-4155-90ee-2f790cb8e030" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao57/protoc2.jpg" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /><br /></p>&#13; <p>Este documento tem como proposta fazer uma breve análise do protocolo HTTP, um dos pilares da solução em escala global para o problema de distribuição e heterogeneidade de informação que caracteriza a Internet. Na seção 2 mostramos a contextualização do HTTP na arquitetura Internet, e uma comparação desta arquitetura em relação à arquitetura OSI. Na seção 3 descrevemos algumas das operações básicas do HTTP e na seção 4 concluímos, comentando algumas das características que as novas versões do HTTP deverão incluir, para superar suas atuais limitações.<br /></p>&#13; <p><strong>2. O PROTOCOLO HTTP</strong></p>&#13; <p> <strong>2.1 CONTEXTO<br /><br /></strong>O protocolo HTTP é um protocolo do nível de aplicação (Figura 1), que possui objetividade e rapidez necessárias para suportar sistemas de informação distribuídos cooperativos de hipermídia.<br /><br /><strong>2.2 O MODELO OSI E A ARQUITETURA INTERNET<br /></strong></p>&#13; <p>Na arquitetura de rede de comunicação utilizada pela Internet, as camadas de Sessão, Apresentação e Aplicação do modelo OSI estão englobadas numa única camada (Figura 2), que faz o tratamento adequado, embora com menor versatilidade no controle exercido sobre os elementos da rede.<br /><br />&#13; Estes diferentes modelos possuem áreas de atuação bem definidas. As diferenças entre os dois referem-se, principalmente, à filosofia de acesso aos dados, à funcionalidade, à complexidade, ao desempenho, ao suporte de comunicação e disponibilidade de produtos.<br /></p>&#13; <p><strong>2.3 PROPÓSITOS<br /><br /></strong>O protocolo HTTP está sendo usado globalmente pela World Wide Web desde 1990. Sistemas de informação práticos requerem maior funcionalidade do que simples recuperação, incluindo pesquisa, atualização no front-end e anotação. HTTP permite um conjunto aberto de métodos para ser usado para indicar o propósito de uma requisição. Ele constrói na disciplina de referência provida pela Uniform Resource Identifier (URI), como uma locação (URL) ou nome (URN) para indicar em cujo recurso um método é para ser aplicado. As mensagens são passadas em um formato similar ao usado pelo Internet Mail e o Multipurpose Internet Mail Extensions (MIME).<br /><br />&#13; HTTP também é usado como um protocolo genérico para comunicação entre agentes usuários e proxies/gateways com outros protocolos Internet, tais como SMTP, NNTP, FTP, Gopher e WAIS, permitindo acesso básico hipermídia para recursos disponíveis de aplicações diversas e simplificando a implementação de agentes usuários.<br /></p>&#13; <p><strong>2.4 TERMINOLOGIA<br /></strong>Resumo dos termos dos participantes e objetos da comunicação HTTP:<br /><br />&#13; connection (conexão)<br /><br />&#13; Circuito virtual na camada de transporte estabelecido entre dois programas aplicativos para o propósito de comunicação.<br /><br />&#13; message (mensagem)<br /><br />&#13; A unidade básica de comunicação HTTP, consistindo de uma seqüência estruturada de octetos de sintaxe definida e transmitida via conexão.<br /><br />&#13; request (pedido)<br /><br />&#13; Uma mensagem de requisição HTTP.<br /><br />&#13; response (resposta)<br /><br />&#13; Uma mensagem de resposta HTTP.<br /><br />&#13; resource (recurso)<br /><br />&#13; Um objeto de dados da rede ou serviço que pode ser identificado por uma URI.<br /><br />&#13; entity (entidade)<br /><br />&#13; Uma representação particular de um recurso de dados, ou resposta de um recurso de serviço, que pode ser incluído numa mensagem de pedido ou de resposta.<br /><br />&#13; client (cliente)<br /><br />&#13; Um programa aplicativo que estabelece conexões para o propósito de enviar pedidos.<br /><br />&#13; user agent (agente usuário)<br /><br />&#13; O cliente que inicia o pedido. Normalmente "browsers", editores, "spiders" (robôs que pesquisam através da rede), ou outras ferramentas de usuário final.<br /><br />&#13; server (servidor)<br /><br />&#13; Um programa aplicativo que aceita conexões para atender pedidos e enviar respostas.<br /><br />&#13; origin server (servidor de origem)<br /><br />&#13; O servidor no qual um dado recurso reside ou é para ser criado.<br /><br />&#13; proxy (procuração)<br /><br />&#13; Um programa intermediário que atua duplamente como servidor e como cliente para fazer pedidos em nome de outros clientes. Proxies são geralmente usadas como portais clientes através de firewalls e como auxiliares de aplicações para manipular pedidos via protocolos não implementados pelo agente usuário.<br /><br />&#13; gateway<br /><br />&#13; Um servidor que atua como intermediário para outros servidores. Gateways são geralmente usados como<br />&#13; portais clientes através de firewalls e como tradutores de protocolos em sistemas não-HTTP.<br />&#13; tunnel (túnel)<br /><br />&#13; É um programa intermediário que atua como um relé cego entre duas conexões. Uma vez ativo, o túnel não é considerado parte da conexão HTTP. O túnel deixa de existir quando ambos os fins da conexão ligada deixam de existir.<br /><br />&#13; cache</p>&#13; <p>Um local de armazenamento de mensagens de resposta do programa e o subsistema que controla o armazenamento, recuperação e exclusão destas mensagens. O acesso fácil às mensagens armazenáveis reduz o tempo de resposta e consumo de tráfego na rede no futuro, em pedidos equivalentes.<br /><br />&#13; Qualquer programa dado pode ser capaz de ser cliente ou servidor. O uso destes dois termos refere-se apenas ao papel que está sendo executado pelo programa para uma conexão particular, ao invés de programas de uso geral. Assim também, cada servidor pode atuar como servidor de origem, proxy, gateway ou túnel, mudando o comportamento baseado na natureza de cada pedido.<br /><br /><strong>3. VISÃO GERAL DAS OPERAÇÕES</strong></p>&#13; <p> O protocolo HTTP é baseado no paradigma pedido/resposta. Um cliente estabelece uma conexão com um servidor e envia um pedido ao servidor, o qual o analisa e responde. A conexão deve ser estabelecida antes de cada pedido de cliente e encerrada após a resposta. As mensagens seguem o formato da RFC822, atualizada pelas RFC1327 e RFC0987.<br /></p>&#13; <p><strong>3.1 PEDIDO</strong></p>&#13; <p> Uma mensagem de pedido de um cliente a um servidor inclui o método a ser aplicado ao recurso, o identificador do recurso e a versão do protocolo em uso.<br /></p>&#13; <p>O formato da mensagem de pedido enviada do cliente ao servidor é descrito abaixo, de acordo com a notação BNF :</p>&#13; <p> Request = Simple-Request | Full-Request<br />&#13; Simple-Request = "Get" SP Request-URI CRLF<br />&#13; Full-Request = Request-Line * ( General-Header | Request-Header | Entity-Header ) CRLF [ Entity-Body ]<br /></p>&#13; <p><strong>3.2 RESPOSTA</strong></p>&#13; <p> Após receber e interpretar uma mensagem de pedido, um servidor responde na forma de um mensagem de resposta HTTP:</p>&#13; <p> Response = Simple-Response | Full-Response<br />&#13; Simple-Response = [ Entity-Body ]<br />&#13; Full-Response = Status-Line * ( General-Header | Response-Header | Entity-Header ) CRLF [ Entity-Body ]<br /></p>&#13; <p><strong>3.2.1 STATUS-LINE (LINHA DE ESTADO)<br /><br /></strong>A primeira linha de uma Full-Response é a Status-Line, consistindo da versão do protocolo, seguida de um código de status e sua frase de texto associada, com cada elemento separado pelo caráter SP. Nenhum CR (carriage return) ou LF (line feed) é permitido, exceto o CRLF final da seqüência.</p>&#13; <p> Status-Line=HTTP-Version SP Status-code SP Reason-Phrase CRLF<br /></p>&#13; <p> <strong>3.2.2 CÓDIGOS DE STATUS<br /><br /></strong>O elemento Status-Code é um inteiro de 3 dígitos, resultado da tentativa para entender e satisfazer o pedido. O primeiro dígito define a classe da resposta. Os últimos dois dígitos não têm nenhuma categorização. Existem 5 valores para o primeiro dígito:</p>&#13; <p> 1xx: Informacional - Não usado, mas reservado para futuro uso.<br />&#13; 2xx: Sucesso - A ação foi recebida, entendida e aceita.<br />&#13; 3xx: Redirecionamento - Ações adicionais devem ser executadas para completar o pedido.<br />&#13; 4xx: Erro no cliente - O pedido contém erro de sintaxe ou não pode ser completado.<br />&#13; 5xx: Erro no servidor - O servidor falhou em completar um pedido aparentemente válido.<br /></p>&#13; <p><strong>3.3 ENTIDADE<br /><br /></strong>Mensagens Pedido-Completo (Full-Request) e Resposta-Completa (Full-Response) podem transferir uma entidade com alguns pedidos e respostas. Uma entidade consiste de campos Entity-Header (Cabeçalho da Entidade) e Entity-Body (Corpo da Endidade):</p>&#13; <p>Entity-Header = Allow | Content-Encoding | Content-Lenght | Content-Type | Expires | Last-Modified extension-header<br />&#13; extension-header = HTTP-header<br />&#13; Entity-Body = *OCTET</p>&#13; <p><strong>3.4 DEFINIÇÕES DE MÉTODOS<br /><br /></strong>O conjunto de métodos comuns é definido abaixo. Embora este conjunto possa ser expandido, métodos adicionais não podem ser assumidos, compartilharem a mesma semântica para clientes e servidores expandidos separadamente.<br /></p>&#13; <p><strong>3.4.1 GET<br /><br /></strong>O método GET recupera qualquer informação (na forma de uma entidade) que é identificada pelo pedido Request-URI. Se o Request-Uri refere-se a um processo produtor de dados, ele retornará o produto do processo e não o texto fonte.<br /><br />&#13; A semântica do Get muda para "conditional Get" se a mensagem de pedido inclui um campo de cabeçalho If-Modified-Since, que traz o recurso apenas se o mesmo foi alterado depois da data referida.<br /></p>&#13; <p><strong>3.4.2 HEAD<br /><br /></strong>O método HEAD é idêntico ao Get, exceto que o servidor não precisa retornar nenhuma Entity-Body na resposta.<br /><br />&#13; Este método é freqüentemente utilizado para testar a validade e acessibilidade de ligações de hipertextos, além de modificações recentes.<br /></p>&#13; <p><strong>3.4.3 POST<br /><br /></strong>O método POST é utilizado para solicitar que o servidor destino aceite a entidade constante no pedido como um novo subordinado ao recurso constante no URI. Permite um método uniforme para cobrir as seguintes funções:<br /><br /></p>&#13; <ul><li>anotação de recursos existentes;</li>&#13; <li>postar uma mensagem em um bulletin board, newsgroup, mailing list.</li>&#13; <li>abastecer um processo com um bloco de dados;</li>&#13; <li>estender uma base de dados com uma operação de append.<br /></li>&#13; </ul><p>As aplicações não devem armazenar respostas ao Post em cache, pois não há meio de saber se o servidor retornará uma resposta equivalente em futuros pedidos.</p>&#13; <p> <strong>3.5 CARACTERÍSTICAS ADICIONAIS<br /><br /></strong>Existem alguns elementos do protocolo que são usados em algumas implementações HTTP, mas não consistentemente e corretamente através de muitas aplicações HTTP. Os implementadores devem estar atentos para estas características, mas não confiar em sua presença ou interoperabilidade em outras aplicações HTTP.<br /></p>&#13; <p><strong>3.5.1 PUT<br /><br /></strong>O método PUT requisita que a entidade seja armazenada sob o Request-Uri do pedido. Se o Request-Uri refere-se a algum recurso existente, a entidade deve ser considerada como uma nova versão daquela existente no servidor de origem. Se o Request-Uri não aponta para um recurso existente, e aquela URI é capaz de ser definida como um novo recurso pelo agente usuário requisitante, o servidor de origem pode criar o recurso com aquela URI.<br /></p>&#13; <p><strong>3.5.2 DELETE<br /><br /></strong>O método DELETE requer que o servidor de origem apague o recurso identificado pelo Request-Uri.3.5.3 LINK<br />&#13; O método LINK estabelece uma ou mais ligações de relacionamento entre o recurso existente pelo Request-Uri e outros recursos.<br /></p>&#13; <p><strong>3.5.4 UNLINK<br /><br /></strong>O método UNLINK remove uma ou mais ligações de relacionamento entre o recurso existente pelo Request-Uri e outros recursos.<br /></p>&#13; <p><strong>4. CONCLUSÃO<br /><br /></strong>Apesar das habilidades do HTTP serem responsáveis pelo tremendo sucesso do serviço WWW da Internet, este protocolo não foi originalmente planejado para ser usado como um protocolo de informações comerciais. O crescente enfoque comercial da Internet chamou a atenção para várias limitações básicas do HTTP. As principais limitações tratam da incapacidade de oferecer dados convencionais de marketing que mostrem que tipos de visitantes navegam pelo "site", e como os recursos oferecidos estão sendo utilizados.<br /><br />&#13; Muitas empresas que estão pensando em investir mais em sua presença na Internet querem respostas para algumas perguntas relativamente simples, tais como: </p>&#13; <ul><li>Quantas pessoas estão visitando o "site"?</li>&#13; <li>De onde elas vêm?</li>&#13; <li>Quanto tempo gastam no "site"?</li>&#13; <li>Como se movimentam no "site"?</li>&#13; <li>Para onde vão depois que saem?</li>&#13; <li>Qual é o efeito que as informações do "site" têm sobre elas?<br /></li>&#13; </ul><p> A versão atual do protocolo HTTP dificulta a coleta de informações básicas de marketing. Novos protocolos, como o HTTP-NG estão sendo propostos, para dar conta da expansão e crescente comercialização da World Wide Web.<br /></p>&#13; <p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br /><br /></strong>BERNERS-LEE, T. et al. HyperText Transfer Protocol: HTTP/1.0, seventh release. W3Consortium. <a href="http://www.w3.org/pub/WWW/Protocols/rfc822/%20Overview.html">http://www.w3.org/pub/WWW/Protocols/rfc822/ Overview.html</a> May, 1996.<br /><br />&#13; BRISA. Gerenciamento de Redes. São Paulo : Makron, 1993.<br /><br />&#13; CROCKER, D. H. et al. RFC 822: standard for ARPA Internet Text Messages W3Consortium. <a href="http://www.w3.org/pub/WWW/Protocols/rfc822/Overview.html">http://www.w3.org/pub/WWW/Protocols/rfc822/Overview.html</a>. May, 1996.<br /><br />&#13; CUTLER, M.; HALL, D. Sob medida : novos protocolos propostos podem superar o limite dos atuais. Internet World, v. 1, n.3, p.120-123, Nov. 1995.<br /><br />&#13; EDDINGS, J. Como Funciona a Internet. São Paulo : Quark, 1994.<br /><br />&#13; KROL, E. The whole Internet user’s guide &amp; catalog. Sebastopol : O’Reilly &amp; Associates, 1994.<br /><br />&#13; TANENBAUM, A. S. Computer networks. Englewood Cliffs : Prentice-Hall, 1988.<br /><br />&#13; TELLEEN, S. L. Intranet Concepts. Amdahl Corporation.<a href="http://www.amdahl.com/doc/products/bsg/intra/concepts.html">http://www.amdahl.com/doc/products/bsg/intra/concepts.html</a>. Feb. 1996.</p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Protocolo-HTTP-Hypertext-Transfer-Protocol" data-a2a-title="Protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol)"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/327" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 327 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Protocolo-HTTP-Hypertext-Transfer-Protocol#comments Celepariano Perdido na Fenasoft http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Celepariano-Perdido-na-Fenasoft <span>Celepariano Perdido na Fenasoft</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><em>Escrito por Jefferson Henrique Marçal - GPT - Ramal 338</em></p>&#13; <p>Quando pensamos no velho 386 de guerra imaginamos que ele até durou muito tempo. Vieram os 486 que duraram um pouco menos e, finalmente a era Pentium, apesar da ocorrência dos 686.<br /><br />&#13; Na realidade a velocidade com que a tecnologia cresce está aumentando, e cada vez mais sentimos a necessidade de acompanhar estes avanços.<br />&#13; Quando que algum tempo atrás imaginávamos a possibilidade de ouvir música, sintonizar uma rádio FM, mandar FAX e assistir TV em nosso companheiro "O Computador".<br /><br />&#13; Hoje isto já é possível, pois a maioria dos equipamentos já estão saindo de fábrica com um Kit Multimídia (Placa de som 16 bits e CD-ROM de quádrupla velocidade) instalado e configurado e placa FAX/MODEM. É só ligar e sair usando.<br /><br />&#13; Alguns equipamentos já estão trazendo em suas configurações placas de captura de sinais de TV e placas de captura de sinais de rádio AM/FM, como é o caso do Infoway da Itautec.<br /><br />&#13; Não dá para acreditar que lá estava eu novamente participando daquele evento extraordinário chamado FENASOFT. Ao andar pelos corredores percebi que algo havia mudado ou eu estava sonhando. Deparei-me com um stand maravilhoso das Lojas Ponto Frio e logo adiante com o das Lojas Arapuã.<br /><br />&#13; A partir disto verifiquei porque este evento é considerado o maior evento do país neste setor.<br /><br />&#13; Não posso reclamar pois havia várias opções de compra de joguinhos, softwares caseiros (WORKs) entre outros. Mas que parecia a Torre de Babel, parecia.<br /><br />&#13; Ou você se deparava no corredor com mais de 15 anões distribuindo panfletos ou com uma banda de música estourando ouvidos.<br /><br />&#13; Uma das novidades da feira era o teclado da Compaq que reunia teclado e scanner em um só componente. Acompanha o produto um software de OCR (reconhecimento óptico de caracteres) e gerenciador de documentos. Outra novidade são os micros com drives para leitura de CD-ROM de áudio e vídeo em tela cheia.<br /><br />&#13; O stand do Estado do Paraná estava bem representativo. Era o segundo maior stand da feira, contando com a participação de várias empresas do Paraná e órgãos do Governo representados em diversas áreas de atuação.<br /><br />&#13; A Celepar apresentou os seus principais projetos e disponibilizou acesso às suas páginas na Internet.<br /><br />&#13; O duro era controlar o pessoal indiscreto que saía navegando pela Internet sem a gente perceber. A moçada fingia que estava navegando nas páginas da Celepar e quando a gente percebia já era tarde.<br /><br />&#13; Este ano, a FENASOFT ampliou suas expectativas comerciais e diversificou bastante seus expositores, abrindo espaço para empresas que não só comercializam produtos para informática. Isto mostra que a massificação de produtos de informática já é uma realidade.</p>&#13; </div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Celepariano-Perdido-na-Fenasoft" data-a2a-title="Celepariano Perdido na Fenasoft"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/329" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 329 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Celepariano-Perdido-na-Fenasoft#comments Novidades da Biblioteca http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-7 <span>Novidades da Biblioteca</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><strong>LIVROS</strong></p>&#13; <p>01. CANTÚ, Marco. Dominando o Delphi. São Paulo : Makron, 1996. 1192 p. (Inclui 1 CD-ROM).<br /><br />&#13; É um guia didático para programação Windows em Delphi, com exemplos que o ajudam a explorar os componentes do ambiente Visual Delphi, os conceitos de programação Windows e a linguagem Pascal orientada a objeto. Os tópicos avançados incluem instruções para construir aplicativos cliente/servidor, exploração profunda da estrutura de aplicativos e cobertura detalhada de programa, impressão, memória Windows, intercâmbio de dados e suporte OLE. O CD contém os códigos-fonte completos e arquivos prontos para executar os exemplos descritos no livro, uma coletânea de componentes add-on do Delphi e primeiras edições da The Delphi Magazine e de outras revistas on-line.<br /><br /></p>&#13; <p>02. CORNELL, Gary; STRAIN, Troy. Delphi: segredos e soluções. São Paulo : Makron, 1995. 367 p.<br /><br />&#13; Ideal para computação cliente/servidor, o modelo orientado a eventos do Delphi é perfeito para o desenvolvimento de interfaces. Contém programas-exemplo e uma visão do ambiente Delphi. Ensina como projetar um formulário utilizando componentes, como escrever procedimentos de eventos, os fundamentos da linguagem Delphi, exceções, tratamentos de erros, depurações, objetos, recursos de programação avançada e visão dos recursos de banco de dados.<br /><br /></p>&#13; <p>03. DAMASCENO JÚNIOR, Américo. Aprendendo Delphi avançado. São Paulo : Érica, 1995. 220 p.<br />&#13; O desenvolvimento de componentes reusáveis é o principal assunto deste livro. Aborda também o uso de funções gráficas, a conciliação entre OOP e banco de dados relacionais, o uso do ReportSmith para criação de relatórios e os recursos do Delphi para tratamento de erros.<br /><br /></p>&#13; <p>04. GOGSWELL, Jeff. Learn Delphi 2 database programming today. Fost City : IDG, 1996. 500 p. (Inclui 1 disquete)<br /><br />&#13; Este tutorial pretende fornecer todas as ferramentas para desenvolver aplicações de banco de dados orientados a evento com o Delphi. Com o método de aprender fazendo, ensina o programador iniciante a compreender como um programa trabalha, como escrever programas, o que são tabelas, registros e campos, utilizando os recursos de programação visual. O disquete inclui códigos-fonte de programas do livro, exercícios, exemplos de BDE, programas de shareware, etc.<br /><br /></p>&#13; <p>05. HOFF, Arthur van et al. Ligado em Java. São Paulo : Makron, 1996. 207 p. (Inclui 1 CD-ROM)<br /><br />&#13; Mostra como as applets funcionam em linguagem clara e simples e demonstra, passo a passo, como adicionar applets Java à página Web e como configurá-la sem programação. Ensina a incorporar diversos efeitos especiais em páginas Web com applets Java, inclusive animação, texto intermitente, programas interativos, planilhas de cálculo e visualizadores 3D, mapas de imagens, jogos etc. Contém CD-ROM com applets Java prontas para serem conectadas às páginas Web, exemplos de página HTML que já possuem recursos Java, códigos-fonte Java, Java Developers Kit para Windows 95, Windows NT, Solaris 2X e documentação on-line.<br /></p>&#13; <p>06. LEMAY, Laura; PERKINS, Charles L. Teach yourself Java in 21 days. Indianápolis (Inclui CD-Rom) SAMS, 1996. 527 p.<br /><br />&#13; Descreve como criar applets para animações, simulações em computador, modelos e jogos interativos, ferramentas de ensino, além de conceitos básicos de programação orientada a objeto com Java. Através de exemplos, ensina como transformar páginas Web em aplicações interativas com Java, desde conceitos básicos até apresentações em multimídia e modelos tridimensionais. O CD inclui o Kit oficial da Sun "Java Developer v.1.0" (com compilador, debugger e interpretador), exemplos de applets Java, arquivos do livro, etc.<br /><br /></p>&#13; <p>07. NEWMAN, Alexander et al. Using Java. Indianápolis : QUE, 1996. 869 p. (Inclui 1 CD-ROM)<br /><br />&#13; Escrito por um grupo de pessoas com bastante experiência em Java, o livro cobre desde conceitos básicos para iniciantes, até tópicos para os mais experientes como: segurança em Java, como construir applets com Java e com outras linguagens. Também faz um levantamento das ferramentas Java e examina as vantagens e desvantagens das tecnologias compatíveis com Java. Ensina como é fácil dar vida e som às páginas Web usando a interatividade, além de compreensão do browser HotJava e como a linguagem trabalha com o NetScape e outros browsers. O CD inclui uma biblioteca com mais de 150 applets do Java - SIG.<br /><br /></p>&#13; <p>08. PACHECO, Xavier; TEXEIRA, Steve. Delphi 2: developer’s guide. Indianápolis : SAMS, 1996. 1322 p. (Inclui 1 CD-ROM)<br /><br />&#13; É um guia para desenvolvimento de aplicações GUI para usuários experientes do Delphi ou Pascal. Escrito para desenvolvedores, o guia ensina a desenvolver aplicações orientadas a evento que usam as ferramentas de programação visual Delphi para implementação. Ensina também como usar efetivamente os controles OCX com Delphi, como compartilhar informações com Clipboard e DDE, além de como construir as aplicações - do conceito inicial ao projeto final. O CD-ROM contém códigos-fonte do livro e versões experimentais de componentes Delphi.<br /><br /></p>&#13; <p>09. PLUMPLEY, Sue. 10 minutos para aprender Lotus Notes 4. São Paulo : Berkeley, 1996. 169 p.<br /><br />&#13; Com este livro, que já traz as alterações de forma de apresentação e navegação da nova versão, é possível aprender rapidamente:<br /><br /> </p>&#13; <ul><li>receber, enviar e gerenciar correspondências com o Notes 4;</li>&#13; <li>abrir, editar e encaminhar mudanças para os documentos de um banco de dados;</li>&#13; <li>usar ícones da área de trabalho para obter acesso fácil às informações do banco de dados;</li>&#13; <li>criar banco de dados;</li>&#13; <li>juntar-se à grupos de discussão na rede do Notes;</li>&#13; <li>trabalhar com Notes de casa ou da rua; e</li>&#13; <li>personalizar o Notes para trabalhar de acordo com as necessidades.<br /></li>&#13; </ul><p><br />&#13; 10. WARNER, Scott L.; GOLDSMAN, Paul. Delphi 2: em exemplos. São Paulo : Makron, 1996. 551 p.<br /><br />&#13; É um guia para aprender a programar em Delphi. Repleto de exercícios e exemplos de fácil compreensão. Mostra os fundamentos do Delphi, informações gerais sobre programação, estruturas de controle, manipulação de arquivos e conceitos de programação avançada.</p>&#13; <p class="text-align-right"> </p></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-7" data-a2a-title="Novidades da Biblioteca"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/331" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 331 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Novidades-da-Biblioteca-7#comments Base Conceitual para a MDS Celepar http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Base-Conceitual-para-MDS-Celepar <span>Base Conceitual para a MDS Celepar</span> <div class="field field--name-field-categoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Categoria-de-Pagina/Edicao-57" hreflang="pt-br">Edição 57</a></div> </div> <span><span lang="" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">Anônimo (não verificado)</span></span> <span>sex, 22/01/2021 - 11:32</span> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><div><p><em>Escrito por Cristina Ângela Filipak Machado - GPT - Ramal 333</em></p>&#13; <p>A ênfase em qualidade no processo de desenvolvimento de software tem sido uma constante nos últimos anos na Celepar - Companhia de Informática do Paraná.<br /><br />&#13; Diversos esforços têm sido empreendidos neste sentido, sendo que, atualmente, temos nos dedicado a duas grandes frentes de trabalho: Uma diz respeito à busca de atualização em relação ao que tem ocorrido na comunidade de software com relação à qualidade. A outra tem sido a definição de procedimentos a serem implementados, utilizando estes conhecimentos adquiridos, visando o aperfeiçoamento do processo de desenvolvimento de software, o que acarretou na definição da nova estrutura da Metodologia de Desenvolvimento de Serviços da Celepar - MDS.<br /><br />&#13; Temos utilizado para a definição da metodologia uma série de referências conceituais que estão baseadas em normas e métodos de trabalho. Tais como : </p>&#13; <ul><li>Norma ISO/IEC 12207-1 - Processos de Ciclo de Vida de Software. Define a estrutura de processos necessários para o desenvolvimento de um software e fornece diretrizes para embasar o contrato entre 2 partes.</li>&#13; <li>Norma NBR 13596 (ISO/IEC 9126)- Avaliação de Produto de Software- Características de Qualidade e Diretrizes para o seu uso. Tem como principal foco a definição de características e subcaracterísticas de qualidade de produto de software a ser aplicado ao longo do ciclo de vida de desenvolvimento do software.</li>&#13; <li>A Norma NBR 9000-3- Normas de gestão de qualidade e garantia da qualidade. Tem como objetivo fornecer orientação quando um contrato entre duas partes exigir a demonstração da capacidade de um fornecedor em desenvolver, fornecer e manter produtos de software.</li>&#13; <li>O modelo SPICE- Melhoria e Avaliação do Processo de Software e Determinação de Capacidade. Fornece uma estrutura para medição da capacidade dos processos de desenvolvimento de software e, baseado nesta medição, são propostas melhorias neste processo.</li>&#13; <li>O modelo CMM-Capability Maturity Model fornece uma estrutura para apoiar as empresas produtoras de software na evolução dos seus processos e ajuda a prioritizar esforços de melhoria de processos dentro da organização. Também está baseado em medições da capacidade dos processos de desenvolvimento de software.</li>&#13; <li>As propostas GQM (Goal, Question, Metrics), QIP-Quality Improvement Paradigm e EP- Experience Factory que foram formuladas pelo Software Engineering Laboratory e University of Maryland. O GQM fornece um roteiro para a análise e definição de um plano de medição para software. O QIP direciona todo o trabalho proposto, fornecendo o roteiro para a execução do Plano de Melhoria. O EP apresenta uma forma de generalizar, consolidar e disseminar as experiências por toda a empresa. O conjunto destes métodos dá à empresa uma forma de melhorar o processo de desenvolvimento de software dentro da organização baseado no reuso de experiências bem sucedidas.<br /></li>&#13; </ul><p> O principal objetivo deste artigo é repassar estas referências conceituais adquiridas neste último ano de trabalho e relacionar a nossa MDS-Celepar.<br /><br />&#13; O artigo será dividido em 6 partes. Cada uma delas abordará uma referência conceitual e no final iremos descrever como estamos trabalhando com todas estas questões na empresa. Muitos destes modelos possuem o mesmo objetivo só que a maneira como proceder para se alcançar estes objetivos diferem entre si. É importante conhecermos todos eles para definirmos o que é melhor para nós e o que reflete melhor a nossa realidade. Vamos ao trabalho ! A Norma 12207-1-Processos do Ciclo de Vida do Software.<br /><br /><br />&#13; Alguns fatores foram motivadores para a elaboração da norma 12207-1. Um deles é que o ambiente de desenvolvimento tem proliferado sem uma estrutura comum e uniforme para o ciclo de vida do software. Isto acarreta uma certa confusão entre os papéis a serem desempenhados pelas pessoas que estão ligadas ao ambiente de desenvolvimento de software. Normalmente existe uma "nuvem negra" entre a questão técnica e a gerencial. Este problema é mais evidenciado quando existe uma subcontratação de alguma parte do processo. Com uma estrutura bem definida, as pessoas conseguem dentro da organização entender o processo, saber os papéis a serem desempenhados por cada componente do grupo e utilizar uma mesma linguagem.<br /><br />&#13; A norma define os processos que devem ser executados, dizendo quais são os requisitos que devem ser contemplados e os produtos a serem gerados por cada processo. A sua aplicação é, principalmente, para contrato entre duas partes, independente destas partes serem de uma mesma organização.<br /><br />&#13; A estrutura da norma foi concebida de maneira que fosse flexível, modular e pudesse ser adaptável à necessidade do produto a ser implementado. Para isto é essencial a modularidade e a definição da responsabilidade. Entende-se por modularidade a característica existente na definição dos processos que possuem o mínimo de acoplamento e o máximo de coesão. Em princípio, todos os processos possuem uma única função no ciclo de vida. A responsabilidade sobre um processo se dá à medida que cada processo é considerado de responsabilidade de uma parte envolvida. Esta característica facilita a adaptação e aplicação da norma em um projeto, onde várias pessoas podem estar legalmente envolvidas. A estrutura da norma é melhor entendida pela seguinte figura :</p>&#13; <p><br /><span data-embed-button="midia_embarcada" data-entity-embed-display="view_mode:media.midia_anexada_em_outro_node" data-entity-type="media" data-entity-uuid="0170111d-3a17-4af7-9d52-364fc54f3815" data-langcode="pt-br" class="embedded-entity"> <div> <div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field--item"> <picture> <img src="/sites/bate-byte/arquivos_restritos/files/migrados/Image/edicao57/mds1.jpg" alt="" typeof="foaf:Image" class="img-responsive" /> </picture> </div> </div> </span> <br /></p>&#13; <p>Ela é estruturada em um conjunto de processos, atividades e tarefas que podem ser adaptadas de acordo com os projetos de software. Os processos da norma são organizados em 3 blocos de acordo com a funcionalidade destes processos.<br /><br />&#13; Os processos primários formam o ciclo de vida do software, e são essenciais ao desenvolvimento do produto. Eles formam um conjunto de 5 processos que são:<br /><br />&#13; 1) Processo de aquisição. Define as atividades do adquirente, organização que adquire um sistema ou produto de "software". Inicia-se com a definição da necessidade de adquirir um sistema ou um produto de software. O Processo continua com a preparação e emissão de pedido de proposta, seleção de fornecedor e administração do processo de aquisição através da aceitação do produto de software.</p>&#13; <p><br />&#13; 2) Processo de fornecimento. Define as atividades do fornecedor, organização que provê o produto de "software" ao adquirente. O processo pode ser iniciado tanto por uma decisão de preparar uma proposta para responder a uma solicitação de proposta de um adquirente quanto pela assinatura e participação em um contrato com o adquirente para fornecer o produto de software. O processo continua com a identificação dos procedimentos e recursos necessários para gerência e garantia do projeto, incluindo o desenvolvimento e a execução dos planos de projeto até a entrega do produto de software para o adquirente.<br /><br />&#13; 3) Processo de desenvolvimento. Define as atividades do desenvolvedor, organização que define e desenvolve o produto do "software". O processo contém as atividades para análise de requisitos, planos, codificações, integração, testes, instalação e aceitação, relacionadas ao software.<br /><br />&#13; 4) Processo de operação. Define as atividades do operador, organização que provê serviço de operação de um sistema computacional no seu ambiente de funcionamento para seus usuários.<br /><br />&#13; 5) Processo de manutenção. Define atividades do manutenedor, organização que provê os serviços de manutenção do "software", isto é, gerenciamento de modificações no "software" para mantê-lo atualizado e em perfeita operação. Este processo inclui a migração e a retirada do "software".<br /><br />&#13; O processo de apoio é um conjunto de oito processos. Um processo de apoio auxilia um outro processo como uma parte integrante, com um propósito distinto e contribui para o sucesso e qualidade do projeto de "software". Um processo de apoio é utilizado, quando necessário, por outro processo. Os processos de apoio são:<br /><br />&#13; 1) Processo de documentação. Define as atividades para registro da informação produzida por um processo de ciclo de vida.<br /><br />&#13; 2) Processo de gerência de configuração. Define as atividades de gerenciamento de configuração, que é composta por: identificar, definir e estabelecer os itens de configuração para o software em um sistema; controlar as alterações e versões dos itens; registrar e apresentar a situação dos itens e dos pedidos de alteração; garantir a integridade, a consistência e a correção dos itens; e controlar o armazenamento, a utilização e a distribuição dos itens.<br /><br />&#13; 3) Processo de garantia de qualidade. Define as atividades para garantir objetivamente que os produtos de "software" estão em conformidade com seus requisitos especificados e aderem aos seus planos estabelecidos. A abrangência do processo inclui questões como garantia de qualidade do produto (NBR 13596), do processo e do sistema de qualidade (ISO 9001).<br /><br />&#13; 4) Processo de verificação. Define as atividades (para o adquirente, o fornecedor, ou uma parte independente) para verificação dos produtos de "software" em profundidade variável, dependendo do projeto de "software". É um processo para determinar se os requisitos para um sistema ou software estão completos e corretos e se os produtos de software em cada fase atendem os requisitos ou condições impostas nas fases anteriores.<br /><br />&#13; 5) Processo de validação. Define as atividades (para o adquirente, o fornecedor ou a parte independente) para validação dos produtos produzidos pelo projeto de "software". É um processo para determinar se os requisitos e o produto final, sistema ou software construído, atendem ao uso específico proposto.<br /><br />&#13; 6) Processo de revisão conjunta. Define as atividades para avaliação do estado e produtos de uma atividade. As revisões conjuntas são feitas tanto nos níveis de gerenciamento do projeto como nos níveis técnicos e são executadas durante a vigência do contrato.<br /><br />&#13; 7) Processo de auditoria. Define as atividades para determinar a conformidade com requisitos, planos e contrato. Este processo pode ser utilizado por quaisquer duas partes, onde uma delas (parte auditora) audita os produtos de "software" ou as atividades de outra parte (parte auditada).<br /><br />&#13; 8) Processo de resolução de problemas. Define um processo para análise e remoção dos problemas (incluindo não conformidades) independente da sua natureza ou origem que forem descobertos durante o desenvolvimento, operação, manutenção ou outros processos.<br /><br />&#13; O processo organizacional é um conjunto de quatro processos. Este bloco é exclusivamente de responsabilidade da organização, pois é utilizado para estabelecer e implementar uma estrutura básica constituída dos processos e das pessoas associadas ao ciclo de vida para que eles sejam continuamente melhorados. São tipicamente utilizados fora do domínio de projetos e contratos específicos; entretanto, ensinamentos de projetos e contratos contribuem para a melhoria da organização. Os processos organizacionais são:<br /><br />&#13; 1) Processo de gerência. Define as atividades básicas da gerência, incluindo gerência de projeto, durante os processos de ciclo de vida.<br /><br />&#13; 2) Processo de infra-estrutura. Define as atividades básicas para o estabelecimento da estrutura básica de um processo. A infra-estrutura pode incluir hardware, software, ferramentas, técnicas, padrões e facilidades para o desenvolvimento, operação ou manutenção.<br /><br />&#13; 3) Processo de melhoria. Define as atividades básicas que uma organização (isto é, adquirente, fornecedor, desenvolvedor, operador, manutenedor, ou o gerente de outro processo) executa para o estabelecimento, e medição, controle e melhoria do seu processo de ciclo de vida.<br /><br />&#13; 4) Processo de treinamento. Define as atividades para prover pessoal adequadamente treinado.<br /><br />&#13; Os processos de apoio e organizacionais devem existir independente do projeto.<br /><br />&#13; Vale ressaltar que a norma contém um conjunto de blocos de construção bem definidos (processos). O usuário da norma deve selecionar, adaptar e juntar estes processos apropriadamente e com um custo razoável para o projeto ou organização. No entanto, a norma fortemente recomenda que tal adaptação preserve a arquitetura, intenção e integridade da norma. Por exemplo, pela inclusão de elementos, mas anotados como "não aplicáveis", mais a razão pela inserção de novos procedimentos.<br /><br />&#13; Existe uma comissão de estudos da ABNT-SC10 que tem trabalhado sobre esta norma internacional, portanto qualquer esclarecimento adicional poderá ser adquirido através do e-mail : cristina@lepus.celepar.br.<br /><br />&#13; Este artigo foi baseado num trabalho técnico escrito pela Cristina (Celepar/GPT), Luiz Carlos (Celepar/GPS) e Rosane (Celepar/DITEC-D).<br /><br />&#13; Referências Técnicas: </p>&#13; <ul><li>Proposta Técnica para a Implantação da Avaliação de Qualidade de Produto para a Celepar feita pelo CTI.</li>&#13; <li>Resumo das normas de qualidade, José Ignácio Jaeger - Procergs.</li>&#13; <li>Norma ISO/IEC 12207-1 - Processos de Ciclo de Vida de Software.</li>&#13; </ul><p class="text-align-right"><br /></p></div></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Base-Conceitual-para-MDS-Celepar" data-a2a-title="Base Conceitual para a MDS Celepar"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><div class="print__wrapper print__wrapper--pdf form-group"><a href="/print/pdf/node/335" class="print__link print__link--pdf">Salvar PDF</a></div> Fri, 22 Jan 2021 14:32:27 +0000 Anônimo 335 at http://www.batebyte.pr.gov.br http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Base-Conceitual-para-MDS-Celepar#comments